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Dólar pode ficar mais fraco até o fim do ano, diz CEO do Itaú (ITUB4); entenda os motivos

No cenário local, o executivo comenta que, além do lado fiscal, a balança comercial pesou no preço da moeda americana

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

07/08/2024 | 13:53 Atualização: 07/08/2024 | 13:53

CEO do Itaú espera queda do dólar por redução de juros nos EUA (Foto: Adobe Stock)
CEO do Itaú espera queda do dólar por redução de juros nos EUA (Foto: Adobe Stock)

Em entrevista coletiva com jornalistas após reportar um lucro líquido gerencial de R$ 10,072 bilhões no segundo trimestre deste ano, o CEO do Itaú (ITUB4), Milton Maluhy Filho, disse esperar um dólar mais fraco ao fim de 2024 devido aos cortes de juros que devem acontecer nos EUA. Na visão do executivo, o banco central americano deve fazer três cortes em 2024. A estimativa é de que as reduções de juros comecem na reunião de setembro com uma magnitude de cortes de 0,25 ponto porcentual.

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A expectativa, com base na opinião de Maluhy Filho, é de que os Fed Funds (taxa de juros dos EUA) encerrem o ano no intervalo de 4,5% a 4,75% ao ano. “Estimamos três cortes de juros de 0,25 ponto porcentual nos EUA, que devem começar em setembro. Se isso acontecer, a cotação do dólar deve ficar um pouco mais baixa que a dos patamares atuais”, diz o presidente do Itaú.

Na última segunda-feira (5), o dólar chegou a bater R$ 5,86 nas máximas, conforme esta reportagem. No entanto, o mercado entrou em calmaria no dia seguinte e a moeda dos EUA encerrou a terça-feira (6) cotada R$ 5,65.

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No cenário local, o executivo comenta que as questões fiscais chegaram a pesar no preço da moeda americana ante real. Entretanto, Maluhy afirma que acredita que o governo tem feito esforços para entregar o arcabouço fiscal e que esse não é único motivo para a recente disparada da moeda. “A gente observa uma leve piora na balança comercial, com as importações crescendo em detrimento das exportações. Vale lembrar que dólar alto não é um problema, o problema é o dólar elevado por um longo período de tempo”, explica.

Além do dólar, inflação preocupa o CEO do Itaú

Para outras questões macroeconômicas brasileiras, Maluhy Filho manifestou preocupação com a inflação. Segundo ele, a perda de valor da moeda brasileira é um dos maiores problemas da desigualdade social. Isso porque, lembra ele, a inflação acelerada corrói o poder de compra dos mais pobres.

Justamente por causa desse temor de inflação acelerada, o presidente do banco calcula que a taxa Selic deve encerrar o ano a 10,50%. “Estimamos a Selic a 10,50% até o fim de 2024. Acreditamos que essa decisão cabe ao Banco Central, mas estimamos que a instituição tomará a decisão correta para reduzir os riscos da inflação, que afeta os mais pobres”, argumenta Maluhy Filho.

Chance de recessão nos EUA é baixa

Durante a coletiva com os jornalistas, o presidente do maior banco privado do país também observou que a chance de recessão nos EUA é baixa e, por isso, o banco não deve reduzir o apetite para concessão de empréstimos. A semana começou turbulenta para os mercados após a bolsa de valores do Japão desabar 12,40%, na maior queda diária desde 1987. A baixa ocorreu após o mercado temer uma recessão americana devido aos dados da geração de empregos dos EUA, que ficaram abaixo do esperado

“A chance de recessão na economia americana é baixa. O que a gente vê são ambos indicadores econômicos em territórios positivos. Por isso, esperamos um crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA. Naturalmente, no Japão houve um movimento muito específico. No entanto, os EUA possuem uma alavanca poderosa, que é a política monetária”, relata. Maluhy Filho.

Além de falar sobre o dólar e questões econômicas, o presidente do Itaú revelou a data de divulgação dos dividendos extraordinários. Para saber a data do pagamento dos proventos e quais são as estimativas dos analistas, leia esta reportagem.

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