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Mercado

Poderia ser pior: entenda a recuperação do Ibovespa em março

O índice chegou a acumular uma queda de 6,6% durante o mês, mas conseguiu reduzir as perdas

Por Jenne Andrade

31/03/2023 | 17:24 Atualização: 31/03/2023 | 18:27

O Ibovespa fechou março com uma baixa de 2,91%, aos 101.882,20 pontos. Ter conseguido encerrar o período nesse patamar pode ser considerado um grande feito, uma vez que o índice chegou a acumular uma desvalorização de 6,7% até o dia 23 – data em que alcançou o nível mais baixo desde julho do ano passado, aos 97.926,34 pontos.

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Motivos para a queda acentuada nas primeiras três semanas do mês não faltaram. No dia 10 de março, a quebra do banco americano de startups Silicon Valley Bank (SVB) acendeu um alerta nos mercados, que ainda temem reviver a crise de 2008. O SVB, 16ª maior instituição financeira dos EUA, foi considerada a primeira vítima relevante do aperto monetário iniciado pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano).

Dois dias depois, em 12 de março, outro banco jogou a toalha: os EUA fecharam o Signature Bank, que estava passando por uma corrida bancária (clientes solicitando saques em massa). No dia 14 de março, o Credit Suisse, que posteriormente foi comprado pelo UBS, anunciou a descoberta de “fragilidades materiais” nos relatórios financeiros. Já em 15 de março, Fed e o JP Morgan Chase ajudaram a resgatar o First Republic Bank.

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Apesar de os analistas não acreditarem que os bancos brasileiros possam ser contagiados, o episódio teve reflexos na bolsa brasileira e ajudou a azedar o humor dos acionistas. Na visão de Victor Beyruti, economista da Guide Investimentos, essa turbulência bancária deve seguir viva no radar dos investidores brasileiros nos próximos meses.

“Uma crise financeira nas economias desenvolvidas não deixaria de ser sentida por aqui. Até agora, já pudemos sentir na pele os efeitos de uma crise de confiança: o aumento da aversão ao risco global e o abandono de ativos considerados mais arriscados – categoria em que ações e títulos do governo de países emergentes, como o Brasil, se encaixam”, afirma Beyruti.

Até o dia 28 de março, os investidores estrangeiros haviam retirado R$ 2,5 bilhões da Bolsa no acumulado do mês. No cenário doméstico, os conflitos entre o Executivo e o Banco Central continuaram gerando incertezas no mercado. O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstrou mais de uma vez estar insatisfeito com o atual patamar de juros, de 13,75% ao ano.

A preocupação dos investidores era de que as críticas se traduzissem em alguma interferência na política monetária, o que afetaria a confiança na economia do País. O ponto alto da aversão a risco ocorreu na noite do dia 22 de março (antes do Ibov perder os 100 mil pontos), quando o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu por manter o nível da Selic.

Reviravolta: Copom e arcabouço fiscal

A recuperação do indicador na última semana de março, intervalo em que o Ibov acumulou alta de 3,09%, aconteceu na esteira de dois fatores: as sinalizações dadas pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), na ata divulgada na terça (28), e o anúncio do tão aguardado “arcabouço fiscal”, feito pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad na quinta-feira (30).

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A ata do Copom é divulgada pelo Banco Central sempre uma semana após as reuniões que definem o nível da taxa básica de juros da economia, a Selic. Essa ata surpreendeu positivamente ao trazer um tom mais enfático em relação ao compromisso com o combate à inflação.

A autoridade monetária ressaltou que não hesitaria em subir a Selic, caso as perspectivas econômicas se tornassem piores. Também destacou que um arcabouço fiscal (conjunto de regras orçamentárias que substituirão o Teto de Gastos) eficiente ajudaria na redução da inflação e, consequentemente, dos juros.

“Eu sou o super a favor da taxa de juros cair, estou esperando isso porque quero ver a Bolsa disparar, mas não acho seja socialmente responsável fazer isso na canetada”, afirma Fábio Sobreira, sócio e analista da Harami Research. “A inflação do mundo inteiro continua resiliente e o Brasil continua dependente de coisas que vem lá de fora. Temos que aguardar para ver como os próximos meses vão se comportar em termos de inflação”, completa.

Para Beyruti, o Banco Central fez certo em não ceder às pressões políticas e manter a taxa em 13,75% ao ano, apesar de a economia brasileira já mostrar alguns sinais de enfraquecimento – o que deve aliviar a inflação.

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“Uma queda precipitada dos juros, como ocorreu em 2011 e 2012 por pressão do Governo, tem o potencial de minar a credibilidade da autoridade monetária, o que pressiona as expectativas de inflação e cobra um preço muito mais alto no médio prazo”, diz o economista da Guide.

Por último, o anúncio do novo arcabouço fiscal tirou o mercado do escuro quanto à condução das contas públicas. Se a regra apresentada por Haddad for aprovada no Congresso, o crescimento anual das despesas só poderá ocorrer até o limite de 70% do crescimento das receitas apuradas nos 12 meses anteriores.

Há também um piso e um teto para o crescimento real das despesas, de 0,6% ao ano a 2,5% ao ano. Ou seja, mesmo que as receitas fiquem muito abaixo do esperado, as despesas ainda poderão crescer 0,6% no ano. E se a arrecadação superar muito o esperado, mesmo assim o crescimento das despesas não poderão exceder 2,5% ao ano.

A proposta prevê mecanismos de punição em caso de descumprimento das regras e metas para os resultados primários, que devem ficar dentro de uma “banda”. Se o resultado primário for abaixo do limite inferior da banda, o governo fica obrigado a reduzir as despesas para 50% das receitas no ano seguinte. Se o resultado primário for acima do limite superior da banda, o excedente poderá ser usado para investimentos públicos.

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Em um primeiro momento, o arcabouço acalmou os ânimos do mercado. Na última quinta (30), data da divulgação das regras, o Ibov fechou em alta de 1,89%. Depois, o índice esmoreceu e terminou o último dia de março em baixa de 1,76%, com os investidores digerindo as novas diretrizes e levantando dúvidas sobre alguns pontos mais frágeis do projeto, como a geração de receita.

“O interessante desse novo arcabouço fiscal é que o governo vai trabalhar para aumentar a arrecadação por meio de revogar isenções fiscais de alguns setores”, afirma Flávio Conde, analista da Levante Ideias de Investimentos. “Eu gostei bastante dessas novas regras, me surpreendeu positivamente. Acredito que vamos ter agora condições de abaixar os juros com menos incertezas, a partir do 2º semestre.”

 

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