• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Recessão nos EUA: últimas crises americanas mexeram com bolso dos brasileiros; entenda riscos

Quando a maior economia do mundo desacelera, os demais países também sentem os efeitos negativos; entenda

Por Janize Colaço

13/08/2024 | 3:00 Atualização: 14/08/2024 | 14:11

Mercado acionário dos EUA (Foto: Adobe Stock)
Mercado acionário dos EUA (Foto: Adobe Stock)

A possibilidade de uma recessão nos Estados Unidos gerou um pânico generalizado nos mercados globais na última semana. Não é à toa: quando a maior economia do mundo desacelera, os demais países também sentem os efeitos negativos — em maior ou menor medida, e dificilmente ficam ilesos. Mesmo que não haja consenso entre especialistas se de fato estamos diante de uma nova crise econômica americana, o que a história deixa de legado é que os impactos de momentos como esse são sentidos na vida (e bolso) até dos brasileiros.

Leia mais:
  • Caos na bolsa do Japão deixa mercado no escuro
  • Dólar a R$ 7? Entenda por que isso não deve acontecer
  • Mercado volátil exige postura estratégica do investidor
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O recente temor de que os EUA estariam entrando em recessão aconteceu por causa do relatório de empregos (payroll), divulgado pelo Departamento do Trabalho. Na sexta-feira (2), foi reportado que em julho a criação de vagas ficou em 114 mil, abaixo das expectativas de analistas, cuja mediana era de 180 mil. Além disso, a taxa de desemprego aumentou para 4,3% em julho, ante previsão de 4,1%.

Rapidamente a regra de Sahm passou a embasar teorias sobre o início de uma crise econômica. O indicador desenvolvido por Claudia Sahm, ex-economista do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), funciona como um modelo preditivo de recessão baseado na média móvel de três meses da taxa de desemprego: se ela aumentou em 0,5 ponto percentual ou mais em relação ao seu valor mínimo nos últimos 12 meses, é sinal de desaceleração econômica. Em julho de 2023, a taxa de desemprego nos EUA estava em 3,8%.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

No entanto, a própria criadora do modelo vai contra a sua teoria e afirmou que os sinais de uma recessão dependem da retração de outros indicadores econômicos, para além da taxa de desemprego. A recessão técnica, por exemplo, caracteriza-se quando o crescimento econômico do país, acompanhado por seu Produto Interno Bruto (PIB), for negativo por dois trimestres consecutivos. No primeiro trimestre de 2024 e no último do ano passado, o indicador avançou 1,3% e 3,4%, respectivamente. Ainda assim, a regra de Sahm foi precisa quando aplicada em crises americanas mapeadas entre 1953 e 2020: o aumento de 0,5 p.p. da taxa de desemprego foi percebido entre um e oito meses antes das recessões.

Leia mais: EUA estão à beira de uma nova crise econômica? Veja como proteger seus investimentos

“Considerando tudo o que sabemos, ou que achamos que sabemos, os EUA não estão em uma recessão”, disse Claudia Sahm, como mostrou o Estadão. “Sobre os riscos de entrar em uma recessão nos próximos três a seis meses? Eles realmente aumentaram.”

Como uma crise nos EUA afeta outros países?

Quando o índice Dow Jones, de Nova York, caiu 22% em 19 de outubro de 1987, os seus reflexos também foram globais. O evento conhecido como “Black Monday” foi responsável por mudanças regulatórias nas operações de trading, o que inclui até mesmo a criação do circuit breaker (ferramenta que interrompe todas as negociações quando o mercado apresenta quedas atípicas e generalizadas).

Só que as Bolsas de Valores ao redor do mundo também tiveram perdas significativas, como a da Nova Zelândia, que caiu 60%. Naquele pregão, o índice Bovespa recuou 16%. A aversão a risco dos investidores foi global, porém a recessão americana viria apenas alguns anos depois.

Publicidade

No final dos anos 1990, os índices de Nova York já haviam se recuperado e eram impulsionados pelas empresas de tecnologia, especialmente aquelas relacionadas à computação, como a IBM e a Microsoft. Entre janeiro de 1998 e os três primeiros meses de 2000, o Nasdaq teve uma valorização de mais de 70%. O estouro da “bolha ponto com” (dot com bubble, em inglês) ocorreu pouco após o índice atingir 5.048,62 pontos, em 10 de março de 2000, então recorde nominal.

Daquela data até dezembro de 2002 (veja gráfico acima), o Nasdaq devolveu praticamente todo esse ganho e sua pontuação nominal voltou para patamares de 1998. Vale lembrar que, em meio a esse período, os EUA foram abalados pelos ataques do 11 de setembro de 2001, que além da tragédia humana, alimentou a cautela dos investidores.

Mas o cenário de aversão a risco e de instabilidade econômica mundial não ficou restrito às fronteiras norte-americanas. O Ibovespa, a exemplo disso, embora tenha apresentado momentos de ganhos, fechou esse período de quatro anos com uma alta de apenas 15%. “Por aqui, houve também uma valorização do dólar, que subiu de R$ 1,8 no início do ano 2000 para cerca de R$ 2,4 no final de 2002”, aponta Rafael Haubrich, head de offshore da Manchester Investimentos.

Publicidade

Uma gradual recuperação da economia brasileira transcorreu até 2008, quando uma nova crise se originou no mercado imobiliário americano e rapidamente se espalhou para o mundo. A crise do Subprime, decorrente da concessão de empréstimos hipotecários de alto risco, resultou na falência do Lehman Brothers e outras instituições, além de uma recessão: o PIB americano contraiu, a taxa de desemprego subiu para mais de 10%, e o Fed precisou injetar US$ 850 bilhões em bancos para evitar um colapso do sistema financeiro.

