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Educação Financeira

Raul Sena, o Investidor Sardinha, conta como o investidor pode se proteger dos juros altos

Em live do E-Investidor, empresário buscou desvendar o cenário atual da economia brasileira

Por Redação E-Investidor

04/02/2025 | 20:57 Atualização: 10/02/2025 | 11:20

Já se questionou sobre os efeitos práticos dos principais indicadores econômicos no seu bolso? Em live realizada nesta terça-feira (4), Raul Sena, empresário e fundador do Investidor Sardinha, um dos maiores canais sobre a Bolsa de Valores do Brasil, procurou explicar os impactos de conceitos como juros, inflação e dólar no dia a dia. O vídeo completo pode ser acessado neste link.

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Quem viu a cotação da moeda americana subir acima de R$ 6 ao final de 2024 pode ter se perguntado se a valorização da divisa traria consequências aos brasileiros – afinal, os produtos comprados por aqui não estão cotados em dólares. Sena, no entanto, destaca que a alta do dólar tem, sim, vários efeitos, impactando até mesmo o preço daquele “pãozinho” da padaria.

Uma das consequências, por exemplo, é o encarecimento de insumos agrícolas como o trigo. “Dessa forma, se você comprar um pão, ele será impactado pelo dólar, assim como o macarrão. A alta do dólar afeta imediatamente os fornecedores e depois os consumidores”, afirma, ressaltando que os efeitos são sentidos já no curto prazo. “A correção da cotação é quase instantânea”, destaca.

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O Investidor Sardinha explica que diferentes fatores contribuíram para a disparada do dólar em 2024. Uma das questões principais foi a preocupação com as contas públicas. O pacote fiscal apresentado também não agradou o mercado e acrescentou mais receios aos investidores, especialmente aos internacionais, que retiraram seus recursos do Brasil e aumentaram a pressão sobre a moeda americana.

Por outro lado, no começo de 2025, o dólar tem passado por um movimento de correção – para se ter uma ideia, a divisa fechou em baixa nos últimos doze pregões. Sena entende que uma das razões para isso foi a aprovação do mercado da postura assumida por Gabriel Galípolo como novo presidente do Banco Central. Conforme mostramos nesta matéria, o comunicado da primeira decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sob comando do economista foi bem avaliado pelos investidores.

Outro fator que contribuiu para um recuo do dólar em janeiro foi a postura mais branda adotada por Donald Trump no início de seu mandato como presidente dos Estados Unidos, principalmente em relação à política tarifária. O republicano já anunciou taxações para Canadá, México e China, mas as medidas vieram em um grau menor do que o idealmente previsto.

Juros e inflação também têm impacto direto no bolso dos brasileiros 

O atual cenário econômico brasileiro é marcado pela aceleração das expectativas de inflação. Na última edição do Boletim Focus, a mediana do relatório para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2025 subiu pela 16ª semana consecutiva, de 5,50% para 5,51% – 1,01 ponto porcentual acima do teto da meta, de 4,50%.

Sena explica que, para conter o aumento da inflação, o Banco Central (BC) utiliza um “remédio amargo”: eleva a Selic. Quando a taxa básica de juros brasileira está muito alta, no entanto, começa a ocorrer uma desaceleração da economia. “A taxa de juros muito alta se torna um remédio muito amargo, pois atrapalha a demanda, começa a tirar empregos e até a dignidade das pessoas, que não conseguem sequer parcelar suas contas”, ressalta o Investidor Sardinha.

Como se proteger do cenário de juros altos?

Nesse contexto de Selic elevada, uma das dicas de Sena é que o investidor sempre acompanhe as notícias de economia e busque entender mais sobre os diferentes indicadores. Outra recomendação é não deixar o seu dinheiro parado, ou seja, sempre investir os recursos em alguma modalidade de aplicação. Com a taxa de juros a 13,25% ao ano, investimentos de renda fixa, como os títulos públicos ou Certificados de Depósito Bancário (CDBs), podem oferecer retornos atrativos – veja aqui algumas simulações.

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Sena pondera, porém, que a poupança, uma das modalidades mais tradicionais entre os brasileiros, não é a melhor alternativa. Isso porque, quando a taxa de juros está acima de 8,5% ao ano, como ocorre agora, o rendimento da caderneta corresponde a 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais o pagamento da Taxa Referencial (TR), definida pelo Banco Central – um retorno inferior ao de outras opções de renda fixa igualmente seguras.

Um cenário de alta volatilidade, como o atual, também exige uma maior atenção por parte dos investidores que desejam comprar ações na Bolsa de Valores, por exemplo. A dica de Raul Sena é focar em empresas consolidadas, que superaram crises econômicas. “Esse momento gera oportunidades para gente comprar bons ativos a preços mais baratos. É uma boa chance para quem quer começar a investir”, destaca.

Esta reportagem faz parte da Semana da Educação Financeira do E-Investidor, um evento gratuito que reúne grandes nomes do mercado para debater temas que impactam diretamente o bolso dos brasileiros.

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