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Investimentos

Dólar recua para a mínima em 80 dias. É hora do investidor aproveitar?

Neste primeiro mês do ano, o câmbio americano desvalorizou 3,18% frente à moeda brasileira

Por Artur Nicoceli

30/01/2023 | 9:42 Atualização: 30/01/2023 | 9:42

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Para os investidores que buscam ter o dólar como hedge (ativo de proteção) ou que pretendem alocar capital em produtos negociados no exterior, o ano de 2023 se apresenta até o momento como uma janela de boas oportunidades. Neste primeiro mês do ano, o câmbio norte-americano desvalorizou 3,18% frente à moeda brasileira.

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E, mesmo com a queda de sexta-feira (27), em que o real cedeu 0,74%, cotado a US$ 0,195 (dólar a R$ 5,11), o atual patamar ainda é maior do que dos primeiros dias do ano. Vale destacar que na quinta-feira (26), ao alcançar US$ 0,197, o real fechou no maior valor em quase 80 dias.

Veja o desempenh0 da moeda desde janeiro de 2022

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Especialistas entrevistados pelo E-Investidor justificaram que tanto movimentos internos quanto externos foram responsáveis pela alta da moeda nacional frente ao dólar. Luciano Costa, economista-chefe e sócio da Monte Bravo Investimentos, explicou que um dos motivos é a conduta do Federal Reserve (Fed, ou banco central dos Estados Unidos).

Após uma trajetória de alta nos quatro meses anteriores, o CPI (inflação americana) apresentou uma queda de 0,1% em dezembro. Com isso, o mercado acredita que o banco central dos EUA começará a diminuir os juros na região em breve.

A expectativa de Costa é de que haja três altas nas próximas reuniões, para então começar a redução.

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Como os investidores costumam antecipar as informações, ou seja, precificam um fato que deve acontecer no futuro, e a expectativa é de queda dos juros, o mercado já procura outros países em que o preço dos investimentos esteja interessante.

E o Brasil é um deles, o que leva ao segundo motivo da valorização do real, aponta Matheus Pizzani, economista da CM Capital.

O mercado doméstico é conhecido por ser um forte exportador de commodities, principalmente para a China. Como o país asiático já aponta para o fim da sua política de covid-zero, há expectativa de entrada de investidores no Brasil. “Já é possível notar esse interesse pelo Brasil pela entrada de capital estrangeiro bem significativa em janeiro”, ressalta Pizanni.

Antonio van Moorsel, estrategista-chefe da Acqua Vero, reforça que a inflação brasileira está controlada na comparação com outras economias, como os Estados Unidos e a Europa, já que o Comitê de Política Monetária (Copom) foi um dos primeiros órgãos pelo mundo a aumentar os juros para tentar abater a alta nos preços.

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Para o especialista, a conjuntura econômica brasileira atual aponta que o Banco Central não irá subir mais os juros, mas mantê-los por enquanto – veja a expectativa do mercado para a taxa Selic em 2023 .

Moorsel também lembra que a taxa Selic alta e a inflação relativamente mais baixa – no acumulado de 12 meses está a 5,79% – faz com que o Brasil tenha a maior taxa real do mundo. “Ou seja, o juro, descontado o IPCA, fica mais atrativo ao investidor estrangeiro, que opta por alocar capital aqui”, salienta Moorsel.

Hora de comprar dólar?

Para quem ficou interessado em comprar dólar, as notícias são positivas. De acordo com Rodrigo Cohen, co-fundador da Escola de Investimentos, empresa de educação financeira, o cenário favorável ao real deve permanecer e até melhorar. Afinal, os dados econômicos recentes nos EUA apontaram para uma futura política mais dovish (branda) do Fed, como os do PIB americano e dos postos de trabalho, que vieram acima do esperado.

Dessa forma, os títulos públicos americanos não ficam mais tão atrativos aos investidores. Assim, eles devem migrar seu portfólio para o Brasil, o que valoriza o câmbio brasileiro frente o americano.

Dessa forma, a expectativa de Moorsel, estrategista-chefe da Acqua Vero, é que a moeda brasileira continue se valorizando. Ele recomenda que o investidor compre ativos tanto como hedge ou reserva de valor, já que o dólar é uma moeda mais estável e tem liquidez. “Ter o ativo na carteira é importante”, destaca.

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