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Usiminas (USIM5) perde R$ 2 bilhões em valor de mercado em um dia; entenda

Nesta sexta-feira (26), as ações da companhia derreteram 23,5%, no mesmo dia de divulgação do balanço trimestral

Por Jorge Barbosa

26/07/2024 | 19:45 Atualização: 26/07/2024 | 21:36

Usiminas, em Ipatinga (MG). FOTO: SERGIO ROBERTO OLIVEIRA/
ESTADÃO
Usiminas, em Ipatinga (MG). FOTO: SERGIO ROBERTO OLIVEIRA/ ESTADÃO

A Usiminas (USIM5) registrou uma das maiores perdas em valor de mercado de sua história para um único dia, no montante de R$ 2 bilhões de reais, o equivalente a uma queda de 23,5% nas ações nesta sexta-feira (26), mesmo dia de divulgação do balanço referente ao segundo trimestre de 2024. A queda lembra os períodos de volatilidade nos papéis da companhia em 2009, quando a crise econômica mundial e a forte queda no preço das commodities penalizava duramente a empresa.

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Diversos fatores explicam o derretimento expressivo dos papéis da Usiminas, mas os principais estão relacionados à frustração do mercado com a perspectiva de custos da Usiminas e a alta sensibilidade da empresa às flutuações de câmbio.

Uma parcela do mercado esperava o aumento de custos de abril a junho em relação ao início do ano, mas os executivos da produtora mineira sinalizaram em teleconferência com analistas que o câmbio pressionado provocaria impacto adicional sobre os custos da siderúrgica, que vão se refletir no terceiro trimestre. “Em torno de 60% dos custos estão vinculados ao dólar”, disse o vice-presidente de finanças e relação com Investidores da Usiminas, Thiago Rodrigues.

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A sensibilidade é decorrente das operações em Cubatão (SP), pois a unidade precisa comprar placas de aço a preços de mercado. A unidade faz a laminação do insumo e vende aos seus clientes. O presidente da Usiminas, Marcelo Chara, compartilhou uma mensagem de tranquilização e disse aos analistas que há um processo de melhora constante na eficiência da empresa.

“Vamos capitalizar [as melhorias] no segundo semestre em todos os parâmetros que impactam a eficiência operacional. Com isso, vamos conseguir transferir aço próprio de Ipatinga para Cubatão, o que era impensável no passado”, afirmou Chara.

O compartilhamento do temor sobre os custos rompeu um dos fundamentos que o mercado relacionava à companhia, que era o de aumento da rentabilidade da siderúrgica mineira com os ganhos de eficiência do recém-reformado Alto Forno 3, o principal da empresa, localizado em Ipatinga (MG), que deve concentrar 70% da produção de aço após o ramp-up (escalada de produção comercial) e que recebeu R$ 2,7 bilhões em investimentos.

Para o mercado, contudo, ficou claro o fato de a Usiminas ter exposição relevante ao cenário de câmbio pressionado no País, em decorrência da incerteza fiscal. O problema se agrava com a continuidade da forte entrada de aço importado chinês no Brasil, fator responsável por limitar a capacidade geral das usinas  siderúrgicas realizarem o repasse de preços em meio a um momento onde os custos são maiores.

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As operações de mineração da Usiminas, favorecidas pelo dólar, poderiam ser uma alternativa, mas os preços de referência do minério de ferro também estão em um patamar mais baixo por conta da incerteza com a demanda na China.

Incertezas após o balanço da Usiminas

Uma esperança dos investidores para a rentabilidade da siderúrgica estava atrelada à implementação do sistema de cota-tarifa anunciado pelo governo em abril para controlar as importações de aço, mas mesmo após o início da vigência das novas regras de controle, não houve efeitos práticos sentidos no primeirosemestre, segundo a leitura dos executivos da Usiminas.

Em coletiva ontem, 25, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Jorge Loureiro, sinalizou que o preço da bobina laminada a quente (principal produto comercializado no Brasil) está próximo de R$ 4.000 a tonelada, enquanto o mesmo produto chinês chega ao mercado nacional com valores aproximadamente 15% mais baixos.

Os dados do Instituto Aço Brasil, por sua vez, mostraram que as importações continuaram fortes e atingiram 2,7 milhões de toneladas nos seis primeiros meses de 2024, alta de 23,9% ante igual período do ano anterior.

Segundo a agência de preços Fastmarkets, algumas siderúrgicas tentaram reajustes na primeira semana de julho, embora alguns clientes tenham apresentado resistência. Ontem, Loureiro reconheceu a existência de maior espaço para aumento de preços no mercado.

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Já na teleconferência de hoje da Usiminas, os executivos confirmaram a existência de repasse de preços de 3% a 5% para a metade de seus clientes da indústria, que somaram 39% dos clientes da empresa no mercado interno entre abril e junho. O próximo passo será o reajuste de preços para os distribuidores, que está em fase de estudo e deve ser implementado em agosto.

Segundo o Safra, a Usiminas sinalizou uma possível melhora no Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) para o terceiro trimestre de 2024 impulsionada por aumento de preços, mas o banco admite existir “preocupação” sobre o atual momento.

“Ficamos preocupados com os comentários sobre a pressão de custos devido à desvalorização do real sendo compensada pela maior eficiência no Alto Forno 3, pois esperávamos um alívio significativo nos custos de matérias-primas em uma comparação trimestral”, comentaram os analistas Ricardo Monegaglia e Conrado Vegner.

O Banco do Brasil disse que os números da Usiminas para o trimestre foram fracos e pressionados pelo desempenho aquém do esperado no segmento de siderurgia, cuja rentabilidade operacional reverteu a melhora apresentada no trimestre anterior e voltou a se deteriorar.

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