O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes, cedeu 0,23%, aos 101,466 pontos. Ao fim da tarde, o dólar caía a 142,42 ienes, o euro subia a US$ 1,1045 e a libra tinha alta a US$ 1,2728.
O dólar foi prejudicado pelas perspectivas de cortes agressivos de juros em 2024 pelo Fed. O Goldman Sachs espera que o BC americano realiza três reduções seguidas de 25 pontos-base, iniciando em março, seguido de um corte por trimestre até que a taxa chegue à faixa entre 3,25% e 2,50% no terceiro trimestre de 2025.
O City Index, entretanto, destaca que o ano foi “relativamente esquecível” para a cotação entre euro e dólar, apesar de alguma volatilidade ao longo do ano, devido à falta de tendências claras. A análise também destaca para a importância das expectativas sobre os cortes de juros dos BCs para uma definição das tendências da cotação.
Ainda no radar estava a fala do presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Kazuo Ueda, de que a chance de o país atingir a meta de 2% da inflação está aumentando, apesar de alertar que é necessário verificar se as empresas conseguirão transferir aumento de salários para os custos.