• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

A boa notícia que a ata do Fed traz a investidores brasileiros

Ata mostra que BC dos Estados Unidos está pronto para iniciar os cortes de juros, o que é positivo para Brasil

Por Luíza Lanza

21/08/2024 | 17:02 Atualização: 21/08/2024 | 17:02

Edifício do Federal Reserve nos EUA, em Washington DC (Foto: Envato Elements)
Edifício do Federal Reserve nos EUA, em Washington DC (Foto: Envato Elements)

Foi divulgada nesta quarta-feira (21) a ata da reunião de política monetária do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), realizada nos dias 30 e 31 de julho. O grupo manteve a taxa de juros dos Estados Unidos inalterada na faixa entre 5,25% e 5,5% naquela ocasião, mas o ciclo de juros altos por lá pode estar com os dias contados. Ao menos, é o que indicou o documento.

Leia mais:
  • Máxima histórica: até onde vai o recorde do Ibovespa?
  • Da lama à nova máxima histórica: o que provocou a reviravolta do Ibovespa no ano?
  • Por que gestores dão como certa a nova alta da Selic?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A ata mostra que a “vasta maioria” dos membros do Fed espera que seja apropriado cortar juros na próxima reunião, marcada para os dias 17 e 18 de setembro, caso os dados econômicos continuem a vir dentro do esperado. Alguns integrantes do colegiado destacaram que havia espaço para um corte de 25 pontos-base já naquele encontro de julho, dado o progresso na inflação e o aumento na taxa de desemprego.

O documento confirma o que o mercado já vinha especulando havia um tempo: o tão esperado ciclo de cortes de juros nos EUA deve começar em setembro. Para Danilo Igliori, economista-chefe da Nomad, a pergunta que permanece em aberto agora é o tamanho do corte. “Após a publicação da ata, houve ajustes nos contratos de juros que agora colocam 60% de probabilidade do corte ser de 0,25 pontos-base (bps, na sigla em inglês) e 40% para um corte de 0,50 bps. Os mercados nos EUA reagiram positivamente”, destaca.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

E isso pode impactar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para a mesma data de setembro. Por aqui, a desancoragem das expectativas de inflação em um momento de transição de mandatos na presidência do Banco Central faz uma parte cada vez mais relevante do mercado acreditar que a instituição monetária precisará subir a taxa básica de juros brasileira, a Selic, na próxima reunião. Mostramos aqui a opinião de grandes gestores do mercado sobre o tema.

“Podemos inferir que as chances de um aumento da taxa Selic já em setembro perdem força se o corte de juros nos EUA for de 0,5 bps. Por outro lado, se o Fed decidir por 0,25 bps pode ficar difícil evitar um novo aperto por aqui”, diz Igliori.

A mensagem repercutiu bem no mercado. Logo após a divulgação da ata. “Os dirigentes reforçaram a mensagem dovish que posiciona a instituição para um possível corte de juros na próxima reunião, perspectiva que fez hoje o dólar se afastar das máximas e a Bolsa retomar sua força”, destaca Jefferson Laatus, chefe-estrategista do grupo Laatus. Por volta das 16h55, o dólar recuava, pressionando o índice DXY, que mede a divisa americana ante uma cesta de seis rivais fortes, a operar no menor nível desde dezembro de 2023. A cotação da moeda americana, que chegou a ser negociada a R$ 5,50 no início da tarde, cedeu para R$ 5,48.

Apesar de importante, a ata do Fed não é o único evento da semana que dará sinais sobre o futuro da política monetária nos EUA. Na sexta-feira (23) acontece o Simpósio de Jackson Hole, um evento de economia sempre marcado pelo discurso do presidente do Fed, Jerome Powell. Carla Argenta, economista-chefe da CM Capital, explica que o evento é importante, pois a ata traz observações dos dirigentes do BC americano com dados de inflação e mercado de trabalho referentes a julho. Desde então, novos indicadores já foram divulgados.

Publicidade

A mensagem de Powell pode ser, portanto, “mais atualizada” do que a ata do FOMC. “É esperado que nós tenhamos uma queda em setembro, mas o Fed entende que os dados posteriores serão absolutamente importantes para a definição da política monetária futura”, diz Argenta.

