Enquanto isso, os mercados acionários europeus avançam, assim como os índices futuros de Nova York sugerem trajetória similar para os mercados à vista por lá hoje. Para além do mundo das bolsas, o dólar avança frente a maioria das divisas, os contratos futuros do petróleo oscilam perto da estabilidade, mas com viés de alta, enquanto os preços futuros do minério de ferro registraram perda de 0,60% na madrugada em Dalian, cotados ao equivalente à US$ 115,50 por tonelada.
Esse viés positivo do exterior, junto com o início da temporada local de resultados corporativos, pode renovar o ânimo dos investidores –apesar da ausência de indicadores de peso e novidades vindas do front político.
Agenda econômica
Brasil: Será divulgado o monitor do PIB de maio (10h15) e o 3º boletim Macrofiscal (13h30), com a atualização das projeções da Secretaria de Política Econômica (SPE) para PIB, inflação e resultado fiscal (13h30). O secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, a subsecretária de Política Macroeconômica, Raquel Nadal, e a subsecretária de Política Fiscal, Débora Freire, concedem entrevista sobre os dados do boletim (14h).
EUA: São esperados apenas os dados do setor de construção (9h30). Entre os eventos do dia, destaque para a publicação dos balanços do Goldman Sachs, antes da abertura dos mercados, além de Netflix, IBM, Tesla e Alcoa, após o fechamento.
Europa: O CPI, índice de preços ao consumidor, do Reino Unido desacelerou para 7,9% em junho, ante a expectativa de 8,1%. O núcleo anual também perdeu força no último mês, a 6,9%, apresentando o primeiro recuo desde janeiro. Esses números da inflação britânica aumentam a percepção de que o Banco da Inglaterra (BoE) optará por uma alta de juros mais moderada, de apenas 0,25 pp, em sua reunião de agosto.