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Também seguem no radar os balanços das empresas, que revelam os resultados do primeiro trimestre deste ano.
O colegiado ficou dividido em relação aos rumos dos juros no Brasil: 5 votos a 4, em favor da desaceleração do corte. A última vez que houve tamanha divisão foi na reunião de agosto de 2023, quando teve início o atual ciclo de baixa, relembra em nota a MCM Consultores.
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Agora, crescem as expectativas pela divulgação da ata do Copom, na terça-feira (14). “A ata trará os argumentos da ala perdedora, composta pelos diretores indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)”, cita a MCM.
Além disso, o recuo de 1,65% do minério de ferro, em Dalian, na China, pode pesar no Índice Bovespa, a despeito de números da balança comercial chinesa melhores que o esperado em abril. Os contratos futuros do petróleo, por sua vez, reagem em alta.
No exterior, destaque para a divulgação dos pedidos de auxílio-desemprego americanos. Houve alta de 22 mil, a 231 mil, na semana, o que ajuda a aliviar a queda dos índices futuros de ações norte-americanas. Isso pode retomar as expectativas de que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) inicie o corte de juros neste ano.
Ainda pela manhã, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou em cinco das sete capitais pesquisadas, entre abril e maio. O índice variou de 0,42% para 0,45% no período. A aceleração mais significativa entre as capitais aconteceu em Porto Alegre (0,10% para 0,29%).
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*Com informações do Broadcast
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