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Pix agiliza pagamento para empresas, mas especialista vê necessidade de adaptação de lojistas

O Pix aumenta a velocidade com que pagamentos ou transferências são feitos e recebidos

Por Isabela Ortiz

29/10/2024 | 14:26 Atualização: 29/10/2024 | 14:28

Pix, meio de pagamento instantâneo brasileiro. Foto: Adobe Stock
Pix, meio de pagamento instantâneo brasileiro. Foto: Adobe Stock

De acordo com o Banco Central do Brasil (BC), o Pix, definido como o “pagamento instantâneo brasileiro”, segue uma trajetória de rápido crescimento. Segundo o estudo Prime Time for Real-Time Report, projeção aponta que o número médio de transações mensais por pessoa acima de 15 anos no Brasil deve chegar a 51,8, colocando o país na segunda posição mundial, atrás apenas do Bahrein, que é estimado em 83,3 transações mensais por pessoa.

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Além disso, globalmente, espera-se que os pagamentos instantâneos somem 511,7 bilhões de transações até 2027, correspondendo a 27,8% de todos os pagamentos eletrônicos no mundo. Essas projeções refletem o impacto crescente do Pix no mercado brasileiro e sua consolidação entre os principais métodos de pagamento em termos globais.

A popularidade do Pix entre consumidores e empresas coloca-o no grupo dos chamados métodos “A2A” (conta a conta), que têm uma forte presença na América Latina. “A história das transações comerciais no Brasil e na América Latina é marcada pela digitalização e adoção de opções cada vez mais digitais. Tanto isso é verdade que um dos métodos mais tradicionais para se adquirir algo, o dinheiro em espécie, está ficando escasso. Dados do Banco Central apontam que a circulação de papel moeda caiu 8% nos três anos de existência do Pix”, explica Walter Campos, gerente geral da Yuno, orquestradora global de pagamentos.

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Um estudo da Opinion Box apontou que 78% dos consumidores do e-commerce costumam abandonar seus carrinhos online. Desse total, 13% alegam não conseguir completar suas compras em função da falta do seu método de pagamento favorito. “Com a revolução digital que estamos vendo, não se adaptar às novas necessidades gera muitos prejuízos e perda de receita”, pontua Walter Campos.

O executivo recomenda aos lojistas que mantenham o maior número de métodos de pagamento possíveis em sua plataforma: essa é uma forma de englobar um contingente maior de consumidores. “É um erro achar que o checkout deve ter somente aquela opção mais popular. Isso porque as pessoas escolhem a forma de pagar de acordo com suas necessidades. Alguém que costuma parcelar por seus produtos tende a escolher o cartão de crédito, assim como aqueles que optam pelas carteiras digitais porque podem ser acessados até mesmo por smartwatches”, recomenda Campos.

Campos recomenda ainda a adoção de soluções de orquestração de pagamentos, que permitem a integração rápida e fácil de diversas opções. Enquanto o método tradicional pode levar cerca de 52 semanas para incorporar todos os sistemas de pagamento, a orquestração reduz esse tempo para cerca de 2 a 6 semanas, com uma gestão centralizada. Entre outras vantagens, essa tecnologia melhora as taxas de aprovação ao redirecionar tentativas de pagamento para provedores alternativos em caso de recusa inicial, reduzindo custos e aumentando a segurança por meio de soluções de antifraude avançadas, finaliza Campos.

O profissional também chama a atenção para outras vantagens da orquestração de pagamentos que envolvam o Pix. “A tecnologia oferece melhores taxas de aprovação, já que a compra passa por diferentes provedores. Então, caso a aquisição seja recusada em um deles, o sistema redireciona para um outro caminho, de preferência com menores taxas, o que aumenta as chances de sucesso e gera economia de custos. Além disso, por trabalharem com os melhores antifraudes do mercado, deixam o comércio eletrônico mais seguro em relação aos golpes mais comuns”, finaliza Walter Campos.

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