• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Investidor do Tesouro Direto deve ser o grande vencedor na decisão do Copom de hoje

Palpites do mercado se dividem em cortes de 0,25 e 0,50 ponto porcentual. Veja quais títulos comprar após o anúncio da taxa de juros Selic

Por Geovani Bucci

08/05/2024 | 3:00 Atualização: 08/05/2024 | 7:04

Cortes na Selic tendem a aumentar a atratividade de investimentos (Foto: Rmcarvalhobsb em Adobe Stock)
Cortes na Selic tendem a aumentar a atratividade de investimentos (Foto: Rmcarvalhobsb em Adobe Stock)

O mercado financeiro está dividido em meio à expectativa de qual será o corte na taxa básica de juros (a Selic) que será anunciada nesta quarta-feira (8) pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Seja de 0,25 ponto porcentual (pp) ou de 0,50 pp, especialistas consultados pelo E-Investidor apontam que alguns títulos de Tesouro Direto serão beneficiados por conta do índice permanecer em patamar considerado alto por mais tempo que o esperado.

Leia mais:
  • Qual investimento da renda fixa rende 12% ao ano com a Selic atual?
  • 4 títulos do Tesouro Direto que você deve investir, segundo o Itaú BBA
  • SPX Capital: "Financiamento imobiliário não volta aos bancos”
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

É razoavelmente majoritária a visão de que os membros do colegiado optarão por uma redução de um quarto de ponto porcentual, levando a taxa dos atuais 10,75% ao ano para 10,50% ao ano. De acordo com um relatório da XP Investimentos, diante do aumento de incertezas no cenário econômico, a postura do Banco Central (BC) deve se manter cautelosa, com redução no ritmo de flexibilização monetária.

Elaborado pelos especialistas em renda fixa Camilla Dolle, Mayara Rodrigues e Natalia Moura, a publicação aponta que o viés altista das projeções do mercado ocorre por conta das taxas mais altas mantidas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), somadas à insistente presença do risco fiscal doméstico. Por isso, o que importa para os investidores estão resumidos em apenas dois pontos: se haverá unanimidade ou não entre os membros em relação à decisão e se haverá a presença de guidance (projeção) de cortes futuros.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Não esperamos qualquer sinalização explícita para o ritmo de corte e/ou para a taxa Selic terminal”, afirmam os analistas no relatório. “Isto posto, o comitê deve sinalizar que considera a necessidade de manter a política monetária restritiva, com o intuito de trazer a inflação à trajetória da meta.”

  • Leia mais: À espera do Copom, taxas futuras recuam com dólar e Treasuries

De acordo com o economista da Guide Investimentos, Victor Beyruti, a redução no ritmo de corte deve levar a uma maior demanda por renda fixa. “Acredito que todas as categorias de investimento, todas as classes de títulos do Tesouro, se manteriam atrativas, desde a pós-fixada, que se beneficiaria desse juros mais alto por mais tempo, até os títulos prefixados“, afirma.

No entanto, Beyruti diz que a atratividade do Tesouro pode prejudicar a B3 (a Bolsa de Valores) e isso acabaria drenando naturalmente a liquidez da economia. Seria justamente esse um motivo pelo qual o BC resiste a cortes mais agressivos, pois ao reduzir a liquidez a autoridade monetária desacelera o crescimento econômico que pode levar a pressões inflacionárias, segundo o analista.

Na reunião anterior, em março, os membros do Copom reduziram o período do forward guidance (projeção utilizada para influenciar as expectativas do mercado), retirando a sinalização de novos cortes do mesmo tamanho no plural. Desde então, o presidente do Banco, Roberto Campos Neto, passou a adotar um discurso avaliado como mais hawkish (mais duro) em suas participações públicas.

Além disso, há uma preocupação ainda com a área fiscal doméstica, a resiliência do mercado de trabalho e as incertezas sobre a possibilidade de contágio para a inflação, em especial, a de serviços. Para completar, a tragédia com as enchentes no Rio Grande do Sul contribui com mais incertezas em relação à atividade e à perseguição da meta fiscal, a depender do modelo escolhido pelo governo federal para socorrer o Estado.

Como a decisão do Copom impacta o Tesouro?

No mês passado, os títulos públicos prefixados e IPCA+ (indexado à inflação) ficaram suspensos na plataforma – veja os detalhes aqui. Geralmente, há interrupção de negociações quando a volatilidade das taxas de juros está muito alta. Todos do tipo estavam pagando acima de 6% de juro real ao ano (de 6,04% a 6,06%), um marco raro que ocorre em tempos de estresse econômico.

Publicidade

Esse é um exemplo de como as taxas de juros podem impactar o Tesouro.  Em evento realizado no final de março na Hedge Investments, Luis Stuhlberger, gestor da Verde Asset, teve uma fala interessante. “Qualquer conta de matemática elementar diz o seguinte: se o Brasil tiver até 2060 um juro real desse tamanho (de 6%), o País quebrou no caminho. Não dá para chegar em um juro desse, é uma oportunidade imensa”, disse.

