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No cenário internacional, o apetite por risco prevaleceu ao longo da sessão desta terça-feira (14), com bolsas globais em alta diante da expectativa de avanços em negociações diplomáticas e sinais de moderação das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Em paralelo, dados de inflação ao produtor nos Estados Unidos abaixo do esperado reforçaram a percepção de menor pressão inflacionária no curto prazo, contribuindo para a queda dos rendimentos dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) e para o enfraquecimento do dólar frente às principais moedas.
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No mercado de commodities, o petróleo sofreu forte correção, com o contrato futuro recuando mais de 4% e sendo negociado ao redor de US$ 95, enquanto o minério de ferro encerrou o dia em leve queda.
No Brasil, o ambiente externo favorável sustentou a entrada de fluxo estrangeiro e apoiou o mercado acionário e o real. Nesse contexto, o Ibovespa fechou em alta, avançando 0,33%, aos 198.657 pontos, com giro financeiro de R$ 32,6 bilhões, embora tenha perdido fôlego no fim da sessão, pressionado pelo desempenho mais fraco das ações ligadas ao petróleo.
No câmbio, o dólar recuou 0,06% frente ao real, encerrando a R$ 4,99, enquanto os juros futuros fecharam em queda, acompanhando o recuo dos Treasuries e a divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços, que veio abaixo das expectativas e reforçou a leitura de desaceleração da atividade.
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