No exterior, a sessão desta quinta-feira (9) começou marcada pela volta da cautela, à medida que o mercado reavaliava a solidez da trégua no Oriente Médio. Ao longo da manhã e início da tarde, as bolsas de Nova York devolveram perdas com alívio no petróleo após relatos de uma negociação com Israel. Além disso, investidores também digerem indicadores dos Estados Unidos que reforçaram uma leitura de atividade mais fraca com inflação ainda pressionada.
No Brasil, a melhora do humor lá fora corroborou um alta mais firme do Ibovespa, que renovou máximas históricas, impulsionado sobretudo por Petrobras (PETR3; PETR4) e demais ações ligadas à commodity.
No câmbio, o dólar recuava frente ao real 0,58%, cotado aos R$ 5,07 e apoiado tanto pela fraqueza externa da moeda americana quanto pela entrada de recursos no mercado doméstico.
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Os juros futuros estendem a queda da sessão anterior para os principais vértices. Com isso, perto das 15h, o Ibovespa tinha alta de 1,61% aos 195.289 pontos.
Entre as ações que compõem o Ibovespa, o destaque positivo do dia fica com as petroleiras, que se recuperam da queda da sessão de ontem, e ajudam o índice a buscar novos recordes, com Petrobras e Prio (PRIO3) entre os principais suportes da bolsa. Em outra ponta relevante, Vale (VALE3) opera pressionada pela queda do minério de ferro no mercado externo, destoando do tom mais firme observado nas siderúrgicas.
O noticiário corporativo também movimenta papéis específicos: Sabesp avança com a perspectiva de novos investimentos e maior visibilidade sobre o plano de expansão, enquanto Copasa (CSMG3) reage à elevação de participação acionária por parte de um investidor relevante e à leitura de que pode entrar no radar estratégico da companhia paulista.
No setor financeiro, os bancos melhoram acompanhando a recuperação parcial das bolsas americanas e reforçam o viés positivo do índice.
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