• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Como driblar a inadimplência ou sair dela? Especialistas orientam

Segundo o Serasa, 70 milhões de brasileiros têm dívidas em atraso. Seguir estes passos ajudam a sair da situação

Por Artur Scaff

02/05/2023 | 3:00 Atualização: 28/04/2023 | 19:13

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Quase um terço dos brasileiros estão inadimplentes, de acordo com dados do Serasa até março de 2023. Ou seja, pouco mais de 70 milhões de pessoas contraíram dívidas e não conseguiram pagá-las antes do vencimento. Além disso, o montante de inadimplentes segue em uma crescente: só no último ano foram 5 milhões de novos CPFs.

Leia mais:
  • Título do Tesouro como caução de aluguel. A ideia de Haddad é boa?
  • Pesquisa: 35 milhões de brasileiros não têm registros financeiros
  • O cartão de crédito é um vilão? Saiba como utilizá-lo a seu favor
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Segundo o Serasa, o cartão de crédito é responsável por 31,03% do endividamento da população – e, por consequência, da inadimplência. Veja nesta reportagem um retrato do comportamento de consumo e da inadimplência por gerações. 

Luiz Fernando Marchiori, Head de Negócios e Estratégia da QuiteJá, fintech especialista em renegociação de dívidas, destaca o cartão de crédito como o maior vilão. “O negócio é tentar fugir do cartão, porque a dívida vence em trinta dias e o rotativo tem a taxa muito alta. Então, ele segue como o grande vilão do endividamento”, disse.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Contas em atraso do cartão de crédito estão sujeitas a juros do crédito rotativo – oferecido ao consumidor quando ele não faz o pagamento total da fatura até o vencimento – de até 430,5% ao ano, de acordo com dados do Banco Central. Dessa forma, o E-Investidor consultou especialistas em educação financeira e endividamento para apresentar as melhores orientações sobre como sair das dívidas em atraso e manter as contas em dia.

Como evitar a inadimplência?

A primeira orientação de todos educadores financeiros consultados para evitar tanto o endividamento quanto a inadimplência foi a mesma: tenha um planejamento financeiro com ganhos e gastos todos os meses.

Para Marlon Glaciano, especialista em finanças e planejador financeiro, essa organização vai mais além. Segundo ele, o consumidor deve segurar suas despesas até, no máximo, 70% dos seus ganhos mensais e fugir das linhas de crédito. “É importante não ultrapassar o volume de 70% da receita mensal com as despesas. Se planeje financeiramente para a aquisição de um bem evitando tomar empréstimos ou qualquer operação financeira que gere juros. Neste momento, com taxa Selic em 13,75%, não é uma opção realizar essas transações”, disse.

Marchiori ainda completa dizendo que o ideal seria não tomar as linhas de crédito, mas caso tenha optado por esse caminho, o consumidor precisa de um planejamento para pagá-las. “Em um primeiro momento as pessoas se sentem confortáveis ao tomar o crédito, como se o problema estivesse resolvido, mas esquecem do planejamento financeiro para pagar a dívida e com as altas taxas de juros, elas entram em inadimplência”.

Glaciano vai na mesma linha. “O cartão de crédito é um meio de pagamento e não deve ser visto como vilão. Na realidade, a falta de planejamento que se torna uma vilã nessa equação”, afirmou.

O que fazer quando já está inadimplente?

Na situação de inadimplência se encontram mais de 70 milhões de brasileiros, conforme os dados do Serasa. Marchiori destaca que a melhor saída está na renegociação. “Existe a possibilidade de renegociar essa dívida. Na renegociação dá para obter um desconto grande nos juros, nas multas e uma maior flexibilidade para aumentar o prazo de pagamento”, disse.

Publicidade

Buscar novas fontes de renda também pode ser uma saída. Benefícios do governo, como o Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central, o abono salarial do PIS/Pasep e a restituição Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) podem dar um desafogo ao consumidor, por mais que eles não possam ser considerados como fontes de renda constantes.

Ariane Benedito, economista especialista em mercado de capitais, explica que outras formas de conseguir fontes de renda devem ser construídas antes de utilizar o crédito. “Fazer outros trabalhos e conseguir fontes de renda alternativas ajudam a sair da inadimplência. Deixe para usar os instrumentos de financiamento, como o cartão de crédito, em último caso”, orienta.

A inadimplência nas população mais pobre

De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), na entrada do ano de 2023, a parcela da população que mais se endividou foi a que recebe até três salários-mínimos mensais. Dentro desta faixa salarial, 79,2% está endividada.

Benedito explica que a população desta faixa salarial têm mais chances de se endividar porque utilizam modalidades de crédito para itens e serviços básicos de sobrevivência. “Essas pessoas se endividam porque elas não têm os recursos necessários para manter o padrão mínimo que precisam para viver, como vestimenta, educação e contas. Elas acabam usando recursos que parecem facilitadores, como o cartão de crédito e linhas no banco”, disse.

No entanto, Marchiori traz um outro lado do endividamento. De acordo com ele, a população das classes D e E são melhores pagadores que a população de renda superior. O motivo? Os baixos valores de inadimplemento. “As dívidas menores são mantidas sob controle muito mais facilmente que as dívidas maiores”, explicou.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Bancos
  • Cartão de crédito
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crédito
  • dívidas
  • Educação Financeira
  • inadimplência
  • INSS
  • Programa de Integração Social (PIS)
  • Serasa
  • SVR
Cotações
10/02/2026 9h48 (delay 15min)
Câmbio
10/02/2026 9h48 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

  • 3

    Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos

  • 4

    “Investidores institucionais continuam interessados em cripto”, diz head global da Coinbase

  • 5

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Imagem principal sobre o FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Logo E-Investidor
FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Imagem principal sobre o Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Logo E-Investidor
Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Imagem principal sobre o Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Logo E-Investidor
Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Imagem principal sobre o FGTS Digital: o que é e para que serve?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: o que é e para que serve?
Últimas: Educação Financeira
Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice
Educação Financeira
Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

Difícil de entender e provar, crime ocorre de forma velada por causa da confiança que geralmente existe entre vítima e agressor

08/02/2026 | 05h30 | Por Igor Markevich
Não pagou o imposto no prazo? Veja multas, juros e como regularizar a dívida – do IPVA às parcelas do IR
Educação Financeira
Não pagou o imposto no prazo? Veja multas, juros e como regularizar a dívida – do IPVA às parcelas do IR

Com vencimentos concentrados entre janeiro e fevereiro, atrasos em impostos podem encarecer a conta e levar à dívida ativa

06/02/2026 | 16h03 | Por Ana Ayub
Estudo com 4 milhões de CPFs revela quem é o principal vilão das dívidas em atraso
Educação Financeira
Estudo com 4 milhões de CPFs revela quem é o principal vilão das dívidas em atraso

Levantamento da ARC4 mostrou ainda que uma mesma pessoa costuma concentrar mais de uma dívida em aberto

06/02/2026 | 14h36 | Por Beatriz Rocha
Sem juridiquês: Estadão lança série gratuita para explicar reforma tributária na prática; veja como acompanhar
Educação Financeira
Sem juridiquês: Estadão lança série gratuita para explicar reforma tributária na prática; veja como acompanhar

Encontros virtuais serão dedicados a traduzir os impactos da reforma tributária para empresários, investidores e contribuintes

05/02/2026 | 17h20 | Por Isabel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador