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Tempo Real

Ibovespa hoje abre em queda após 3º recorde seguido; veja 4 destaques do dia

A desvalorização inicial do índice hoje gera dúvidas sobre um novo pregão de sucesso na Bolsa

Por Silvana Rocha, Maria Regina Silva e Camilly Rosaboni

22/08/2024 | 10:19 Atualização: 22/08/2024 | 10:19

Imagem: Adobe Stock
Imagem: Adobe Stock

O Ibovespa hoje abriu em queda de 0,06%, aos 136.380 pontos nesta quinta-feira (22). A abertura de negócios ocorre de olho na ata do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e no terceiro recorde seguido do índice, ambos da última quarta-feira (21).

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A desvalorização inicial do principal índice da B3 hoje gera dúvidas sobre a possibilidade de um novo pregão de sucesso após três sessões consecutivas de fechamento em máxima histórica, o último aos 136.463,65 pontos, impulsionado pelo avanço firme dos papéis da Vale (VALE3) e das siderúrgicas – veja aqui como encerrou o pregão.

A agenda desta quinta-feira traz uma nova ata no radar: a da última reunião monetária do Banco Central Europeu (BCE). Enquanto isso, os investidores estão ansiosos pelo discurso do presidente do BC americano, Jerome Powell, em Jackson Hole, onde o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, representará o Brasil.

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Ainda no exterior, serão divulgados os pedidos semanais de auxílio-desemprego e o índice de atividade nacional em julho nos EUA, assim como as prévias de agosto dos índices de gerentes de compras (PMI) do país e as vendas de moradias usadas em julho.

No cenário local, a Receita Federal apresenta a arrecadação do governo referente ao mês de julho. Investidores ainda acompanham a reunião do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com o Conselho Monetário Nacional (CMN), e a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em posse dos ministros Antonio Herman Benjamin e Luis Felipe Salomão nos cargos de, respectivamente, presidente e vice-presidente do STJ. Confira a agenda completa nesta matéria.

Confira os 4 assuntos em alta no Ibovespa hoje

Bolsas internacionais

Um apetite moderado por risco impulsiona os índices futuros de ações em Nova York, ecoando a reação positiva em Wall Street à possibilidade de um corte de juros em setembro, após a revisão para baixo na criação de empregos nos Estados Unidos e a divulgação da ata do Federal Reserve.

As ações da Microsoft (MSFT34) caíam 0,10% no pré-mercado às 7h02, após a empresa cortar sua projeção para receita de computação pessoal e na nuvem para o trimestre atual.

Os juros dos Treasuries (títulos da dívida estadunidense) sobem, enquanto o dólar se enfraquece em relação ao euro e à libra, que reagem positivamente aos PMIs da zona do euro e do Reino Unido acima das previsões.

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No entanto, a queda do PMI composto alemão para o território de contração, abaixo de 50, e ao menor nível em cinco meses contém o ânimo e alimenta cautela com a maior economia da Europa. Por sua vez, as bolsas europeias firmam tom positivo em reação aos dados de atividade na zona do euro.

Ata do Fed e juros nos EUA

Além da expectativa pelos indicadores americanos nesta quinta-feira, os investidores estão ansiosos pelo discurso do presidente do BC americano, Jerome Powell, em Jackson Hole na sexta-feira (23), para calibrar as apostas sobre a magnitude da flexibilização monetária que está por vir.

Economistas esperam que Powell mantenha um possível corte de juros em setembro na mesa, mas descartam a antecipação dos movimentos, que devem continuar dependentes dos dados econômicos nos EUA.

Na quarta-feira (21), a ata do último encontro do Fomc relatou que a “vasta maioria” dos membros do Fed afirmou que provavelmente será apropriado cortar a taxa básica de juros na próxima reunião de política monetária, em setembro, caso os dados econômicos continuem dentro do esperado.

Após a divulgação do documento, o mercado ampliou as chances de início do ciclo com uma redução de 50 pontos-base, embora o corte de 25 pontos-base continue sendo o mais provável, de acordo com a plataforma de monitoramento do CME Group.

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Para o final do ano, a probabilidade de um corte acumulado de 125 pontos-base cresceu, embora a maior chance ainda seja de um alívio de 100 pontos-base.

Commodities

O petróleo ensaia uma recuperação após cair nas últimas quatro sessões, mas a correção é tímida devido às incertezas sobre a demanda chinesa e ao ceticismo em relação ao acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas.

Embora o minério de ferro tenha subido 0,41% na China, o American Depositary Receipts (ADRs, recibos que permitem que investidores consigam comprar nos EUA ações de empresas não americanas) da Vale cedia 0,47% no pré-mercado às 6h50. Já o ADR da Petrobras (PETR3; PETR4) ganhava 0,40% em meio à tímida elevação do petróleo.

Mercado brasileiro

Os mercados de câmbio e juros devem se ajustar à valorização do dólar e dos juros dos Treasuries em Nova York, embora os ganhos das commodities possam conter o ímpeto em véspera do discurso de Powell. A possibilidade de alta da taxa Selic em setembro segue no radar.

Os investidores também vão repercutir nas próximas horas os dados de arrecadação e acompanhar os comentários dos diretores do Banco Central, especialmente Gabriel Galípolo, cotado para substituir Roberto Campos Neto no comando do BC a partir do ano que vem – confira detalhes da possível troca nesta matéria.

Em um cenário de incertezas fiscais, o mercado prevê que a arrecadação do governo com impostos e contribuições federais tenha atingido R$ 224,850 bilhões em julho (mediana), após R$ 208,844 bilhões em junho. A mediana representa um ganho real de cerca de 6,6% em comparação com julho de 2023, em números ajustados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), segundo apuração do Projeções Broadcast.

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Esses e outros assuntos ficam no radar dos investidores e podem impactar as negociações na bolsa de valores brasileira, influenciando o Ibovespa hoje.

*Com informações do Broadcast

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