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Ibovespa sobe 0,55%, a 106,4 mil pontos, e avança 3,21% na semana

Na semana, o Ibovespa subiu 3,21%, tendo avançado 4,29% e 2,46% nas duas anteriores

Por Wesley Sousa

05/08/2022 | 17:55 Atualização: 05/08/2022 | 17:55

De acordo com especialista, mais de 90% da alta do Ibovespa vem do desempenho das empresas de commodities. Foto: REUTERS/Paulo Whitaker
De acordo com especialista, mais de 90% da alta do Ibovespa vem do desempenho das empresas de commodities. Foto: REUTERS/Paulo Whitaker

(Luís Eduardo Leal, Estadão Conteúdo) – A forte leitura sobre a geração de vagas de trabalho, bem como a evolução da renda salarial nos Estados Unidos em julho, pela manhã, manteve os mercados globais na defensiva nesta última sessão da semana, enquanto, na B3, o Ibovespa voltou a mostrar descolamento, encadeando o quarto ganho diário. Hoje, o índice fechou em alta de 0,55%, aos 106.471,92 pontos, moderando os ganhos no meio da tarde, após ter atingido, na máxima da sessão, os 107.176,06 pontos, maior nível intradia desde 9 de junho (108.510,31).

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Na semana, o Ibovespa subiu 3,21%, tendo avançado 4,29% e 2,46% nas duas anteriores. No ano, o índice oscilou do negativo para o positivo desde ontem, acumulando ganho de 1,57%. O giro ficou em R$ 26,3 bilhões na sessão desta sexta-feira, em que o Ibovespa saiu de abertura aos 105.893,28, não muito distante da mínima do dia, aos 105.517,82 pontos.

Hoje como ontem, o apelo da renda variável se manteve conectado, na B3, ao sinal do Copom de que o ciclo de aperto monetário no Brasil está concluído ou bem perto disso, com a possibilidade de um ajuste residual na próxima reunião do comitê, em setembro – o que, além da recuperação da Bolsa, tem apreciado o câmbio, mesmo hoje, na contramão da cautela externa. Nesta sexta-feira, a moeda americana cedeu 1,03% frente ao real, a R$ 5,1668, em desempenho oposto ao do índice DXY, que contrapõe o dólar a referências como euro, iene e libra.

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Lá fora, a inflação resiliente e o mercado de trabalho ainda aquecido nos Estados Unidos embaralham um pouco o que pode vir a ocorrer no próximo encontro do Fomc, o comitê de política monetária do BC americano, no mesmo mês de setembro. Assim, após recente animação dos mercados globais com sinais mais amenos que chegaram a ser emitidos pelo Federal Reserve na reunião da semana passada, os dados econômicos desta sexta-feira, que também guiam o Fed em suas deliberações, contribuem para deixar o desfecho de setembro menos claro.

“Os 528 mil empregos criados em julho nos Estados Unidos surpreenderam bastante o mercado, e o dólar no mundo se fortaleceu após a divulgação. A expectativa era por 250 mil vagas no mês. O mercado de trabalho americano continua forte, e coloca na mesa de discussão, na próxima reunião do Federal Reserve, em 21 de setembro, a chance de subir os juros de lá mais uma vez em 0,75 ponto porcentual”, diz Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos.

“Mas desta vez, diferentemente de outras ocasiões, a taxa de desemprego não caiu de forma uniforme para todos os grupos. Houve aumento de desemprego entre os menos escolarizados, embora leve, de 5,8% para 5,9%”, acrescenta. “De forma geral, os números ainda mostram que quem busca emprego nos Estados Unidos, consegue”, observa o estrategista, destacando também a evolução do ganho salarial, com o mercado de trabalho mostrando força.

Após os dados do payroll, ainda pela manhã, a probabilidade de um novo aumento de 75 pontos-base dos Fed funds em setembro voltou a ultrapassar com folga a chance de alta de meio ponto porcentual, segundo dados da CME: 69,5% ante 30,5%, comparando o primeiro ao segundo cenário, invertendo o que se via ontem.

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Em meio a dúvidas sobre o grau a que o Fed precisará elevar os juros nos Estados Unidos, o otimismo sobre o desempenho das ações no curtíssimo prazo ficou um pouco menor no Termômetro Broadcast Bolsa desta sexta-feira. Entre os participantes, a expectativa de alta para o Ibovespa na próxima semana caiu de 84,62% na última sondagem para 70%, ainda amplamente majoritária. Os que esperam queda representam 20% do universo e os que preveem estabilidade, 10%. No Termômetro anterior, as estimativas de variação neutra e de queda tinham, ambas, fatia de 7,69%.

“Ontem, vários papéis subiram mais de 10%, com forte desempenho de ‘small caps’ e de ações ligadas ao varejo, num rali de Bolsa brasileira com os mercados do exterior meio de lado. E a explicação para esse ‘fenômeno Brasil‘ é o fim do ciclo de alta de juros no País – a rigor, não muda nada mesmo que ainda ocorra um aumento residual”, diz Paulo Gala, economista-chefe do Banco Master, em referência ao “otimismo pós-Copom”.

Assim, o dia mais uma vez foi amplamente positivo também para as ações de maior peso e liquidez, como bancos (Santander +1,92%, Itaú PN +1,88%, Bradesco PN +1,20%), após os resultados trimestrais do Bradesco, e para as commodities (Petrobras ON +1,74%, PN +1,93%, Vale ON +1,30%). Na ponta do Ibovespa, Braskem (+3,55%), Minerva (+3,16%) e PetroRio (+3,08%), com Alpargatas (-13,54%), Americanas (-7,82%) e Fleury (-6,65%) no lado oposto.

Em meio a expectativas de que o comportamento recente da inflação contribui para que o BC ponha fim ao ciclo de elevação de juros, tal otimismo foi de alguma forma amparado hoje pela leitura do IGP-DI de julho, em queda de 0,38% no mês, após alta de 0,62% em junho – a retração foi superior à mediana do Projeções Broadcast, que apontava queda de 0,18% para julho. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o resultado do mês foi condicionado pelo desempenho das commodities no atacado, bem como por recuos, já esperados, nos preços médios dos combustíveis e da energia elétrica ao consumidor.

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