• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Banco Central prevê maior alta do PIB: como isso pode afetar a Selic e os investimentos?

Especialistas discutem se a revisão do PIB para cima deve fazer ou não fazer com que o Banco Central suba a Selic acima do esperado nas próximas reuniões

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

26/09/2024 | 13:23 Atualização: 27/09/2024 | 12:48

Analistas dizem que Banco Central manteve tom duro ao revisar as estimativas para o PIB (Imagem: Adobe Stock)
Analistas dizem que Banco Central manteve tom duro ao revisar as estimativas para o PIB (Imagem: Adobe Stock)

O Banco Central revisou suas estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) da economia brasileira de 2,3% para 3,2% após surpresa positiva no resultado do PIB do segundo trimestre. O BC também comentou que o mercado de trabalho segue aquecido com a “menor taxa de desocupação em décadas”. Mas o BC relata haver uma persistência de pressão inflacionária, o que, na visão dos analistas ouvidos pelo E-Investidor, deixa claro o tom duro da autarquia na última ata do Copom sobre a reunião, em 18 de setembro, que subiu a taxa Selic para 10,75% ao ano..

Leia mais:
  • Você tem 90 dias para regularizar investimentos no exterior
  • Alupar (ALUP11) vai pagar R$ 57 milhões em dividendos; veja quem recebe
  • Banco do Brasil (BBAS3) distribui R$ 1 bilhão em proventos esta semana
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Parte dos especialistas argumenta que a revisão do PIB não deve fazer com que o Banco Central eleve a Selic acima do esperado nas próximas reuniões do Copom. Segundo Camila Abdelmalack, economista chefe da Veedha Investimentos, essa mudança já era esperada, visto que todo o mercado já tinha precificado esse crescimento do PIB maior nos últimos meses.

“Então, quando a precificação para a Selic ao fim de 2024 oscila ao redor de 11,75%, isso acontece pela expectativa de crescimento que o mercado vem calculando. Desse modo, vimos nesta quinta o Banco Central corrigindo a sua estimativa do PIB, mas é algo que já foi feito pelo mercado e que já reflete na estimativa de Selic para o fim do ano”, afirma Abdelmalack.

  • IPCA-15: o que a prévia da inflação indica aos seus investimentos e aos próximos passos do Copom

Rafael Yamano, economista da SulAmérica Investimentos, também diz que essa revisão de crescimento de PIB era esperada. Segundo ele, o ritmo de alta da Selic deve acelerar na próxima reunião, para 0,50 pontos porcentuais, mas isso já era projetado pelo especialista e já estava precificado no mercado de juros futuros.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O único lugar em que essa alta ainda não aparece é no boletim Focus, que ainda estima uma pequena alta de 0,25 ponto porcentual para a próxima reunião. “Mesmo assim, estimamos que o Copom deve subir a taxa de juros em 0,50 ponto porcentual nas duas reuniões restantes do ano, levando a Selic a 11,75% no final desse ano”, explica Yamano.

Já Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos, observa que a revisão do PIB para 3,2% eleva as chances de o Copom adotar uma postura mais rígida. Com o crescimento econômico mais forte, espera-se pressão sobre a inflação. Para ele, isso pode levar o BC a subir a Selic além do esperado para conter os riscos inflacionários.

“O mercado de trabalho aquecido e as pressões inflacionárias persistentes aumentam o risco de o BC ser mais agressivo com a Selic. Essas condições reforçam que a autoridade monetária pode endurecer sua política monetária, contudo, a princípio, não vejo o BC indo muito além das expectativas já traçadas pelo mercado” argumenta Lima.

O analista estima que se o BC for mais duro com a Selic, a taxa tende a terminar 2024 a 11,75% ao ano. Já se a decisão for a que ele estima para a atualidade, a taxa básica de juros da economia deve encerrar 2024 a 11,25% ao ano. Camila Abdelmalack, da Veedha Investimentos, também não tem uma expectativa totalmente definida.

Publicidade

Ela comenta que calculava um juro terminal para 2024 em 11,25%, mas deve seguir a linha do mercado, com uma Selic de 11,75%. “Como nossa estimativa está em processo de mudança, estamos com a Selic para o fim de 2024 em revisão”, salienta a economista da Veedha Investimentos.

Quais serão os impactos do relatório do BC no Ibovespa?

Segundo os analistas, os impactos no principal índice da Bolsa de Valores do Brasil tendem a ser diferentes a depender do período em que o investidor deixar o investimento aplicado.

De acordo com Rafael Yamano, da SulAmérica Investimentos, algumas ações do Ibovespa podem ser impactadas pela perspectiva de uma Selic mais alta e maior por mais tempo, em especial as ações de empresas de menor porte. “No entanto, hoje e nessa semana, as ações estão reagindo mais a eventos externos, em especial a anúncios de políticas de estímulo pelo governo chinês, o que está sendo positivo para os investidores”, diz Yamano.

  • Ibovespa hoje toca 133 mil pontos mesmo com pressão da Petrobras (PETR3; PETR4); veja

Lima, da Ouro Preto Investimentos, também concorda que a alta da Selic deve gerar volatilidade no Ibovespa no curto e médio prazo, com queda dos ativos ligados ao consumo. “No longo prazo, um controle mais firme da inflação com um tom mais duro do Copom pode estabilizar o índice, trazer mais credibilidade para investimentos”, explica o analista.

Já a Veedha estima que o Ibovespa deve encerrar o ano cotado a 145 mil pontos, uma alta de 9,71% na comparação com o fechamento de quarta-feira (25), quando o índice encerrou o pregão aos 132.155,76 pontos. Camila Abdelmalack diz que os analistas de sua casa estimam que mesmo com o ciclo de alta de juros, existem outros dois pontos a serem avaliados.

“Um deles é que existem setores que se beneficiam com a alta de juros. Por isso, os investidores devem comprar ações na Bolsa, mas com seletividade. O segundo fator é que os EUA estão em corte de juros e isso favorece os ativos de risco no mercado global com o aumento de liquidez”, esclarece a analista ao comentar o relatório do BC que prevê uma maior alta do PIB.

Projeção maior para o PIB pode respingar no dólar?

Para o dólar, as estimativas são de uma melhora para a moeda brasileira ante a americana. Camila Abdelmalack, da Veedha Investimentos, aponta que a moeda tende a encerrar o ano cotada a R$ 5,45, mas ela diz haver possibilidade de a moeda americana cair ainda mais. Isso ocorreria se o BC subisse a Selic para a casa dos 11,75% e se o banco central americano continuasse contando juros lá fora.

  • Dólar hoje abre em forte queda por conta deste dado nacional divulgado pela manhã

“O tom do relatório do Banco Central brasileiro é duro, ele diz que não vai ser leniente com a inflação. Isso faz com que o dólar opere em queda hoje. Claro que há influência do cenário externo, mas o tom duro do Banco Central ajuda o real a se valorizar”, ressalta.

Publicidade

A SulAmérica Investimentos também diz acreditar que o dólar deve terminar o ano cotado a R$ 5,45. Entretanto, ele discorda de que a revisão do Banco Central para a alta do PIB tenha pesado na moeda hoje. “Os movimentos da taxa de câmbio nos últimos dias e no futuro são ditados pelos termos de troca (afetados bem mais por notícias vindas da China), pela aversão maior ou menor ao risco no mercado global (afetados por notícias vindas dos EUA) e pelas notícias sobre política fiscal brasileira” afirma o especialista.

Em linhas gerais, os analistas apontam que a Selic pode subir, algumas ações da Bolsa devem surfar nessa onda e o dólar tende a encerrar próximo ao patamar atual. Com essas informações, cabe ao investidor decidir o que fazer com o seu patrimônio após a revisão do Banco Central para a alta do PIB.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Dolar
  • Economia
  • Ibovespa
  • Investimentos
  • Juros
  • Selic
  • Taxa Selic
Cotações
09/04/2026 19h24 (delay 15min)
Câmbio
09/04/2026 19h24 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Após Raízen e GPA: as empresas que mais preocupam o mercado financeiro hoje

  • 2

    Cessar-fogo derruba dólar ao menor nível em dois anos — pode ficar abaixo de R$ 5?

  • 3

    32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas

  • 4

    Ibovespa acompanha euforia global com cessar-fogo e renova recorde histórico

  • 5

    Petróleo despenca 16% com trégua — Petrobras cai mais de 4%

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Imagem principal sobre o FGTS: posso indicar qualquer banco no aplicativo para realizar o saque?
Logo E-Investidor
FGTS: posso indicar qualquer banco no aplicativo para realizar o saque?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é o cashback IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é o cashback IR?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que são as inconsistências em convênios médicos na pré-preenchida?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que são as inconsistências em convênios médicos na pré-preenchida?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que são as deduções indevidas ou sem comprovantes na pré-preenchida?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que são as deduções indevidas ou sem comprovantes na pré-preenchida?
Imagem principal sobre o Aplicativo do FGTS: 4 funcionalidades que você talvez não saiba que ele tem
Logo E-Investidor
Aplicativo do FGTS: 4 funcionalidades que você talvez não saiba que ele tem
Imagem principal sobre o Posso alterar o saque-aniversário para saque-rescisão a qualquer momento, após a antecipação?
Logo E-Investidor
Posso alterar o saque-aniversário para saque-rescisão a qualquer momento, após a antecipação?
Imagem principal sobre o Ressarcimento de desconto INSS: o que acontece se não for apresentada uma resposta?
Logo E-Investidor
Ressarcimento de desconto INSS: o que acontece se não for apresentada uma resposta?
Últimas: Investimentos
C6 aumenta exposição à renda fixa prefixada e vê mais espaço para Bolsa brasileira
Investimentos
C6 aumenta exposição à renda fixa prefixada e vê mais espaço para Bolsa brasileira

Banco espera que o mercado passe a prever juros futuros mais baixos e considera uma boa oportunidade de investimento em ativos prefixados brasileiros

09/04/2026 | 14h46 | Por Bruna Camargo
Petróleo em alta e trégua frágil mudam o cenário: como o investidor deve se posicionar agora
Investimentos
Petróleo em alta e trégua frágil mudam o cenário: como o investidor deve se posicionar agora

Alta da commodity pressiona inflação global, mantém juros elevados e reposiciona estratégias de investimento

09/04/2026 | 13h14 | Por Isabela Ortiz
JHSF3 dispara mais de 200% e paga dividendos mensais, mas valorização esticada acende alerta: devo comprar?
Investimentos
JHSF3 dispara mais de 200% e paga dividendos mensais, mas valorização esticada acende alerta: devo comprar?

Com receita impulsionada por venda bilionária, melhora na estrutura de capital e yield elevado, ação atrai investidores, mas valuation já levanta cautela

09/04/2026 | 09h35 | Por Isabela Ortiz
Cessar-fogo derruba dólar ao menor nível em dois anos — pode ficar abaixo de R$ 5?
Investimentos
Cessar-fogo derruba dólar ao menor nível em dois anos — pode ficar abaixo de R$ 5?

Patamar de R$ 5 volta ao radar e especialistas não descartam continuidade do bom momento do real no curto prazo

09/04/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador