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Tempo Real

Juros: taxas longas reduzem queda com piora do câmbio e petróleo

Já as taxas curtas ficaram perto da estabilidade durante todo o dia

Por Denise Abarca

29/11/2023 | 19:30 Atualização: 29/11/2023 | 19:30

(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Os juros futuros fecharam com viés de alta na ponta curta e estáveis nos vencimentos longos, numa postura mais defensiva à tarde com relação à manhã, em meio ao enfraquecimento do câmbio e à aceleração dos preços do petróleo. As taxas curtas ficaram perto da estabilidade durante todo o dia, na ausência de fatos novos com potencial de mexer com as apostas para a política monetária no Brasil, mas tinham viés de alta no fechamento. A curva, portanto, voltou a perder inclinação, favorecida pelo aumento do apetite ao risco no exterior. O PIB dos EUA no terceiro trimestre superou as expectativas mas trouxe um quadro de desaceleração da inflação, reforçando a ideia de pouso suave da economia americana.

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A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 fechou em 10,450% (máxima) de 10,415% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2026 passou de 10,08% para 10,09%. A do DI para janeiro de 2027 recuou a 10,14%, de 10,18% ontem, e a do DI para janeiro de 2029, a 10,56% (de 10,57%).

A queda das taxas na B3 foi mais intensa na primeira parte dos negócios, quando também o recuo dos retornos dos Treasuries era mais consistente. A segunda estimativa do PIB dos Estados Unidos, mostrando alta de 5,2% entre julho e setembro, acima da mediana das estimativas de 4,9%, não alterou o otimismo do mercado sobre o ciclo de corte de juros pelo Federal Reserve em 2024. Até porque houve leve desaceleração das taxas trimestrais do índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês), de 2,9% a 2,8%, e do núcleo do PCE, de 2,4% a 2,3%.

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A taxa da T-Note de dez anos, na mínima, caiu para a casa de 4,24%, diminuindo o ritmo à tarde, quando rodava a 4,27%, depois que o presidente do Fed de Richmond, Thomas Barkin, afirmou que prefere deixar em aberto a possibilidade de subir juros à frente, caso a inflação persista.

Felipe Rodrigo de Oliveira, economista da MAG Investimentos, diz que o mercado local estava mais animado pela manhã e à tarde “murchou”. “A desaceleração da queda das taxas tem a ver com o câmbio e com o petróleo”, explicou. O dólar se firmou em alta, ainda que moderada, na sessão vespertina e o petróleo ampliou ganhos depois que a Opep+ afirmou que estuda novos cortes de até 1 milhão de barris por dia na produção.

Assim, entre os vencimentos mais líquidos, a taxa do DI para janeiro de 2026 chegou, na mínima da manhã (10,01%), perto de voltar a um dígito, mas o fôlego arrefeceu à tarde, e as demais taxas também se acomodaram longe dos pisos do dia. A perda de força é vista como natural, dada a queima de prêmios de risco na curva ao longo do mês.

Como destacou o coordenador de Operações da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Helio Miranda, novembro apresentou uma conjuntura “bem diferente” da de outubro, diante da retomada do apetite a risco nos mercados internacionais. O ambiente foi favorecido também pela publicação de dados de inflação mais favoráveis, inclusive no Brasil. “Nossa curva de juros chegou a ceder 80 pontos na parte longa. E temos CDS de cinco anos que teve forte melhora no mês, com recuo de 19%, acompanhando nossos pares da América Latina”, afirmou, em entrevista para comentar o relatório mensal da dívida.

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A melhora de humor está diretamente ligada ao distensionamento da curva longa nos EUA, na medida em que o mercado zerou apostas em nova alta de juros pelo Fed e antecipou as projeções de ciclo de corte agora para o primeiro trimestre. Após a divulgação do Livro Bege às 16h, a ferramenta do CME Group passou a mostrar 50% de probabilidade de queda do juro em março. O documento destacou que a atividade econômica nos Estados Unidos desacelerou desde o relatório anterior, de outubro.

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