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Juros: taxas têm leve alta com dados fortes nos Estados Unidos

Porém, no fim da tarde, o avanço das taxas nos EUA perdia força, retirando pressão da curva no Brasil

Por Denise Abarca

30/01/2024 | 19:30 Atualização: 30/01/2024 | 19:30

Entenda o que é o CDI. Imagem: Envato Elements
Entenda o que é o CDI. Imagem: Envato Elements

Os juros futuros fecharam a terça-feira em leve alta, determinada pelo ambiente externo cauteloso nesta véspera de decisão de política monetária do Federal Reserve. Dados econômicos acima do esperado nos Estados Unidos pressionaram para cima os retornos dos Treasuries, levando a reboque os mercados de câmbio e juros no Brasil. No fim da tarde, o avanço das taxas nos EUA perdia força, retirando pressão da curva no Brasil.

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Nada mudou nas apostas de manutenção de juros amanhã pelo Federal Reserve, mas houve redução nas expectativas de início do ciclo de cortes em março. A pressão externa foi contrabalançada por aqui pelos dados do Caged abaixo da mediana das estimativas, mas que também não alteram em nada a percepção sobre o Copom amanhã.

A taxa do contrato para janeiro de 2025 fechou em 10,000%, de 9,96% ontem no ajuste, e ao do DI para janeiro de 2026 subiu de 9,65% para 9,71%. A taxa do DI para janeiro de 2027 avançou para 9,89% (de 9,83%) e a do DI para janeiro de 2029 encerrou a 10,35%, de 10,29%.

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Após hesitarem nos primeiros negócios, as taxas passaram subir no fim da manhã, alinhadas à reação do mercado de Treasuries aos indicadores nos EUA, em especial ao relatório de empregos Jolts, que mostrou aumento na abertura de postos ante previsão de recuo. “Se não fosse esse relatório, a terça-feira seria só de expectativa pelo Fed”, disse a economista-chefe da B.Side Investimentos, Helena Veronese. “A sensação é que o mercado de trabalho está aquecido, o que acabou tendo impacto no câmbio e nos juros”, disse. O payroll será divulgado na sexta-feira.

“Os dados de emprego divulgados hoje mostraram resiliência da atividade econômica nos EUA e tiraram ainda mais a pressão sobre o Fed para iniciar o ciclo de redução dos juros, que tem maiores chances de ocorrer somente em maio”, comenta Alexsandro Nishimura, economista e sócio da Nomos.

A taxa da T-Note de dez anos chegou a bater, na máxima, 4,10%, mas no fim da tarde voltava a 4,05%. O dólar à vista fechou praticamente estável, a R$ 4,9454 (-0,01%), depois de tocar R$ 4,98 nas máximas. Com isso, a alta dos DIs perdeu força.

Até as decisões de política monetária amanhã, a tendência é de movimentos moderados no mercado de juros. A expectativa pelo Fed é maior do que pelo Copom, em especial pela sinalização que o presidente da instituição, Jerome Powell, deve dar na entrevista coletiva que se sucede à reunião. “Ele não dará indícios claros sobre o timing, mas pode comentar se o quão o tema está em debate entre os dirigentes, dado que a inflação está indo bem”, disse Veronese.

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Internamente, a percepção é de que o Copom tende a ser um “não evento”, dada a manutenção, em linhas gerais, das variáveis econômicas desde a reunião de dezembro, o que justificaria a preservação da indicação dos diretores de novas quedas de 0,5 ponto porcentual na Selic “nas próximas reuniões”.

Na Pesquisa Focus, divulgada excepcionalmente hoje, a mediana de IPCA para 2024 até caiu, de 3,86% para 3,81%, depois da surpresa com o IPCA-15 na semana passada, mas a de 2025, que já está pesando mais no horizonte da política monetária, seguiu em 3,5%, acima do centro da meta de 3%. A mediana para Selic no fim de 2024 foi mantida em 9,0% e para 2025 e 2026, em 8,50%.

A agenda do dia teve os dados do Caged de dezembro. O fechamento líquido de 430.159 vagas foi maior do que apontava a mediana das estimativas, de 370 mil postos. O resultado de 2023, criação de 1.444,786, também veio pior do que o consenso (1.538.250).

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