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Direto da Faria Lima

“Só conseguimos aumentar preços se o cliente enxergar mais valor no nosso produto”, diz CEO da C&A Brasil

Ao E-Investidor, Paulo Correa explicou a estratégia da varejista para driblar os juros altos: baixo endividamento, dívidas de longo prazo e investimentos que vão gerar mais eficiência operacional, como em logística

Por Anderson Figo

25/11/2025 | 14:18 Atualização: 25/11/2025 | 14:18

O cenário de juros altos que temos visto em 2025 costuma ser altamente prejudicial às empresas de varejo discricionário (itens não essenciais), como as varejistas de moda. Mas a C&A Brasil (CEAB3) tem conseguido entregar rentabilidade e investir em crescimento. No terceiro trimestre, o lucro líquido da companhia chegou a R$ 69,5 milhões, alta de mais de 60% sobre o desempenho obtido em igual período de 2024.

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Em entrevista exclusiva ao E-Investidor, Paulo Correa, CEO da companhia, explicou que a estratégia tem sido manter o endividamento baixo, alongar as dívidas, estar mais seletivos na concessão de crédito, investir na melhora de eficiência operacional, como em tecnologia e logística, além de agregar mais valor aos produtos para conseguir aumentar os preços.

“Há espaço para aumentar preços desde que a consumidora perceba mais valor no produto. O aumento de preço que a gente chama aqui internamente de hike for hike, subir o valor de um mesmo produto, eu acho que está mais difícil neste momento. Você vai comprar uma camiseta preta básica, que comprou por R$ 39 há dois meses, mas agora sai por R$ 49. O cliente rejeita esse tipo de movimento. Mas se for uma camiseta que tem outro tipo de acabamento, outro tecido, ele percebe que tem mais valor e aceita pagar mais caro”, disse.

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A C&A Brasil registrou um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 333,3 milhões no terceiro trimestre deste ano, o que configura um crescimento de 5,5% na comparação anual, com margem de 18,1%. Já a receita líquida consolidada cresceu 2,3%, a R$ 1,84 bilhão, com as vendas de mesmas lojas de vestuário avançando 8,1% e de mercadorias, 4,8%.

O executivo comentou sobre a decisão da marca de não vender mais smartphones nas lojas C&A. “A gente está saindo desse negócio, faz um ano que estamos reduzindo a participação dessa categoria e a gente vem substituindo e investindo cada vez mais em beleza. Existe um fit estratégico maior do mundo beleza com o mundo da moda do que necessariamente do mundo de celulares com o mundo da moda”, afirmou Correa.

Sobre endividamento, o CEO destacou que a companhia emitiu debêntures para alongar a dívida e que o caixa gerado nos últimos trimestres ajudou a C&A a reduzir seu endividamento para 0,1x a relação entre a dívida líquida e o Ebitda. “A gente vem tendo vários trimestres consecutivos de crescimento da lucratividade e isso tem feito uma geração de caixa que tem nos permitido reduzir o endividamento. Ao mesmo tempo, estamos aumentando o nível de investimentos, abrindo e reformando mais lojas este ano que no ano passado”, disse.

A empresa também tem investido em centros de distribuição e hubs mais próximos dos grandes centros de consumo. “A gente está no Brasil, um país de grandes dimensões. Às vezes para levar um produto do CD de São Paulo para uma loja no Norte do País pode demorar 14 dias. Isso hoje em dia no varejo é uma eternidade. Nosso modelo de hubs é exatamente para descentralizar essa distribuição para garantir um ótimo nível de serviço para o consumidor de todas as lojas no Brasil, não só do Sudeste”, afirmou.

Crédito, concorrência e sustentabilidade

Apesar de estar mais seletiva na concessão de crédito, a C&A cresceu em cartões e registrou uma melhora no índice de inadimplência no terceiro trimestre. “A gente vem aumentando a participação do cartão a partir de um nível de intensificação do relacionamento com o nosso consumidor, tentando entender cada vez mais o que elas preferem, o que elas gostam mais e oferecendo os produtos que mais têm a ver com elas, gerando uma um nível de recorrência maior”, enfatizou o CEO.

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Correa comentou também sobre o aumento da concorrência no varejo de moda, inclusive dos sites asiáticos que vendem roupas com preços muito mais baixos. “A competitividade faz parte, mas tem que se dar em todas as dimensões. Todos os impostos e regras precisam ser aplicados para todos os players. Para mim, não faz sentido para alguns players ter uma regra de impostos e para outros players, outra. Isso ainda acontece no nosso segmento”, disse.

“A gente realmente tem discutido bastante porque isso para mim é uma distorção. Não tem uma lógica específica para fazer esse tipo de coisa. Ou diminui o imposto para todo mundo ou aumenta o imposto para todo mundo. As autoridades precisam ter clareza e ter coerência nas nas decisões nesse sentido”, defendeu o executivo.

Sobre sustentabilidade, Correa afirmou que a companhia sempre foi engajada no tema, tendo participado recentemente da COP30 para mostrar suas iniciativas, como a reciclagem de roupa. O CEO falou ainda sobre vendas online e sobre o desempenho das ações da C&A Brasil na B3, com a entrada no principal índice do mercado acionário nacional, o Ibovespa, e o pagamento de dividendos. Assista ao vídeo na íntegra acima, ou clique aqui.

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