• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Juros arrefecem alta e fecham estáveis em dia de aversão ao risco

No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 estava em 10,045%

Por Denise Abarca

12/04/2024 | 18:22 Atualização: 12/04/2024 | 18:22

Juros. Imagem: Adobe Stock.
Juros. Imagem: Adobe Stock.

Os juros futuros encerraram a sexta-feira (12) perto da estabilidade, após operarem em alta durante boa parte do dia. A curva teve ganho de inclinação tanto em relação a ontem quanto em comparação à última sexta-feira, refletindo a reprecificação dos ativos quanto à política monetária nos Estados Unidos, o aumento do estresse geopolítico e, internamente, a piora na percepção de risco fiscal.

Leia mais:
  • Os bastidores da redução de capital da Esh na Gafisa (GFSA3)
  • O FII mais do que dobrou de valor no 1º trimestre de 2024
  • Light (LIGT3) confirma acordo com parte dos credores e debenturistas
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Na sessão de hoje, marcada pela escalada das tensões entre Israel e Irã, o movimento das taxas, que haviam subido muito nos últimos dias, foi visto como bem comportado. No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 estava em 10,045%, de 10,060% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2026, em 10,22% (de 10,21%). O DI para janeiro de 2027 projetava taxa de 10,53%, estável, e o de janeiro de 2029, taxa de 11,08%, de 11,07%.

As taxas estiveram em alta firme pela manhã, influenciadas pela desvalorização do câmbio, apesar da queda no rendimento dos Treasuries, por sua vez respondendo à chamada busca pela segurança em meio ao aumento do risco geopolítico, que também pressionava os preços do petróleo acima de 2%. O dólar à vista bateu nas máximas à casa de R$ 5,14, enquanto o retorno da T-Note de dez anos voltava a rodar abaixo de 4,50%. Os juros dos DIs de médio e longo prazos chegaram a subir quase 10 pontos nas máximas da manhã.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

No começo da tarde, porém, houve uma descompressão e o avanço das taxas perdeu impulso, na medida em que o dólar se afastou dos picos do dia e o petróleo também desacelerou os ganhos, enquanto o yield da T-Note de dez anos voltou a rodar nos 4,50%. Para o estrategista-chefe da Monte Bravo, Alexandre Mathias, as taxas reagiram hoje de forma moderada ao aumento da aversão ao risco externo porque já vinham avançando muito nas sessões anteriores, mas caso se concretizem as ameaças do Irã haverá impacto sobre os ativos, especialmente a depender do que ocorrer com o petróleo.

“O efeito imediato seria mais sobre os ativos do que sobre a política monetária. Para entrar na função-reação dos bancos centrais, esse evento teria primeiro de chegar aos núcleos da inflação, que é o que os BCs olham, o que pode ocorrer em caso de um conflito mais perene”, explicou. Assim, o Brasil, onde o Banco Central mira a inflação cheia para a meta, pode sofrer mais.

As taxas curtas subiram menos do que as longas, considerando que a precificação de Selic terminal a 10% já é bastante alta, diz o estrategista, que trabalha com taxa terminal no nível de 9,25%, que será atingido com mais dois cortes de 50 pontos (maio e junho) e outros dois de 25 pontos (julho e setembro). A semana termina com avanço em torno de 20 pontos-base na ponta longa e de cerca de 10 pontos nos vencimentos de curto prazo, ante os ajustes da última sexta-feira.

O steppening da curva refletiu a piora na percepção sobre os juros nos Estados Unidos detonada pelo CPI, não só pela percepção de que o Federal Reserve pode adiar o primeiro corte para o segundo semestre como também pelo crescente aumento da chance de que seja apenas uma queda este ano. O risco fiscal também tem sua parcela de culpa na esticada dos longos, após a aprovação de uma alteração no arcabouço fiscal que permite ao governo antecipar cerca de R$ 15 bilhões em despesas e do aumento da pressão por reajustes do funcionalismo, na medida em que crescem as paralisações de servidores dentro do governo.

Publicidade

Outro revés para as contas públicas foi a retirada do regime de urgência do projeto de lei que prevê a reoneração gradual da folha de pagamento de 17 setores da economia. Para piorar, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, entrou em rota de colisão com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o que é visto como preocupante para o futuro da pauta fiscal no Legislativo

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Federal Reserve
  • Juros
  • Juros DI
  • Selic
  • Treasuries
Cotações
14/01/2026 23h23 (delay 15min)
Câmbio
14/01/2026 23h23 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Espera por socorro do FGC faz investidor perder dinheiro com CDBs do Master; veja quanto

  • 2

    O salto que ninguém esperava: as ações que elevaram dividendos em até R$ 8,39 por papel

  • 3

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

  • 4

    Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

  • 5

    “Venezuela é inviável”: ExxonMobil alerta Trump e fecha a porta para bilhões no petróleo

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Imagem principal sobre o Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Logo E-Investidor
Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Imagem principal sobre o 4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Logo E-Investidor
4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Imagem principal sobre o Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Logo E-Investidor
Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Imagem principal sobre o Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Imagem principal sobre o Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Logo E-Investidor
Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Últimas: Tempo Real
Goldman Sachs vê cenário equilibrado entre bancos em 2026 e destaca Itaú (ITUB4) e BTG (BPAC11)
Tempo Real
Goldman Sachs vê cenário equilibrado entre bancos em 2026 e destaca Itaú (ITUB4) e BTG (BPAC11)

A posição dominante entre segmentos resilientes, como alta renda e private bank, são alguns dos motivos

14/01/2026 | 18h46 | Por André Marinho
Fusões e aquisições na saúde suplementar crescem 37% até setembro de 2025
Tempo Real
Fusões e aquisições na saúde suplementar crescem 37% até setembro de 2025

Hospitais e laboratórios concentram 22 negócios no período, com predomínio de operações domésticas, aponta a KPMG

14/01/2026 | 17h11 | Por Wilian Miron
Ouro renova recorde com escalada de tensões no Oriente Médio; prata dispara quase 6%
Tempo Real
Ouro renova recorde com escalada de tensões no Oriente Médio; prata dispara quase 6%

Risco geopolítico, incertezas sobre o Fed e oferta restrita sustentam alta dos metais preciosos em Nova York

14/01/2026 | 16h12 | Por Matheus Andrade
Quais são as previsões para o salário mínimo nos próximos anos com base nas atuais políticas econômicas?
Tempo Real
Quais são as previsões para o salário mínimo nos próximos anos com base nas atuais políticas econômicas?

Reajustes do salário mínimo seguem a inflação e ganhos reais limitados pelo arcabouço fiscal, o que aponta para aumentos graduais nos próximos anos

14/01/2026 | 15h38 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador