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Investimentos

Quanto o investidor faturou com o Tesouro Direito em 2022?

Veja a rentabilidade acumulada dos títulos públicos

Por Jenne Andrade

20/12/2022 | 10:19 Atualização: 20/12/2022 | 10:19

Os investimentos em renda fixa são modalidades em que o rendimento é previsível e mais seguro do que os de renda variável. (Foto: Envato Elements)
Os investimentos em renda fixa são modalidades em que o rendimento é previsível e mais seguro do que os de renda variável. (Foto: Envato Elements)

Certamente, 2022 foi complexo para a Bolsa de Valores brasileira. O ano começou com uma guerra deflagrada entre Rússia e Ucrânia e avanço da inflação no exterior. Agora, caminha para finalizar o período com o aumento do risco fiscal no cenário doméstico, na esteira da transição de governo.

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O atual chefe do Executivo Jair Bolsonaro (PL) vai deixar o Planalto para dar lugar a Luiz Inácio Lula da Silva (PT), presidente eleito, cujas sinalizações econômicas não estão sendo consideradas positivas. O Ibovespa, principal índice de ações da B3, devolveu todos os ganhos do ano pouco mais de um mês após as eleições. Até esta sexta-feira (16), acumulava uma baixa de 1,88%.

Já no Tesouro Direto, que possui títulos pós-fixados (Tesouro Selic), prefixados (Tesouro Prefixado) e híbridos (Tesouro IPCA+), a história é bem diferente. Enquanto a renda variável sofre com as perspectivas de aumento de gasto público para bancar o novo Bolsa Família, possível expansão de crédito e juros mais altos para os próximos anos, a renda fixa é beneficiada.

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Os títulos mais favorecidos são principalmente os pós-fixados, que remuneram a variação da Selic – taxa básica de juros da economia. Somente neste ano, o Banco Central elevou o juro de 9,25% ao ano para os atuais 13,75% ao ano.

Quem comprou um Tesouro Selic no início do ano com vencimento para março de 2023, por exemplo, conseguiu obter um retorno de 11,90% até a última sexta-feira (16). Os títulos pós com vencimentos mais longos, para 2024, 2025 e 2027, registram retornos de 12,12%, 12,23% e 12,45%, respectivamente. Os dados são disponibilizados pelo próprio Tesouro Direto.

É importante lembrar que o Tesouro Selic não possui marcação a mercado. Isso quer dizer que o preço dos títulos varia pouco e não há risco de desvalorização, ou seja, de perder o capital aplicado.

“Os títulos públicos com as melhores performances foram os pós-fixados, justamente pelo fato de não sofrerem com a marcação a mercado em um cenário de aumento do risco fiscal, ao mesmo tempo que foram beneficiados pelo aumento da Selic”, afirma Christopher Galvão, analista da Nord Research.

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Os prefixados (cuja rentabilidade é fixa ao ano) e IPCAs+ (que remunera a variação da inflação mais uma taxa prefixada), por outro lado, estão sujeitos às condições de mercado em caso de resgate antes do vencimento. Para não sofrer com a volatilidade dos preços e ter o retorno combinado na compra do papel, o investidor deve levar os investimentos até as datas estipuladas para as retiradas.

Ainda assim, os títulos pré e IPCA+ com vencimentos mais curtos estão com rentabilidade positiva no acumulado de 2022. Os prefixados com vencimentos entre 2023 e 2027 estão com retornos entre 0,92% e 11,15%. Na ponta negativa, estão os papéis cujos vencimentos estão em um horizonte de tempo maior, entre 2029 e 2033.

O mesmo cenário é visto nos títulos híbridos. A maior remuneração no ano, para resgate antecipado, está no Tesouro IPCA+ com juros semestrais para 2024, de 8,12%. A pior remuneração está com o Tesouro IPCA+ para 2045, que apresenta uma desvalorização de 16,81% em 2022. Veja abaixo a rentabilidade acumulada dos títulos públicos em 2022:

Risco fiscal impacta títulos longos

Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos, explica que os juros mais curtos são mais sensíveis à política monetária. Ou seja, às decisões do Banco Central em relação à taxa Selic no curto prazo.

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Os juros mais longos, por sua vez, são mais sensíveis ao aumento ou diminuição do risco fiscal. Por isso ocorreu a desvalorização dos títulos prefixados e híbridos com vencimentos longos, especialmente após as eleições, com todos os sinais negativos dados pelo novo governo em relação aos gastos públicos.

“Havia o sentimento de que o novo governo Lula seria mais parecido com o primeiro mandato do líder do PT, mas ele está mais parecido com o governo Dilma. Colocou Aloizio Mercadante no BNDES, Fernando Haddad no Ministério da Fazenda, a PEC da Transição pedindo para gastar muito mais, mudanças na Lei das Estatais”, ressalta Cruz. “Isso deixa o fiscal bem mais frágil, aumenta demais o risco-País.”

Essa também é a visão de Galvão, analista da Nord Research, e Victor Beyruti, economista da Guide Investimentos.

“São os juros longos que têm a maior resposta em relação a um possível aumento do risco fiscal”, afirma Galvão. “Esses títulos com vencimentos mais longos têm um risco de taxa de juros maior. A variação impacta mais esses investimentos”, diz Beyruti.

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Em resumo, quando o mercado passa a esperar juros mais altos, os títulos prefixados e IPCAs+ com vencimentos mais longos acabam se desvalorizando, já que os investidores passam a exigir mais prêmio para financiar a dívida do Governo. O contrário também é válido: quando o mercado espera juros mais baixos no futuro, os títulos com prazos longos tendem a se valorizar.

Em relação especificamente aos títulos IPCA+, a queda da inflação que ocorreu entre julho e setembro também afetou a rentabilidade. “Foram três meses de deflação e isso derrubou os retornos dos IPCA+, tanto que retiramos totalmente da alocação e voltamos a colocar títulos inflação agora, no finalzinho do ano”, diz Cruz.

Perspectivas para 2023

Para o ano que vem, a expectativa é de que os pós-fixados continuem protagonistas na carteira dos investidores. Cruz afirma que o Banco Central pode voltar a subir juros se a inflação surpreender, o que naturalmente beneficia o Tesouro Selic.

“Como temos um componente fiscal bem incerto e primeiros sinais muito ruins do novo governo em termos de condição econômica, não é impossível desenhar um cenário de alta de juros no ano que vem. Parece improvável, mas não podemos descartar. Por isso, pós-fixados são mais seguros”, afirma Cruz, da RB Investimentos.

Galvão, da Nord, também chama a atenção para possíveis novas altas do juros futuros precificados pelo mercado, o que causaria a desvalorização dos prefixados e IPCAs+. “O que não ocorre com os pós-fixados. Se o Banco Central tiver que subir mais a Selic, os pós vão estar rendendo mais”, diz.

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