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BTG mantém compra para Petrobras (PETR4), mas novo Plano de Negócios desafia equilíbrio

Para o banco, o papel ainda carrega assimetria positiva caso o risco-país se comprima na aproximação das eleições de 2026

Por Vinícius Novais

04/12/2025 | 12:10 Atualização: 04/12/2025 | 12:10

A Petrobras, principal petroleira brasileira. (Foto: Adobe Stock)
A Petrobras, principal petroleira brasileira. (Foto: Adobe Stock)

O BTG Pactual atualizou seu modelo de análise para a Petrobras (PETR3; PETR4). Na nova análise, o banco incorporou o Plano de Negócios 2026-2030 e o resultado do terceiro trimestre de 2025 e, com isso, manteve recomendação de compra para as American Depositary Receipts (ADRs, recibos que permitem que investidores consigam comprar nos EUA ações de empresas não americanas) da empresa, com preço-alvo de US$ 15 por ação, 17,19% acima do último fechamento.

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Para o banco, o papel ainda carrega assimetria positiva caso o risco-país se comprima na aproximação das eleições de 2026, movimento que, somado ao crescimento da produção no Campo de Búzios, pode reforçar o fluxo de caixa livre (FCF) e favorecer um rerating do papel. As projeções indicam rendimento FCF de 9,7% em 2026 e 13,8% em 2027, com dividendos estimados em 10,4% e 13,3%, respectivamente.

O novo plano traz, segundo o BTG, o desafio de conciliar força operacional com restrição financeira. A petrolífera elevou novamente a curva de produção, chegando a 2,5 milhões de barris/dia em 2026, ante 2,4 milhões anteriores, mas manteve capex (investimento) elevado, agora com pico em 2027, puxado por Búzios.

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Mesmo em cenário otimista de Brent a US$ 70 e câmbio de R$ 5,80, os altos custos de leasing e a migração de plataformas afretadas para próprias empurram o Brent de equilíbrio para a faixa entre US$ 59 US$ 63, o que pressiona a alavancagem e faz os dividendos ordinários superarem o FCF em 2026. Para o analista Gustavo Cunha, a menor atratividade dos rendimentos em 2026-2027 torna o papel mais dependente de compressão do risco-Brasil, apesar do sólido momentum operacional.

A vantagem em remuneração ao acionista também encolheu, afirma Cunha. Com o ciclo de investimentos mais pesado, o prêmio de retorno da Petrobras recuou, e qualquer desvio para aquisições fora do core pode diluir esse retorno.

Na visão do BTG, com o Brent perto de US$ 60, a companhia precisa sustentar um retorno cerca de cinco pontos porcentuais acima dos pares para continuar competitiva; abaixo disso, o apelo do papel se enfraquece, mesmo negociado a múltiplo valor da empresa sobre Ebitda descontado.

O BTG avalia que o plano de negócios depende fortemente do preço do petróleo. Para preservar os três pilares – autofinanciamento, política de dividendos e teto de dívida bruta -, o Brent deve girar em torno de US$ 65. Outro fator decisivo, afirma a casa, é a capacidade de produzir acima do próprio guidance, visto pelo mercado como conservador.

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No curto prazo, porém, o espaço de manobra se estreita. O BTG calcula que cerca de 60% do Ebitda (lucro antes de juros, depreciação, amortização e impostos) de 2026-2027 será consumido por obrigações financeiras e pelo capex. A casa resume o quadro: o plano é operacionalmente robusto e estrategicamente coerente, mas o sucesso da Petrobras (PETR3; PETR4) depende de o petróleo não ficar abaixo do nível de equilíbrio por período prolongado.

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