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Stellantis (STLA) venderá seguros com dados de carros conectados

O modelo trará maior rapidez para que as seguradoras selecionem os riscos que desejam cobrir, segundo Erdosi

Por E-Investidor

13/09/2022 | 12:30 Atualização: 13/09/2022 | 12:32

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

(Matheus Piovesana, Estadão Conteúdo) — A montadora Stellantis, dona das marcas Fiat, Jeep, Citroën e Peugeot, fechou um acordo no Brasil com a empresa de tecnologia LexisNexis para a venda de seguros desenhados a partir dos dados fornecidos por carros conectados.

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O grupo automotivo espera fechar o ano com 150 mil veículos conectados vendidos no Brasil, e a estimativa é de que em pelo menos 60% deles, os donos consintam com o uso dos dados pelas companhias. O consentimento é uma exigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e a estimativa de quantos usuários vão aderir vem das experiências nos Estados Unidos e na Europa.

“A gente já larga com 150 mil carros conectados. A gente espera desse volume, pelo menos 60% com consentimento”, disse há pouco Susan Erdosi, líder de produtos de telemetria da LexisNexis. De acordo com ela, o maior desafio das empresas será mostrar aos clientes quais os benefícios de compartilhar as informações.

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A ideia do acordo é utilizar os dados para fazer ofertas mais interessantes de seguro aos clientes, de acordo, por exemplo, com a utilização que fazem do carro no dia a dia. A LexisNexis vai processar os dados enviados pela Stellantis, e é a partir dos modelos feitos pela empresa que as seguradoras, que subscrevem o risco, farão as ofertas aos donos de carros.

Segundo Erdosi, o modelo trará maior rapidez para que as seguradoras selecionem os riscos que desejam cobrir, e para que façam, posteriormente, a gestão desses riscos.

As seguradoras poderão consultar com a Lexis os dados do veículo a partir do CPF dos clientes, ou do CPF e do chassi. Em todos os casos, os dados serão enviados somente se o motorista tiver concordado com o compartilhamento. Estarão no pacote informações como a quilometragem e o score, montado pela empresa a partir do tipo de viagem que o motorista faz, quantas vezes usa o carro e quantas vezes dirige até locais para os quais não costuma ir.

As duas empresas afirmaram, em evento em São Paulo, que a frota de carros conectados em circulação no Brasil e que sejam de marcas da Stellantis deve crescer nos próximos dois anos. A montadora estima vender 300 mil deles no ano que vem. Atualmente, modelos como Jeep Renegade e Fiat Toro já saem de fábrica com a tecnologia. O novo Fiat Fastback, que será lançado nesta semana, também será conectado, e a ideia da Stellantis é estender a funcionalidade, no futuro, a todas as marcas e modelos.

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A Lexis espera que em 2028, todas as vendas de carros no mercado local sejam de modelos conectados. O setor enxerga nessa mudança uma oportunidade de aumentar a frota segurada no País. “Hoje, um quinto dos carros saem de fábrica segurados. Em 2031, todos os carros sairão de fábrica conectados”, disse Giuliano Mourão, diretor geral da divisão de seguros da LexisNexis no Brasil. Para as montadoras, os carros conectados são uma forma de vender serviços de maneira mais constante aos clientes. “A montadora já entendeu que não basta fazer carro, ela precisa estar presente em toda a jornada de mobilidade”, pontuou André Souza, CIO da Stellantis para América do Sul e head de serviços conectados.

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