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FGC do Banco Master desencadeia corrida bilionária entre XP e BTG por realocação de CDBs

Pagamento das garantias do Banco Master libera R$ 40,6 bilhões no mercado e leva XP e BTG, principais distribuidores dos papéis, a lançar CDBs próprios para capturar o dinheiro dos investidores ressarcidos

Por Isabela Ortiz e  Luíza Lanza 

22/01/2026 | 9:47 Atualização: 23/01/2026 | 15:12

O pagamento das garantias do FGC aos investidores do Banco Master desencadeou uma disputa entre grandes instituições financeiras, como XP e BTG Pactual, pela realocação de até R$ 40,6 bilhões que começam a retornar às contas dos credores (Foto: Adobe Stock)
O pagamento das garantias do FGC aos investidores do Banco Master desencadeou uma disputa entre grandes instituições financeiras, como XP e BTG Pactual, pela realocação de até R$ 40,6 bilhões que começam a retornar às contas dos credores (Foto: Adobe Stock)

O início do pagamento das garantias do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) aos investidores do Banco Master abriu uma janela rara de liquidez no mercado financeiro brasileiro. XP Investimentos e BTG Pactual, os dois maiores distribuidores de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) do banco liquidado pelo Banco Central, se movimentaram rapidamente para capturar parte desses recursos. Juntas, as instituições venderam mais de R$ 32 bilhões em títulos do Master e agora disputam a realocação dos recursos.

Leia mais:
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A XP, líder na distribuição dos papéis do Master, com R$ 26 bilhões em CDBs, lançou um CDB próprio com taxa prefixada de 15,2% ao ano e vencimento em abril de 2026. O objetivo, segundo a própria corretora, é absorver parte do fluxo de recursos que retorna à plataforma com o pagamento do FGC.

Lucas Sharau, sócio do iHub Investimentos – braço da XP – afirma que todas as instituições sabem que houve uma grande liquidação e que o investidor está com dinheiro em caixa.

“Existe essa digladiação do mercado com produtos, com serviços, com ofertas. O que que a XP fez? Assim como os outros bancos e corretoras estão fazendo
está emitindo produtos para buscar esta captação”, diz Sharau.

O BTG Pactual seguiu um caminho semelhante. O banco, que distribuiu R$ 6,7 bilhões, colocou no mercado um CDB prefixado que paga 15% ao ano, também com vencimento em cerca de três meses. O título faz parte de uma campanha promocional voltada a novos clientes, lançada exatamente na semana em que o FGC começou a honrar os pagamentos do Master. Procurado, o banco confirmou o lançamento do produto, mas não comentou o assunto.

O movimento não é isolado, mas XP e BTG se destacam por ocuparem uma posição sensível no episódio. Foram protagonistas tanto na fase de distribuição dos CDBs do Master, quanto agora na tentativa de reter (ou recuperar) esses recursos dentro de casa.

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Ao permitir que o investidor indique qualquer conta bancária para receber o ressarcimento do FGC, o sistema amplia a concorrência entre instituições e torna a corrida ainda mais agressiva.

Os produtos de curtíssimo prazo funcionam como um “estacionamento” temporário de capital, criando condições para um relacionamento mais duradouro, explica Sharau.

Para o investidor, no entanto, o episódio reforça a necessidade de olhar além da rentabilidade, respeitar os limites do FGC, avaliar o risco do emissor e considerar alternativas como títulos públicos, que oferecem retornos elevados no atual patamar de juros sem risco de crédito privado.

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