  • Confira: O investimento de Stuhlberger para ganhar juros reais ‘insanos’

A maioria dos títulos está atrelada à Selic, ou seja, seus rendimentos são influenciados diretamente por essa taxa. Quando a Selic sobe, a rentabilidade dos títulos públicos também tende a aumentar e vice-versa. Por exemplo, títulos como o Tesouro Selic geralmente são os mais afetados, pois sua rentabilidade está diretamente ligada à taxa básica de juros.

Segundo o analista de fundos da Nord Research, Christopher Galvão, o que deve impactar de verdade os títulos será o tom do comunicado do Copom. “Se o BC decidir reduzir a taxa de juros conforme o esperado, mas adotar um tom mais rígido em relação à inflação, isso pode levar a um aumento nas taxas de juros futuras e nos títulos do Tesouro Direto, especialmente os prefixados”, afirma.

Por outro lado, se a decisão do Banco Central for acompanhada por uma linguagem mais suave em relação à inflação, isso pode levar a uma queda nas taxas de juros do mercado e nos títulos do Tesouro Direto, de acordo com o analista.

Os títulos do Tesouro para comprar

O relatório da XP afirma que há uma visão positiva para a renda fixa de maneira geral, principalmente para títulos atrelados à inflação (IPCA+). “Mesmo com os cortes recentes e esperados, as taxas de juros nominais permanecem elevadas, acima de dois dígitos, e as taxas reais (acima da inflação) estão em patamares ainda mais interessantes, em nossa opinião”, afirmam os analistas no texto.

A visão é corroborada pelo especialista em renda fixa da Suno Research, Vinicius Romano. “Acreditamos que os títulos indexados à inflação com duração intermediária oferecem taxas de retorno atrativas (todos com juro real acima de 6% a.a.), assim como os títulos prefixados com duração mais curta, embora em menor proporção”, diz.

  • Tesouro 6% acima da inflação vai se manter em maio? Especialistas respondem

Para Christopher Galvão, da Nord Research, os títulos prefixados apresentam uma boa oportunidade também. “A sugestão foi investir em títulos prefixados com vencimento por volta de 2035. Esses títulos oferecem uma boa simetria de retorno, especialmente considerando os juros reais atualmente acima de 6%”, recomenda.

Publicidade

O analista também recomenda títulos do Tesouro Selic que torna uma opção atrativa para investidores que buscam flexibilidade, por conta de sua liquidez diária. Para Galvão, a escolha pode servir como uma reserva líquida ou oportunidade para momentos futuros, mantendo uma rentabilidade interessante.

Já a Guide Investimentos se posiciona de maneira mais otimista, pois também vê como positivos os títulos híbridos, que combinam características de prefixados e pós-fixados (os IPCA+ com juros semestrais) “Projetamos uma taxa de juros mais baixa do que o mercado no geral. Ainda há margem para o Copom reduzir a Selic para um valor próximo a 9,25% até o fim do ano”, diz.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Comitê de Política Monetária (Copom)
  • Juros
  • Mercado financeiro
  • Selic
  • Tesouro Direto
Cotações
10/02/2026 8h46 (delay 15min)
Câmbio
10/02/2026 8h46 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

  • 3

    Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos

  • 4

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

  • 5

    “Investidores institucionais continuam interessados em cripto”, diz head global da Coinbase

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Imagem principal sobre o FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Logo E-Investidor
FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Imagem principal sobre o Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Logo E-Investidor
Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Imagem principal sobre o Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Logo E-Investidor
Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Imagem principal sobre o FGTS Digital: o que é e para que serve?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: o que é e para que serve?
Últimas: Investimentos
Logo do E-Investidor com background verde
Investimentos
Gestor da Oi (OIBR3) rebate credores sobre venda de ativo por valor irrisório

Os credores, representados pela UMB Bank, enviaram nesta segunda-feira uma petição à Justiça, contestando o curto prazo para a venda

10/02/2026 | 08h00 | Por Circe Bonatelli
Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?
Investimentos
Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?

Correção no curto prazo não assusta; analistas projetam ouro a US$ 6 mil e sinalizam oportunidades de renda

10/02/2026 | 05h30 | Por Katherine Rivas
Novas provas da Anbima querem melhorar qualidade dos profissionais do mercado
Investimentos
Novas provas da Anbima querem melhorar qualidade dos profissionais do mercado

Exames CPA-10, CPA-20 e CEA vão ser substituídos; novas provas também vão avaliar habilidades de comportamento, com simulação de cases e código de ética

09/02/2026 | 11h58 | Por Luíza Lanza
BTG Pactual entrega lucro recorde no 4T25 e cresce forte, mas ação já embute expectativas altas
Investimentos
BTG Pactual entrega lucro recorde no 4T25 e cresce forte, mas ação já embute expectativas altas

Resultados reforçam a solidez do modelo, mas analistas discutem até onde o crescimento justifica o preço da ação em 2026

09/02/2026 | 11h15 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador