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Colunista

Petrobras (PETR4): qual será o futuro da companhia em 2023?

O nome mais cotado para assumir a presidência da estatal é o do senador Jean-Paulo Prates

Por Marco Saravalle

26/12/2022 | 8:59 Atualização: 26/12/2022 | 9:03

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Jean Paul Prates. (Foto: Agência Senado/ Roque de Sá
Jean Paul Prates. (Foto: Agência Senado/ Roque de Sá

O próximo presidente da Petrobras (PETR4) poderá ser o senador Jean-Paulo Prates. A indicação, que deve ser confirmada em breve, não será um grande novidade para o mercado, pois desde a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva o nome do senador é cogitado para o cargo de CEO da estatal.

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Além disso, o senador já discutiu algumas possíveis mudanças na Petrobras em seu posicionamento estratégico, como a política de preços dos combustíveis, dividendos, ampliação de investimentos em refino e renováveis e desinvestimentos.

Prates possui mais de 25 anos de experiência no setor de energia, formado na UERJ em direito e mestre em planejamento de Energia e Gestão Ambiental na Universidade da Pensilvânia. O senador também participou da elaboração da Lei de Hidrocarbonetos de 1997 e abriu o setor de óleo e gás para uma reforma regulatória significativa.

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Copo mais cheio

Apesar das incertezas políticas, a Petrobras possui diversos vetores de crescimento que podem sustentar como uma tese atraente para os próximos anos, observando a tendência de fluxo de caixa, pagamento de dividendos e um balanço forte com múltiplos atrativos. Mas apesar de tudo isso, os analistas estão com classificações neutras e até de venda, dado as preocupações sobre as mudanças políticas e alocação de capital da nova gestão.

Política de preços da Petrobras. Fonte: Petrobras RI
Política de preços da Petrobras. Fonte: Petrobras RI

Segundo o senador Jean-Paulo Prates, a análise dos investimentos para adicionar nova capacidade de refino do novo governo envolvem quatro etapas, que são:

  • Potencial para modernização e reorganização das refinarias já existentes;
  • Potencial para expandir a capacidade através de compra de novos equipamentos em refinaras existentes;
  • Caso esta nova capacidade de refino com expansão e modernização das refinarias já existentes não resolvam o problema, a Petrobras poderá construir uma nova refinaria. Esta nova refinaria contemplaria bioderivados como o hidrogênio e petroquímicos;
  • Caso o déficit de combustíveis persista, o governo poderá adotar medidas para mitigar a volatilidade dos preços internacionais, com contratos de longo prazo por exemplo.

Toda a estratégia que está sendo construída em maior capex à frente, sendo financiado com um menor pagamento de dividendos. O mercado aguarda mais investimentos em energias renováveis e outras tecnologias relacionadas a transição energética.

O mercado também aguarda uma possível redução de desinvestimentos, incluindo a venda de refinarias e ainda a venda planejada da participação na Braskem. Mudanças nas estratégias de preços também são esperadas, o que poderá gerar um efeito significativo no fluxo de caixa, dependendo da forma que forem implementadas.

Teremos mudança na política de dividendos? Ainda é muito cedo para dizer isto, embora os analistas possuam opiniões diversas sobre o tema, com parte do mercado acreditando que o novo governo queira manter os dividendos, considerando os benefícios fiscais para o orçamento. Do outro lado, aliados do novo governo já comentaram sugerindo que os dividendos da Petrobras foram excessivos.

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Foco no E&P – Pelo menos por enquanto…

A companhia busca um foco maior no pré-sal buscando novas baciais, que de acordo com o senador, a Petrobras manterá o foco na produção do pré-sal. Além disso a companhia ainda irá buscar o desenvolvimento de novas áreas, como a Margem Equatorial, com a finalidade de prolongar a vida útil de reservas da companhia.

Estratégia de investimentos em E&P Fonte: Petrobras RI
Estratégia de investimentos em E&P Fonte: Petrobras RI

Esta estratégia geográfica não tem sido considerada uma surpresa, uma vez que a gestão atual tem focado na região Nordeste em Sergipe-Alagoas e vem incluindo a Equatorial em seus planos de exploração, considerando que o primeiro poço está aguardando as licenças ambientais, previstas para os próximos meses. Já investimentos onshore não serão prioridades para a Petrobras em seu novo governo, embora possa haver algumas exceções que façam sentido.

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