Bom para o Brasil

Como contamos nesta reportagem, os cortes de juros nos EUA também são positivos para o mercado brasileiro. Desde a virada de 2023 para 2024, quando o mercado começou a esperar pelo início do afrouxamento monetário por lá, os cortes dos juros são consideradas um dos principais gatilhos positivos para mercados emergentes. Um cenário que pode beneficiar o Brasil.

A alta da taxa de juros americana tirou liquidez dos mercados de risco, porque fez aumentar o retorno do investimento considerado o mais seguro do mundo, os títulos públicos americanos. Com o receio de uma recessão econômica forte por lá, o fluxo de dólar sai dos mercados emergentes em busca de maior proteção; o que penalizou muito o Ibovespa ao longo de 2024.

Aos poucos, os gringos têm voltado a olhar para a B3. Julho foi o primeiro mês de entrada positiva de capital estrangeiro por aqui e agosto dá continuidade a essa tendência, com uma entrada de R$ 7,6 bilhões até a segunda-feira (19). Isso ajudou o IBOV a bater o maior patamar de fechamento de sua história, de 136 mil pontos.

No acumulado de 2024, no entanto, o saldo ainda é negativo em R$ 28,8 bi. Isso dá um sinal de que pode haver espaço para altas ainda maiores no Ibovespa, caso os gringos voltem de vez para o mercado brasileiro. “Esse é o principal fator. Se o fluxo estrangeiro continuar, o Ibovespa pode subir bastante e ainda ter múltiplos (P/L, preço sobre o lucro, ou EV/EBITDA) em linha com o que vimos nos últimos 10 anos”, afirma Luís Moran, chefe de análise da EQI Research. “Se o fluxo não continuar, contudo, não há fundamento que sustente os preços”, diz ele. Espera-se que o corte de juros nos EUA sinalizado pela ata do Fed colabore com esse movimento de entrada de dinheiro gringo.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Estados Unidos
  • Federal Reserve System (Fed)
  • Taxa de juros
Cotações
11/02/2026 8h44 (delay 15min)
Câmbio
11/02/2026 8h44 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

  • 3

    Ibovespa hoje cai e perde os 186 mil pontos com IPCA, Haddad e dados dos EUA no foco

  • 4

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

  • 5

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Logo E-Investidor
Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Imagem principal sobre o INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Logo E-Investidor
INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Logo E-Investidor
FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Imagem principal sobre o INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Logo E-Investidor
INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje espera por payroll nos EUA, falas de Galípolo e pesquisa eleitoral sem candidato-chave para 2026; petróleo avança e dólar cai
Mercado
Ibovespa hoje espera por payroll nos EUA, falas de Galípolo e pesquisa eleitoral sem candidato-chave para 2026; petróleo avança e dólar cai

Mercado se atenta ao emprego americano e discursos de autoridades monetárias

11/02/2026 | 04h30 | Por Manuela Miniguini
Scotiabank destaca fluxo de caixa robusto da Petrobras e eleva preço-alvo
Mercado
Scotiabank destaca fluxo de caixa robusto da Petrobras e eleva preço-alvo

A estatal mantém rendimento de caixa livre de 12,8%, mesmo com o petróleo Brent cotado a US$ 55

10/02/2026 | 19h49 | Por Gabriela da Cunha
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) sobe 8%; Eneva (ENEV3) e Raízen (RAIZ4) afundam
Mercado
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) sobe 8%; Eneva (ENEV3) e Raízen (RAIZ4) afundam

Dia foi marcado por queda das ações da Vale (VALE3) e valorização dos papéis da Petrobras (PETR3;PETR4)

10/02/2026 | 19h42 | Por Beatriz Rocha
Brasil tem número recorde de recuperações judiciais e acende alerta para 2026
Mercado
Brasil tem número recorde de recuperações judiciais e acende alerta para 2026

Com 5.680 companhias em RJ, alta reflete juros elevados, crédito restrito e decisões adiadas; especialistas alertam para riscos em 2026

10/02/2026 | 19h16 | Por Igor Markevich

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador