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Méliuz (CASH3) afunda após ajustes em acordo com BV; XP coloca papel sob revisão

Banco decidiu não exercer a opção de compra das ações da empresa brasileira de cashback

Por Beatriz Rocha

17/02/2025 | 17:43 Atualização: 17/02/2025 | 17:43

Méliuz e banco BV fizeram ajustes em acordo comercial. Foto: Brenda Blossom - stock.adobe.com
Méliuz e banco BV fizeram ajustes em acordo comercial. Foto: Brenda Blossom - stock.adobe.com

O Méliuz (CASH3) sofre uma das maiores quedas do mercado brasileiro nesta segunda-feira (17), após comunicar que o banco BV decidiu não exercer a opção de compra das ações da empresa de cashback brasileira. Às 17h07, os papéis tombam 12,46% cotados a R$ 3,44. Ao longo do pregão, já oscilaram entre máxima a R$ 3,83 e mínima a R$ 3,43.

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“A companhia foi notificada pelo banco BV sobre sua decisão irrevogável e irretratável de não exercer a opção de compra das ações de emissão do Méliuz, outorgada ao banco BV em 30 de dezembro de 2022, cuja data final de exercício seria 31 de março de 2025. Portanto, a opção de compra deixou de ser válida e não poderá ser mais exercida pelo banco BV”, afirmou a empresa em fato relevante.

O Méliuz também comunicou que assinou com o Fundo de Investimento em Participações do BV (FIP BV) o distrato (rescisão de um contrato) do Acordo de Votos celebrado em 8 de março de 2023. Consequentemente, Júlio Cezar Tozzo Mendes Pereira, que até então atuava como conselheiro do Méliuz, indicado pelo FIP BV, renunciou ao cargo.

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Com o intuito de proporcionar maior alinhamento entre as partes, a companhia brasileira e o banco BV estabeleceram novas diretrizes em seu acordo para o ano de 2025. “Em decorrência dessa atualização, informamos aos acionistas e ao mercado em geral que, se hipoteticamente o novo ajuste do acordo comercial tivesse sido aplicado no último resultado divulgado, referente ao terceiro trimestre de 2024, a companhia teria um impacto negativo de aproximadamente R$ 7 milhões em sua receita líquida consolidada”, disse o Méliuz.

Por fim, a administração da empresa reafirmou seu compromisso em minimizar potenciais impactos, destacando as oportunidades de crescimento que a parceria com o banco BV pode gerar para a companhia a longo prazo.

XP vê mudança no acordo com preocupação

Para a XP Investimentos, a receita impactada possui margem Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) significativamente alta. “Assumindo uma margem de 70%, o impacto no Ebitda em 2025 pode chegar a aproximadamente R$ 20 milhões. Com um Ebitda esperado de aproximadamente R$ 66 milhões para o ano, o impacto potencial pode ser quase 30%”, ressalta a corretora, que colocou a recomendação do Méliuz sob revisão

Os anúncios fazem a XP acreditar que o banco BV pode estar enfrentando dificuldades para monetizar adequadamente os clientes provenientes da parceria com o Méliuz. Nesse sentido, a casa vê a renegociação programada para o final de 2025 como um evento relevante. “Acreditamos que, se 2025 for um ano positivo, ambas as partes terão interesse em manter o contrato até 2033. Caso o desempenho seja inferior ao esperado, as duas empresas precisarão decidir se continuam juntas ou não”, avalia.

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