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Petz caminha para sair da Bolsa após fusão com a Cobasi; veja a recomendação da XP para PETZ3

Fechamento da transação está previsto para 2 de janeiro de 2026 e exige aumento de capital da Cobasi, incorporação de ações da Petz e resgate de ações preferenciais; confira

Por Isabela Ortiz

17/12/2025 | 9:07 Atualização: 17/12/2025 | 9:08

Lojas da Petz: fusão com Cobasi cria um dos maiores grupos do varejo pet no Brasil, mas impõe desafios de integração no curto prazo. (Foto: Adobe Stock)
Lojas da Petz: fusão com Cobasi cria um dos maiores grupos do varejo pet no Brasil, mas impõe desafios de integração no curto prazo. (Foto: Adobe Stock)

A fusão entre Petz (PETZ3) e Cobasi entra em uma sua fase final e marca um ponto de inflexão para a varejista listada na B3. Com a operação prevista para ser concluída no início de janeiro de 2026, a XP Investimentos avalia que a Petz caminha, na prática, para sair da Bolsa de Valores, ao ser incorporada pela Cobasi. O movimento abre um novo capítulo para o setor pet no Brasil, mas não elimina riscos no curto prazo.

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“O caminho para um novo capítulo”, definem Danniela Eiger, head de Varejo e co-head de Equity Research da XP Investimentos, ao lado dos analistas Pedro Caravina e Laryssa Sumer. Embora a corretora veja com bons olhos a aprovação e a conclusão da fusão Petz Cobasi, o relatório destaca cautela diante da dinâmica competitiva do setor e dos desafios de integração.

A experiência com processos semelhantes no varejo mostra que, no curto prazo, a combinação de negócios pode trazer obstáculos operacionais, ao mesmo tempo em que a concorrência com players online segue intensa.

Linha do tempo da fusão Petz-Cobasi

O movimento começou a ganhar forma em agosto de 2024, quando Petz e Cobasi anunciaram a assinatura do acordo de combinação de negócios. Desde então, o mercado passou a acompanhar de perto os desdobramentos regulatórios e estratégicos da operação, que prevê a incorporação das ações da Petz pela Cobasi.

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Em janeiro de 2025, analistas já avaliavam que a fusão deveria ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) com risco antitruste limitado, embora destacassem que o ambiente macroeconômico e a concorrência digital ainda poderiam pesar sobre os resultados. Na ocasião, a XP apontava que, apesar de uma dinâmica de curto prazo fraca, o acordo tinha potencial para destravar sinergias relevantes, sobretudo no varejo pet físico, além de promover uma concorrência mais racional.

O avanço decisivo veio em 10 de dezembro de 2025, quando o Tribunal do Cade aprovou o ato de concentração, condicionando a operação à assinatura de um Acordo em Controle de Concentrações (ACC). O acordo prevê o desinvestimento de 26 lojas no Estado de São Paulo, que representam cerca de 3,3% do faturamento da companhia combinada nos últimos 12 meses até o terceiro trimestre (3T25). A notícia foi bem recebida pelo mercado: as ações PETZ3 subiram mais de 4% no dia.

Poucos dias depois, em 15 de dezembro, a Petz divulgou fato relevante detalhando os próximos passos.

Segundo a companhia, o fechamento da transação está previsto para 2 de janeiro e envolve uma série de etapas societárias e financeiras. Entre elas, estão o aumento de capital da Cobasi no valor de R$ 270 milhões (ajustados pelo CDI), a incorporação das ações da Petz pela Cobasi e o resgate das ações preferenciais emitidas, com pagamento estimado em cerca de R$ 320 milhões.

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Com a conclusão do processo, os acionistas da Petz passarão a deter 52,6% do capital social da Cobasi, enquanto os atuais acionistas da Cobasi ficarão com 47,4%. A Petz (PETZ3) deixará de ter ações negociadas na B3 a partir de 2 de janeiro, com os novos papéis da Cobasi passando a ser negociados sob um novo código nos primeiros dias do mês.

O racional estratégico por trás da operação

A nova companhia, frequentemente chamada de NewCo, deve nascer com cerca de R$ 7 bilhões em faturamento, 483 lojas e um portfólio de pelo menos 20 marcas, incluindo ZeeDog, Petix e Spike!, da Petz, e Flicks, da Cobasi.

A estrutura de governança prevê Paulo Nassar, cofundador da Cobasi, como CEO, enquanto Sergio Zimerman, fundador da Petz, assume a presidência do Conselho de Administração.

Para a XP, a lógica estratégica da fusão é clara: empresas com modelos de negócio semelhantes, forte presença física e atuação em um mercado ainda bastante fragmentado tendem a capturar ganhos de escala e eficiência.

Ainda assim, o relatório pondera que o processo de integração pode gerar fricções no curto prazo, especialmente em um ambiente de consumo pressionado e competição crescente com plataformas digitais.

E o que fazer com PETZ3?

Apesar de enxergar benefício estruturais na combinação de negócios, a XP mantém postura cautelosa no curto prazo. A recomendação neutra reflete, segundo os analistas, a necessidade de acompanhar a execução da fusão, a captura efetiva das sinergias e o comportamento do consumidor em um cenário macroeconômico ainda desafiador.

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A casa destaca que a Petz (PETZ3) chega a esse momento com um ecossistema robusto e um canal digital relevante, o que pode ajudá-la a atravessar o período de transição. Ainda assim, a mensagem central do relatório prega prudência: a fusão é estratégica e positiva no longo prazo, mas não elimina os riscos imediatos ligados à integração e à concorrência online.

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