As moedas fortes continuaram as trajetórias de baixa frente ao real, na esteira da alta das commodities. O dólar e o euro comerciais acumularam quedas de 5,38% e 5,9% em relação à reserva de valor nacional.
Com o bom-humor dos mercados, o principal índice de ações da B3 finalizou todos os pregões da semana em alta, de 0,73% (segunda), 0,96% (terça), 0,16% (quarta), 1,36% (quinta) e 0,02% (sexta). O indicador está desde o dia 16 de março no campo positivo, completando assim oito sessões consecutivas sem perdas.
As três ações que mais subiram na semana foram Cogna (COGN3), Soma (SOMA3) e Americanas (AMER3).
Confira o que influenciou o desempenho dos ativos:
Cogna (COGN3): +27,19%, R$ 2,76
Os papéis da Cogna dispararam no último pregão da semana, após os resultados do 4º trimestre de 2021 virem mais fortes do que o esperado. A alta no período foi de 27,19%, aos R$ 2,76.
As ações sobem 22,12% no mês e 12,20% no ano.
Soma (SOMA3): +20,27%, R$ 15,01
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, indicou que o fim do aperto monetário poderá ocorrer em maio. A perspectiva de que o ciclo de alta da Selic está próximo ao fim beneficiou os papéis de varejistas, que sofrem em ambientes de juros elevados.
Nesta conjuntura, os papéis da Soma subiram 20,27%, aos R$ 15,01.
A SOMA3 sobe 16,56% no mês e 18,85% no ano.
Americanas (AMER3): 19,73%, R$ 32,28
A expectativa de recuperação da economia também beneficiou os papéis da Americanas, que subiram 19,73%, aos R$ 32,28.
A AMER3 sobe 6,03% no mês e 4,73% no ano.
*Com Estadão Conteúdo