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Suzano (SUZB3) reverte prejuízo e lucra R$ 116 milhões no 4T25

Companhia avalia que último trimestre de 2025 foi caracterizado pela “continuidade da recuperação dos preços da celulose de fibra curta”

Por Talita Nascimento e Camila Vech

10/02/2026 | 19:31 Atualização: 10/02/2026 | 20:26

A Suzano (SUZB3) reportou lucro líquido de R$ 116 milhões no quarto trimestre de 2025. (Imagem: Adobe Stock)
A Suzano (SUZB3) reportou lucro líquido de R$ 116 milhões no quarto trimestre de 2025. (Imagem: Adobe Stock)

A Suzano (SUZB3) reportou há pouco lucro líquido de R$ 116 milhões no quarto trimestre de 2025 e reverteu prejuízo de R$ 6,737 bilhões em igual período de 2024. O Ebitda (sigla em inglês para Lucros antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) ajustado foi de R$ 5,583 bilhões, com redução de 14% em relação ao visto um ano antes. Já a receita líquida foi de R$ R$ 13,114 bilhões, baixa de 8% na mesma base de comparação.

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Para a companhia, após um longo período de incertezas nos fluxos comerciais internacionais com a política tarifária dos Estados Unidos, o último trimestre de 2025 foi caracterizado pela “continuidade da recuperação dos preços da celulose de fibra curta”.

A empresa afirma que o avanço refletiu uma melhora do sentimento de mercado, amparada pela sazonalidade e a perspectiva de menor disponibilidade de oferta no curto-prazo, além do preço da madeira mais elevado na China.

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A Suzano avalia que a queda da receita líquida na comparação anual é explicada pela desvalorização do dólar médio em relação ao real médio e pela queda no preço médio líquido de celulose em dólares.

“Esses efeitos foram parcialmente compensados pelo maior volume de vendas de celulose e de papel (+4% e +10%, respectivamente)”, destaca.

Em relação ao trimestre imediatamente anterior, houve alta de 8% na receita líquida. Em relação ao Ebitda Ajustado, a queda na comparação com o mesmo período de 2024 se deu, segundo a companhia, pelo menor preço médio líquido em dólar da celulose e desvalorização do dólar. Esses efeitos foram parcialmente compensados principalmente pelo: maior volume de vendas de celulose e papel; menores Despesas de Vendas e Gerais e Administrativas; menor custo do produto vendido. Na comparação com o trimestre anterior, houve alta de 7% no indicador.

Já no lucro líquido, o aumento em comparação ao quarto trimestre de 2024 é explicado pelo menor impacto negativo no resultado financeiro; aumento na rubrica de outras receitas/despesas operacionais; e pela queda na rubrica de despesas gerais e administrativas. Na comparação com o terceiro trimestre, houve queda. A companhia registrou lucro líquido de R$ 1,961 bilhão no período anterior.

Vendas de celulose têm alta anual de 4%

As vendas de celulose da Suzano somaram 3,406 milhões de toneladas no quarto trimestre de 2025 e foram 8% superiores na comparação com o trimestre anterior, principalmente em função do aumento dos volumes destinados à América do Norte, Europa e Ásia. Em relação ao mesmo período de 2024, a elevação foi de 4%, com aumentos observados na Europa e América do Norte.

O preço líquido médio da celulose comercializada pela Suzano foi de US$ 537 por tonelada (/t), 2% superior ao terceiro trimestre e 8% menor em relação ao quarto trimestre do ao anterior. No mercado externo, o preço médio líquido realizado pela companhia ficou em US$ 538/t, apresentando um crescimento de 3% em relação ao trimestre anterior e uma queda de 8% em relação ao visto um ano antes.

O custo caixa sem paradas do quarto trimestre de 2025 foi de R$ 778/t, uma queda de 3% em relação ao trimestre anterior, em função de um menor gasto com insumos devido a maior estabilidade operacional; redução de custo fixo por menor custo com pessoal; menor custo da madeira; melhor resultado de utilidades, principalmente por maior volume de energia exportado; e desvalorização do dólar. Na comparação com o mesmo período de 2024, a queda foi de 4%.

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As vendas de papel da Suzano (para produtos de imprimir e escrever, papelcartão e ‘tissue’, ou papéis de higiene) no mercado brasileiro totalizaram 297 mil toneladas no quarto trimestre, aumento de 19% em relação ao trimestre anterior e de 1% na comparação anual.

As vendas de papel nos mercados internacionais totalizaram 178 mil toneladas, com redução de 5% em relação ao trimestre anterior e aumento de 29% quando comparadas ao mesmo período de 2024. Esse aumento é explicado principalmente pela maior participação das vendas das operações nos EUA no trimestre.

O preço médio dos papéis teve redução de 4% em relação ao trimestre anterior e redução de 1% na comparação anual.

Dívida líquida tem queda anual de 12%

Ao fim do quarto trimestre de 2025, o total da dívida líquida da Suzano foi de R$ 69,369 bilhões (ou US$ 12,6 bilhões) frente a R$ 69,1 bilhões (US$ 13 bilhões) observados no trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período de 2024, houve queda de 12% no montante.

O índice de alavancagem financeira em reais, medido pela relação dívida líquida/Ebitda Ajustado, ficou em 3,2 vezes, frente a 3,1 vezes no trimestre anterior e 3,3 vezes um ano antes. Esse mesmo indicador apurado em dólares foi de 3,2 vezes, frente a 3,3 vezes em setembro de 2025 e 2,9 vezes no último trimestre de 2024.

Suzano aprova novo programa de recompra de ações de até 40 milhões

O conselho de administração da Suzano aprovou um novo programa de recompra para aquisição de até 40 milhões de ações ordinárias. A iniciativa tem como objetivo, segundo a companhia, maximizar a geração de valor aos acionistas ao permitir uma alocação de capital eficiente e sinalizar confiança da administração no desempenho da empresa.

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O prazo máximo para as aquisições é de 18 meses, encerrando-se em 10 de agosto de 2027. As compras serão feitas na B3, a preços de mercado, e os recursos virão dos saldos das reservas de lucro e de capital disponíveis.

De acordo com o colegiado, a situação financeira da Suzano é compatível com a recompra, “não havendo expectativa de impacto no cumprimento de obrigações com credores nem no pagamento de dividendos obrigatórios, fixos ou mínimos, dada a liquidez e a geração de caixa da companhia”.

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