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Colunista

Por que investir em ‘feijões mágicos’ pode valer a pena

Ao entender que tudo é questão da exposição do ativo versus seu patrimônio, o mundo se abre

Por Vitor Miziara

28/11/2023 | 19:03 Atualização: 28/11/2023 | 19:03

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Foto: Freepik
Foto: Freepik

Quem não lembra de João e o Pé de Feijão? Ele aceitou trocar a vaca da família por cinco feijões mágicos na esperança de que aquilo desse certo. Se funcionasse, daria à família dele todas as condições para não passarem mais fome.

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Apesar do alto risco e inocência do João, o resultado foi a galinha dos ovos de ouros e bonança para ele e sua família.

No mercado financeiro há muitas histórias parecidas, com promessas de ganhos absurdos ou ativos com um risco tão elevado quanto o possível retorno. Podemos pensar em criptomoedas, opções de ações, índice e diversos outros investimentos.

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Warren Buffett diz que o risco está em você não saber o que está fazendo e eu concordo, parcialmente, com essa filosofia.

O risco não está apenas em não saber o que você faz, mas sim ao desconhecer qual o tamanho daquele risco que você pode ter na sua carteira. Ao entender que tudo é questão da exposição do ativo versus seu patrimônio, o mundo se abre.

Hoje a taxa de juros está em 12,25% a.a. – um pouco mais de 1% ao mês, correto? Vamos supor que você tenha uma carteira de R$ 100 mil aplicados totalmente em renda fixa, rendendo R$1 mil por mês por causa da taxa de juros.

Depois do primeiro mês, você terá R$ 1 mil na sua carteira que veio de rendimento. Esse valor pode ser usado para operações de mais risco, menos risco ou até retirar para gastar e aproveitar o fruto do rendimento do seu dinheiro.

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Gosto muito de fazer a simulação dos 90% / 10% sendo o maior percentual em renda fixa, o segundo em ações das mais agressivas possíveis no mercado. Usando a matemática como base e considerando um juro de 12% ao ano e uma queda de 50% nas ações que compramos, teríamos o seguinte cenário:

  • Aporte de R$ 100 mil, sendo R$ 90 mil em renda fixa e R$  10mil em ações.
  • Após um ano: os R$ 90 mil valorizaram 12%, ou seja, um total de R$ 100.800 e um valor em ações de R$ 5 mil, já que minha carteira desvalorizou 50%

Nesse cenário, mesmo perdendo 50% do total que investi em ações, ao final de um ano eu tenho pouco mais de R$ 105 mil – acima do dinheiro que coloquei como investimento, e ainda com teoricamente um mercado barato já que caiu 50%.

Se no segundo ano eu realocar novamente minha carteira, retirando 10% da renda fixa para comprar mais ações, se o mercado subir minha carteira terá tido uma performance excepcional.

Esse exercício mostra que todo mundo pode ter ações, em proporções maiores ou menores, dependendo do seu apetite de risco e onde está o restante do seu dinheiro.

Muitos me questionam sobre investir em criptomoedas. Se eu investir 1% da minha carteira nesses ativos e os outros 99% estiverem em renda fixa, estou abrindo mão do retorno de apenas um mês de rentabilidade para me expor à um ativo totalmente volátil. Se ele “quebrar”, fará pouca diferença na minha carteira. Mas se ele valorizar 100%, meu capital terá dobrado com um risco baixíssimo já que minha alocação foi bem pensada.

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Voltando à pergunta que deu inicio à essa análise: se alguém estivesse me vendendo feijões mágicos prometendo que eu poderia encontrar a galinha dos ovos dourados e eles me custassem até 1% da minha carteira, por que não?

Na semana que vem começarei a colocar na minha comunidade do Whatsapp (de graça) ideias de investimentos de alto risco, mas com grandes promessas de retorno. Além de alguns exercícios sobre como calcular a exposição e entender que até feijões mágicos podem fazer parte da carteira de um investidor.

Pra entrar na comunidade basta acessar o link na bio do meu perfil do Instagram @vmiziara

Te espero lá para comprarmos juntos os próximos feijões mágicos!

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