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Oi (OIBR3): o que faz ação despencar mais de 50% nesta terça-feira (12)?

Companhia passa por processo de aumento de capital previsto em seu plano de recuperação judicial

Por Beatriz Rocha

12/11/2024 | 16:50 Atualização: 12/11/2024 | 16:50

Fachada de loja da 
Oi, na Avenida Paulista, região central de São Paulo. - Crédito:ITACI BATISTA/ESTADAO
Fachada de loja da Oi, na Avenida Paulista, região central de São Paulo. - Crédito:ITACI BATISTA/ESTADAO

As ações ordinárias da Oi (OIBR3) despencam no pregão desta terça-feira (12) na Bolsa de Valores brasileira. Depois de passarem por diferentes leilões por oscilação máxima permitida, os papéis da empresa recuam 58,80%, a R$ 1,03, às 16h24, oscilando entre máxima a R$ 2,50 e mínima a R$ 0,91, quando chegaram a voltar à condição de penny stock (ativos cotados abaixo de R$ 1,00).

Leia mais:
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Ao Broadcast, o sócio da L4 Capital, Hugo Queiroz, explicou que o aumento de capital via emissão e entrega de ações aos credores em troca do abatimento de dívidas pesa sobre o papel. “O preço da ação ordinária da Oi responde muito mais aos credores liquidando as posições para poderem receber pelo menos uma parcela do direito que eles têm”, afirmou.

No começo de novembro, o conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou o aumento de capital da Oi. A medida faz parte do plano de recuperação judicial da companhia. Na prática, a operadora fará uma troca de dívida por participação acionária, alterando significativamente o seu quadro de controladores.

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Os atuais acionistas vão passar por uma diluição na ordem de 80%, passando a deter uma participação minoritária na Oi, enquanto os credores financeiros assumirão uma fatia relevante na companhia. A gestora de recursos Pimco terá a maior fatia do grupo, ficando com 36,48% do capital, seguida por SC Lowy (12,27%) e Ashmore (9,53%). Outros acionistas ficarão com 39,71%.

Segundo a empresa, as novas ações da Oi serão entregues nesta terça-feira (12) para os acionistas e credores que seguiram os procedimentos comunicados no início de outubro. Já os credores que optaram por receber ADSs (American Depositary Shares) devem começar a receber os ativos a partir de sexta-feira (15).

O aumento de capital já havia sido homologado, em maio, pela 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, onde corre o processo de recuperação da Oi. Posteriormente, foi aprovado, em setembro, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Novo conselho

A empresa comunicou na segunda-feira (11) a convocação da assembleia geral de acionistas para eleição dos novos membros do conselho de administração. A reunião ocorrerá em 11 de dezembro, às 16 horas, de forma digital. Os investidores devem deliberar sobre o novo formato do conselho, cujo número de membros será reduzido de nove para sete. “Esse número de membros está dentro da faixa prevista no estatuto social e parece adequado ao atual dimensionamento da companhia”, explicou a Oi.

Outro tema a ser discutido é a reforma do estatuto social da companhia para refletir o aumento de capital.

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Em relação ao novo conselho, a SC Lowy Primary Investments foi responsável pela indicação de uma chapa com seis pessoas. Essa chapa sugere a manutenção de três conselheiros – Francisco Roman Lamas, Paul Aronzon e Renato Carvalho Franco – e aponta três novos participantes – Marcelo José Milliet, Paul Murray Keglevic e Scott David Vogel.

Além disso, os acionistas Victor Adler e VIC DTVM indicaram a manutenção do conselheiro Raphael Manhães Martins. O mandato terá duração de dois anos, até a assembleia dos acionistas de 2026. Todos os indicados são apresentados como membros independentes.

Na proposta para a assembleia, a administração reiterou que, após a venda dos últimos ativos, a Oi passará a ter foco operacional no atendimento a empresas (o chamado B2B) por meio da Oi Soluções, priorizando a rentabilidade e mantendo um negócio pouco intensivo em investimentos.

*Com informações do Broadcast

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