Nessa linha, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou que o país poderá suspender as sanções sobre o petróleo iraniano já em alto-mar nos próximos dias. A fala contribuiu para uma rápida e limitada queda das cotações de ontem para hoje.
Às 9h10 (de Brasília), o barril do petróleo WTI para maio caía 1,16% na Nymex, a US$ 94,44, enquanto o do Brent para o mesmo mês recuava 0,79% na ICE, a US$ 107,79.
Futuros de Nova York refletem cautela no mercado
Os índices futuros das bolsas de Nova York operam em queda na manhã desta sexta-feira, depois de Wall Street acumular perdas nos dois últimos pregões em meio a instabilidade nos preços do petróleo, que, no entanto, segue bastante sensível aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio.
Às 9h10 (de Brasília), no mercado futuro, o Dow Jones caía 0,31% e o S&P 500 recuava 0,43%, enquanto o Nasdaq operava no negativo em 0,55%.
Os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano, os Treasuries, operam em alta desde a madrugada, após o comportamento misto de ontem em repercussão à decisão do banco central dos EUA, Federal Reserve (Fed), sinalizar nesta semana que poderá cogitar uma alta de juros diante dos possíveis impactos econômicos da guerra contra o Irã.
Às 9h10 (de Brasília), o juro da T-note de 2 anos subia a 3,862%, o da T-note de 10 anos avançava a 4,299% e o do T-bond de 30 anos aumentava a 4,871%.
Dólar ganha força
O dólar sobe ante outras moedas de economias desenvolvidas, revertendo parte das perdas de ontem, enquanto investidores seguem monitorando o cenário do conflito no Irã e o comportamento do petróleo em dia de agenda relativamente fraca.
Às 9h10 (de Brasília), o euro caía a US$ 1,1571, a libra recuava a US$ 1,339 e o dólar avançava a 158,61 ienes. Já o índice DXY do dólar – que acompanha as flutuações da moeda americana em relação a outras seis divisas relevantes – tinha alta de 0,19%, a 99,39 pontos.
Com informações do Broadcast.