Haubrich explica que a economia brasileira foi impactada pela crise de 2008 com a fuga de capitais e a aversão ao risco. “Isso afetou o resultado das empresas e da nossa balança comercial”, diz. O head da Manchester Investimentos aponta que entre março e novembro de 2008 o Ibovespa teve uma queda de quase 50%, enquanto o dólar subiu mais de 40%.

Os EUA caminham para uma nova recessão?

Matheus Spiess, estrategista da Empiricus, não acredita que os EUA estejam em recessão, mas em processo de normalização. “Lembrando que, para que haja uma recessão, precisamos de trimestres negativos de PIB e um erro de política monetária é difícil no contexto atual.”

Embora veja brecha para o início da flexibilização da política monetária americana, com cortes de juros graduais, para ele não há margem para uma desaceleração da economia americana no curto prazo. “A recessão pode eventualmente vir, mas não agora. Isso não impede que haja cortes de juros. Acredito em pelo menos dois cortes de 25 pontos-base este ano, em setembro e dezembro”, aponta.

Publicidade

Rafael Schmidt, sócio da One Investimentos, também não acredita que a economia americana esteja em recessão, mas lembra que o mercado costuma antecipar esses cenários e pode estar incorporando essas expectativas nos preços das curvas de juros.

“Quando comparamos os juros das treasuries americanas de dois anos com os de dez anos há uma inversão, com os juros de curto prazo sendo mais baixos do que os de longo prazo, isso geralmente sinaliza que o mercado dos EUA está antecipando uma recessão”, afirma.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crise de 2008
  • Estados Unidos
  • Recessão EUA
Cotações
01/01/2026 17h51 (delay 15min)
Câmbio
01/01/2026 17h51 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    CDBs do Banco Master: o que acontece com a garantia do FGC se a liquidação for revertida

  • 2

    Ibovespa hoje toca os 162 mil pontos e fecha em alta de 0,40% com dados de emprego no Brasil e ata do Fed no último pregão de 2025

  • 3

    Os rumos da Bolsa de Valores em 2026 e que você precisa acompanhar

  • 4

    Por que a Geração Z e Millennials veem nas criptomoedas uma saída para construir riqueza

  • 5

    FIIs encerram 2025 com R$ 180 bilhões e avançam para nova fase do mercado

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Mega da Virada: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 1,09 bilhão?
Logo E-Investidor
Mega da Virada: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 1,09 bilhão?
Imagem principal sobre o Mega da Virada 2025: confira resultado do sorteio do prêmio de R$ 1,09 bilhão
Logo E-Investidor
Mega da Virada 2025: confira resultado do sorteio do prêmio de R$ 1,09 bilhão
Imagem principal sobre o Quando será o próximo sorteio da Mega-Sena, após Mega da Virada?
Logo E-Investidor
Quando será o próximo sorteio da Mega-Sena, após Mega da Virada?
Imagem principal sobre o Mega da Virada 2025: que horas sai o resultado do sorteio especial?
Logo E-Investidor
Mega da Virada 2025: que horas sai o resultado do sorteio especial?
Imagem principal sobre o Resultado da Quina 6915: SORTEIO SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Logo E-Investidor
Resultado da Quina 6915: SORTEIO SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Imagem principal sobre o Como será assistência para vítimas de violência doméstica não seguradas pelo INSS?
Logo E-Investidor
Como será assistência para vítimas de violência doméstica não seguradas pelo INSS?
Imagem principal sobre o Saiba quais são as chances de acertar os seis números da Mega da Virada e faturar R$ 1 bilhão
Logo E-Investidor
Saiba quais são as chances de acertar os seis números da Mega da Virada e faturar R$ 1 bilhão
Imagem principal sobre o Quem pode realizar o saque do FGTS ainda em 2025?
Logo E-Investidor
Quem pode realizar o saque do FGTS ainda em 2025?
Últimas: Mercado
Ibovespa: Natura se destaca no último pregão do ano; Embraer tem o pior desempenho
Mercado
Ibovespa: Natura se destaca no último pregão do ano; Embraer tem o pior desempenho

Índice da Bolsa terminou o dia em alta de 0,4%, aos 161.125,37 pontos; no ano, a valorização chegou a 34%

30/12/2025 | 19h46 | Por Jenne Andrade
Mercado hoje: último pregão de 2025 traz clima de calmaria e Ibovespa perto de alta histórica
CONTEÚDO PATROCINADO

Mercado hoje: último pregão de 2025 traz clima de calmaria e Ibovespa perto de alta histórica

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Os rumos da Bolsa de Valores em 2026 e que você precisa acompanhar
Mercado
Os rumos da Bolsa de Valores em 2026 e que você precisa acompanhar

Com juros em trajetória de queda e ações ainda descontadas, o Ibovespa pode oferecer boas oportunidades em 2026. Veja os investimentos que devem se destacar

30/12/2025 | 05h30 | Por E-Investidor
Ibovespa hoje toca os 162 mil pontos e fecha em alta de 0,40% com dados de emprego no Brasil e ata do Fed no último pregão de 2025
Mercado
Ibovespa hoje toca os 162 mil pontos e fecha em alta de 0,40% com dados de emprego no Brasil e ata do Fed no último pregão de 2025

O índice da B3 encerrou hoje com alta de 33,95%, a maior em nove anos, apesar da fraqueza em NY. Veja como a Bolsa reagiu às notícias de hoje (30)

30/12/2025 | 04h45 | Por Igor Markevich

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador