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Investimentos

Como o mercado avalia a JHSF (JHSF3) para uma estratégia de dividendos

Empresa anunciou pagamento mensal de R$ 0,03 por ação até dezembro de 2024. Recomendação de compra não é unânime

Por Katherine Rivas

10/01/2024 | 3:00 Atualização: 10/01/2024 | 12:31

Empreendimento da JHSF, o Boa Vista Village, em Porto Feliz, SP
Empreendimento da JHSF, o Boa Vista Village, em Porto Feliz, SP

Embora a JHSF tenha começado a pagar dividendos mensais, analistas não são unânimes na recomendação da empresa para uma estratégia de ganhos com proventos no longo prazo. Apesar dos esforços da companhia para lidar com o efeito cíclico de seus negócios, analistas ainda estão em dúvida se a JHSF terá capacidade de manter os pagamentos mensais quando houver uma virada do mercado. Para 2024, pelo menos os R$ 0,03 por ação todo mês até dezembro estão garantidos.

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Não há regra no estatuto da JHSF nem política de dividendos que obrigue a companhia a fazer distribuição mensal de proventos. Victor Bueno, sócio e analista de ações da Nord Research, explica que atualmente a JHSF segue a Lei das S.A (Lei 6404/76), que estabelece que os dividendos obrigatórios anuais devem representar no mínimo 25% do lucro líquido do exercício social.

No entanto, mesmo sem ter um payout (parcela do lucro líquido destinada a proventos) estabelecido, a empresa tem superado o mínimo recentemente. “A JHSF vem pagando em torno de 35% do seu lucro líquido na forma de dividendos nos últimos três anos”, comenta Bueno.

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Wellington Antonio Lourenço, analista CNPI da Ágora Investimentos, lembra ainda que a JHSF pode fazer uso da sua reserva de lucros para distribuir dividendos acima do mínimo. Para ele, fracionar os pagamentos anuais em fatias mensais, utilizando os recursos da conta reserva, já sinaliza que a companhia pode fazer dessa distribuição algo recorrente daqui em diante.

Vale a pena para dividendos?

Para alegria dos investidores, a companhia está em um bom ciclo com lançamentos programados. Analistas destacam o loteamento em Bragança Paulista, que tem por intuito criar um condomínio de alto padrão com alguns serviços e deve ser lançado neste ano ou no máximo até 2025.

Segundo Renato Reis, analista da DVInvest/Blue3 Investimentos, o Valor Geral de Venda (VGV) gira em torno de R$ 6,1 bilhões – recurso que deve trazer faturamento rápido, com o dinheiro entrando de uma única vez em caixa. “É uma oportunidade. Sempre que a JHSF fala em loteamento pode esperar naquele ano e nos próximos meses uma enxurrada forte de lucro e resultados”, aponta.

João Lucas Tonello, analista da Benndorf Research, cita que o projeto Bragança deve gerar um crescimento da receita da JHSF em função da venda de lotes, que são contabilizados imediatamente após o fechamento do contrato. “Em momento de lançamentos e alta demanda, a empresa tem taxas de retorno muito altas, o que aumenta os múltiplos de negociação”, destaca.

O oposto também é verdadeiro. “Em momentos de desaceleração e operações cotidianas, em que ainda estão sendo desenvolvidos os lançamentos, as taxas de retorno são menores e os múltiplos também”, reforça Tonello.

  • Veja também: Esta renda fixa bate todos os investimentos e fundos já correm para ela 

Os analistas acreditam que o sucesso do loteamento Bragança Paulista poderia implicar até no pagamento de dividendos extraordinários em 2024. Atualmente, levando em conta apenas os R$ 0,37 prometidos, o dividend yield projetado pelas casas já é considerado atrativo. Tonello, da Benndorf, projeta um dividend yield de 6,99%, com preço-teto de compra de R$ 7,22. No entanto, não considera a JHSF para uma carteira de dividendos de longo prazo.

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Na Ágora, a recomendação é de compra com dividend yield projetado de 4,8% e preço-alvo para JHSF3 de R$ 10 para 2024. A corretora considera na recomendação a continuidade das tendências positivas nas principais linhas de negócio. “Esperamos que o quarto trimestre de 2023 seja um ponto de inflexão, com o lançamento da primeira fase do loteamento em Bragança Paulista (SP), com expectativa de que a desaceleração em incorporação tenha ficado para traz”, afirma Lourenço. Ele pontua que a recomendação de compra, contudo, não está pautada nos dividendos.

Resultados voláteis

Carlos André Marinho Vieira, analista-chefe do TC, acredita que apesar do dividend yield atrativo e das distribuições regulares há risco de não continuidade do pagamento dos proventos, dado que os resultados da companhia ainda são voláteis e o setor de incorporação é vulnerável a juros elevados e incerteza macroeconômica.

Na Nord, Bueno projeta um dividend yield de 6,97%, considerando os 12 pagamentos já programados até dezembro. “Investidores que buscam recebimentos mais regulares e pensando exclusivamente em 2024 podem considerar a companhia para dividendos”, diz. A longo prazo, porém, ele tem dúvidas se a JHSF se consolidará como uma boa pagadora. “Pode se tornar uma boa pagadora de dividendos no futuro. Mas no momento não recomendaríamos a ação para uma carteira de renda passiva de longo prazo, pela menor previsibilidade do setor”, explica.

  • De volta a dividendos, Prio (PRIO3) lidera retornos ao acionista

Na DV Invest, a recomendação é neutra, com um dividend yield de 6,8% em 2024. Reis destaca que faz sentido comprar JHSF3 até o preço de R$ 7,60, mas considera que um valor justo com margem de segurança seria de R$ 6,50. O yield de 6,8% considera um payout de 40%. “Mas com dividendos extraordinários puxados pelo projeto Bragança Paulista o dividend yield pode ser maior”, destaca Reis.

Daniel Nigri, analista e fundador da Dica de Hoje Research, também tem uma postura conservadora e projeta um dividend yield entre 6,5% e 7% para JHSF3. O analista espera que as ações valorizem neste ano até R$ 7,40, mas recomenda a compra com um desconto de 15% a 20%. “Se cair abaixo de R$ 5 fica melhor ainda”, comenta.

O que o mercado pensa da JHSF?

Casa Recomendação
Santander Compra
Ágora Investimentos Compra
BTG Compra
BB Compra
Terra Investimentos Manter
Itaú BBA Manter
XP Compra
Dica de Hoje Research Compra
Nord Research Neutra
Benndorf Research Venda
DV Invest Neutra
TC Neutra

Fonte: Levantamento TradeMap com casas de análise e corretoras

Troca de CEO é bom sinal

Recentemente a companhia trocou seu comando. Thiago Alonso de Oliveira deixou a cadeira de CEO para atuar na expansão da JHSF em mercados internacionais. Outro executivo da casa, Augusto Martins deve assumir a presidência da companhia em fevereiro.

O mercado enxergou com bons olhos este movimento, tendo em vista que Oliveira não foi retirado da empresa, mas passa a atuar em outra área e segue como membro do Conselho de Administração. “Vemos a empresa como meritocrática, trazendo um profissional já interno que estava se destacando há anos e deve trazer crescimento”, avalia Bueno.

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Para Nigri, colocar um executivo que liderou a reestruturação da JHSF para a expansão no mercado internacional significa uma oportunidade de crescimento para a companhia. “Se conseguir consolidar esse crescimento o céu será o limite para a JHSF, passando a ser uma empresa de dezenas bilhões de reais”, afirma.

Procurada pelo E-Investidor, a JHSF comentou que a decisão de pagar dividendos mensais foi feita levando em conta o perfil dos investidores da empresa.

“Esse é o segundo ano em que a companhia optou por pagar os dividendos de forma mensal, assim como fazem algumas outras empresas no mercado brasileiro. Tendo em vista o perfil de acionistas que temos na companhia, acreditamos que essa forma de pagamento é interessante e nossos negócios foram organizados para tal.”, afirma Mara Boaventura Dias, diretora de Relações com Investidores da JHSF.

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