O mesmo movimento positivo também foi observado nas bolsas da Europa, apesar do desconforto causado pelo recente avanço dos preços do gás natural na região, que alimentou as dúvidas sobre a trajetória de inflação, e também de novas considerações do Banco Central Europeu (BCE) a respeito das incertezas em torno das perspectivas de inflação e crescimento na zona do euro.
No Brasil, o ânimo visto durante boa parte do pregão perdeu força no final do dia e deu lugar à expectativa para a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) amanhã, que pode trazer alguma volatilidade para a Bolsa. Desta forma, o Ibovespa não conseguiu interromper a sequência negativa e confirmou a oitava baixa consecutiva, fechando o dia em leve queda de 0,05% aos 118.350 pontos, com giro financeiro de R$ 23,4 bilhões.
No câmbio, o dólar recuou 0,47% frente ao real, cotado a R$ 4,88, enquanto nos juros, o movimento foi de leve queda nos vértices curtos e médios e avanço nos vencimentos mais longos, com investidores de olho no andamento das pautas fiscais do governo no Congresso.