Perto do fechamento das bolsas de Nova York, o retorno da T-note de 2 anos subia a 4,862%, o da T-note de 10 anos baixava a 3,835% e o do T-bond de 30 anos recuava a 3,904%.
Com dirigentes do Fed em período de silêncio, a sessão de hoje foi marcada por oscilações contidas na renda fixa. Afinal, o mercado mantém aposta virtualmente universal de que a autoridade monetária subirá juros em 25 pontos-base na quarta-feira, 25, para o intervalo entre 5,25% e 5,50%.
As incertezas que ainda persistem se referem aos próximos passos do banco central americano. As projeções mais recentes de maior parte dos dirigentes apontavam pela menos mais uma elevação da taxa básica entre setembro e o fim do ano.
Investidores, no entanto, estão mais inclinados a acreditar que a alta da semana que vem será a última – uma visão compartilhada pelo BMO Capital Markets. “Estamos relutantes em descartar completamente outra elevação para 2023; no entanto, a redução da pressão inflacionária tornou um aperto em setembro muito menos provável”, avalia o banco.