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Radar da Imprensa

Dividendos e JCP: qual a diferença entre esses proventos?

Entenda as diferenças entre as remunerações e como elas impactam o seu bolso

Por Jéssica Anjos

02/08/2024 | 14:37 Atualização: 02/08/2024 | 14:37

Dividendos e JCP: qual a diferença entre esses proventos?
Foto: Adobe Stock
Dividendos e JCP: qual a diferença entre esses proventos? Foto: Adobe Stock

No mundo dos investimentos, especialmente no mercado de ações, os investidores frequentemente se deparam com dois termos: dividendos e Juros Sobre Capital Próprio (JCP).

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Ambos são formas de remuneração aos acionistas, mas possuem características e implicações fiscais distintas. Entender essas diferenças é o primeiro passo para quem busca aumentar os rendimentos e planejar melhor sua estratégia de investimento.

O que são dividendos?

Conforme explicamos nesta reportagem, a distribuição de dividendos é um dos fatores mais atraentes para os investidores na hora de decidir pela compra de ações. Além de se tornarem donos de uma parte da empresa, os acionistas têm a possibilidade de receber uma parcela dos lucros gerados. Essa renda extra é especialmente atrativa em tempos de juros baixos e maior busca por diversificação dos investimentos.

No entanto, é importante destacar que a regularidade dos dividendos não é garantida. O valor distribuído aos acionistas pode variar conforme os resultados financeiros da empresa, e, em situações onde a saúde financeira da companhia esteja em risco, o pagamento de dividendos pode ser suspenso.

O que são JCP?

O E-Investidor mostrou nesta reportagem que os Juros Sobre Capital Próprio (JCP) são uma forma de remuneração menos conhecida, mas igualmente interessante para os investidores da bolsa de valores. Criado no Brasil, o JCP permite às empresas remunerarem seus acionistas de uma forma que, além de beneficiar os investidores, também reduzem a carga tributária da companhia.

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Para as empresas, o JCP é contabilizado como despesa, reduzindo o lucro líquido e, consequentemente, o montante sobre o qual incidem os impostos. Já para os acionistas, o valor recebido está sujeito a uma tributação de 15% na fonte. Essa característica torna o JCP uma ferramenta eficaz para empresas, tanto consolidadas quanto emergentes, potencializarem seus investimentos e gerirem melhor suas finanças.

Os JCP oferecem uma remuneração adicional aos investidores e são contabilizados como despesa pelas empresas, pois são deduzidos antes da apuração do lucro líquido. Assim, para as empresas, a vantagem é que essa prática permite uma redução nos impostos.

Na contabilidade, o funcionamento é o seguinte: ao distribuir os JCP, o lucro da empresa é reduzido. Quando chega o momento de pagar os tributos à Receita Federal, os impostos são calculados sobre um valor menor, resultando em uma diminuição do montante a ser pago ao governo.

Qual é a diferença entre JCP e dividendos?

A legislação brasileira obriga as empresas de capital aberto a distribuir pelo menos 25% dos lucros líquidos anuais na forma de dividendos. Esses lucros são calculados após a dedução de todas as despesas e tributos, e a tributação sobre os dividendos é de responsabilidade da empresa, não afetando diretamente o investidor.

Por outro lado, o JCP é considerado uma despesa operacional da empresa. Ao distribuir JCP, a empresa diminui seu lucro tributável, reduzindo assim o imposto de renda devido. No entanto, o acionista que recebe JCP arca com uma tributação de 15% sobre o valor recebido.

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Para os investidores, entender essas nuances é crucial para uma estratégia de investimento eficaz. Empresas que pagam bons dividendos podem ser atraentes para aqueles que buscam renda passiva e estabilidade. Já as que distribuem JCP podem oferecer vantagens fiscais que beneficiam tanto a empresa quanto o acionista. Portanto, na hora de escolher onde investir, é importante considerar não apenas o potencial de lucro, mas também a forma como esses lucros serão distribuídos.

Colaborou: Gabrielly Bento.

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