No caso da Rede D’Or, há consenso de resultados fortes no curto prazo e expectativa de desempenho positivo, inclusive com alguns investidores considerando as projeções do banco conservadoras.
Já o Fleury recebeu bem a recomendação positiva, mas ainda divide opiniões, principalmente por conta do valuation, apesar do reconhecimento de um modelo de negócios resiliente e boa geração de caixa.
Outras empresas de saúde aparecem com menor apoio no curto prazo. Hypera (HYPE3) gera visões divididas: parte do mercado vê oportunidades ligadas a novos produtos e melhora de caixa, enquanto outros investidores apontam falta de catalisadores imediatos e riscos para as margens.
A Hapvida (HAPV3), por sua vez, teve pouco interesse nas reuniões, com foco dos investidores em um cenário de curto prazo mais fraco e risco de novas revisões negativas de resultados.