Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para fevereiro encerrou em alta de 1,00%, a US$ 4.496,10 por onça-troy. Já a prata para março saltou 5,71%, a US$ 81,039 por onça-troy.
Enquanto o futuro para a Venezuela continua incerto, após Trump anunciar que não haverá eleições em um futuro próximo, um rascunho de declaração da Coalizão dos Dispostos, que reúne aliados de Kiev, revelou que as garantias de segurança para a Ucrânia incluirão “compromissos vinculantes” para apoiar o país “no caso de um futuro ataque armado da Rússia, a fim de restaurar a paz”.
Em paralelo, o vice-chefe de gabinete para política e segurança doméstica da Casa Branca, Stephen Miller, voltou a defender a anexação da Groenlândia aos Estados Unidos.
Para Mohit Kumar, estrategista da Jefferies, a diversificação para longe do dólar americano deve ganhar mais terreno e o ouro deve ser o principal beneficiário.
Os aumentos explosivos nos preços da prata nas últimas semanas sugerem que a exuberância impulsionada por investidores de varejo no mercado de ouro encontrou outra saída, diz a Capital Economics. No entanto, se a previsão de evaporação da demanda este ano se tornar precisa, as dinâmicas atuais nos mercados podem facilmente sustentar quedas de preços igualmente rápidas, alerta a consultoria.
No campo macroeconômico, traders analisam falas de dirigentes do Federal Reserve, banco central dos EUA, enquanto aguardam a divulgação do payroll (dados de desemprego) de dezembro nesta semana.
Com informações da Dow Jones Newswires