• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

ESPECIAL: Por que Luciano Telo, do UBS WM, não vê gatilhos para a recuperação da Bolsa

O CIO da empresa global de serviços financeiros aponta apenas uma saída para os ativos brasileiros

Por Jenne Andrade

26/12/2024 | 3:00 Atualização: 23/12/2024 | 15:38

Luciano Telo, executivo-chefe de investimentos (CIO) para o Brasil no UBS Global Wealth Management
Luciano Telo, executivo-chefe de investimentos (CIO) para o Brasil no UBS Global Wealth Management

Para Luciano Telo, executivo-chefe de investimentos (CIO) para o Brasil no UBS Global Wealth Management, a grande frustração do mercado financeiro está ancorada na sensação de que o “problema” que minou os ganhos na Bolsa, fez o dólar chegar a R$ 6,30 e as expectativas para os juros tocarem os 16% ao ano, não é inédito e poderia ser resolvido um tanto quanto rápido.

Leia mais:
  • ESPECIAL: Como a crise nos mercados roubou o otimismo de Nicholas McCarthy, do Itaú
  • Verde Asset encontrou a fórmula para superar a crise dos multimercados e bater o CDI?
  • Rali de Natal ao contrário: metade das ações do Ibovespa está na mínima de 12 meses
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Basta a gente tomar uma decisão sobre o orçamento público”, afirma Telo, que com o termo “a gente”, quer dizer a população, Executivo e Congresso. Afinal, a espiral de pessimismo começou com uma grande decepção em relação ao pacote de corte de gastos apresentado pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) no fim de novembro. Apesar da expectativa de economia de R$ 70 bilhões ter ficado dentro das estimativas, o anúncio da isenção de Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil junto às medidas fiscais para contenção das despesas confundiu os investidores.

Telo diz que não ficou claro, por exemplo, se a contrapartida anunciada — tributação maior para quem ganha acima de R$ 50 mil ao mês — seria o suficiente para cobrir o dispêndio com a isenção. Agora, há outra grande dúvida no ar: de que forma o pacote de corte de gastos será aprovado no Congresso, já que pelo menos 19 pontos já foram desidratados.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O consenso é de que será necessária uma nova sinalização fiscal, outro pacote, para que o mercado volte a ter algum visibilidade sobre o futuro. Sem acenos do Governo nessa direção, os investidores pesam a mão nas projeções sobre os juros, vistos atualmente como a única arma para baixar a inflação em meio a um descontrole da dívida pública.

“Esse ambiente não pode perdurar por muito tempo. Em algum momento teremos que ter um horizonte. Ou se faz um ajuste fiscal, ou os credores ficarão ainda mais inseguros”, diz Telo. No cenário atual, o CIO sugere para um investidor moderado que o maior peso da carteira, de 35%, seja em ativos indexados. Deste percentual, 10% em ativos alternativos (ilíquidos e mercado imobiliário) e o restante, 25%, principalmente em papéis atrelados ao CDI. Este último é a renda fixa mais conservadora, mas que está ganhando com folga de outras classes de ativos em termos de rendimento em função de uma taxa básica de juros Selic que está em 12,25% ao ano, com vistas a chegar pelo menos aos 14,25% no primeiro trimestre de 2025.

Na faculdade de administração, Telo foi ensinado que a maior exposição a ativos de risco traz maiores retornos ao longo do caminho. Contudo, aduz que a teoria não pode ser levada a ferro e fogo, especialmente se tratando de um CDI com dois dígitos. “Existem os ciclos econômicos em que, eventualmente, precisamos ajustar (a carteira)”, afirma o CIO. Para os indexados, o espaço na carteira começou a crescer a partir de setembro deste ano, passando de 25% para os atuais 35%

Depois, a recomendação segue com uma fatia de 25% em renda fixa indexada à inflação, como os títulos IPCA+, e mais 25% em fundos multimercados. Mas não qualquer multimercado.

Publicidade

A preferência do UBS é por gestores que saibam operar mercado externo. Uma visão que traduz o desânimo com o mercado doméstico e está em linha com a recomendação para a alocação em ações: a maior fatia, de 10%, deve ser direcionada à Bolsa americana. Desta, 7,5% em reais e 2,5% em dólares. O último pedacinho do portfólio, de 5%, fica com a Bolsa brasileira – o menor nível desde meados de 2021, quando a inflação disparou no pós-pandemia e ficou claro que o Banco Central deveria fazer uma subida íngreme dos juros. A Selic então saiu de 2%, mínima histórica, para 13,75% ao ano.

“A Bolsa brasileira, apesar de estar super descontada, não tem gatilhos claros de alta”, diz Telo. Isto porque o mercado de capitais interno deve enfrentar duas grandes pressões contrárias nos próximos meses. A primeira, os juros altos, serão um desafio para as empresas ligadas ao consumo interno ou com dívidas mais elevadas. A solução para isso, que seria um alívio fiscal, ainda não está no horizonte. Já a segunda é a concorrência externa – a Bolsa americana está atrativa, surfando a economia pujante dos EUA, e com um “frescor” que não existe ainda na B3.

“A Bolsa americana tem inovação, inteligência artificial, tecnologia, e eles possuem proporcionalmente mais players destes setores do que o resto do mundo”, afirma o CIO do UBS. “Dessa forma, o investidor vai participar desse crescimento de longo prazo (impulsionado pelas empresas de tecnologia americanas) e ainda terá exposição a outra moeda, que o protegerá no caso da situação brasileira demorar para se resolver.”

Averso a conspiracionismoss, ele afasta teses de que a “situação brasileira” de explosão do dólar e dos juros seja um ataque especulativo e vê o Banco Central fazendo um bom trabalho ao adotar uma postura rígida com o combate à inflação. A responsabilidade pela recuperação dos mercados estaria, quase que exclusivamente, no enfrentamento à questão fiscal.

Publicidade

Caso contrário, em 2025 o país deve apenas sobrepor problemas: fora as contas públicas não-resolvidas, ainda haverá um mar de incertezas relacionadas ao segundo mandato de Donald Trump nos EUA. O vencedor da corrida presidencial americana deve assumir em 20 de janeiro e promete impor tarifas a produtos importados de vários países, inclusive do Brasil. “De fato, estamos com um prêmio elevado para juros futuros. Mas esse prêmio é proporcional à incerteza que temos hoje”, afirma Telo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Análise fundamentalista
  • Conteúdo E-Investidor
  • Governo
  • UBS
Cotações
11/02/2026 16h46 (delay 15min)
Câmbio
11/02/2026 16h46 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

  • 3

    Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?

  • 4

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

  • 5

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Imagem principal sobre o Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Logo E-Investidor
Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Imagem principal sobre o Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Logo E-Investidor
Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Imagem principal sobre o 5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o 4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Logo E-Investidor
Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Últimas: Investimentos
Payroll surpreende; veja impactos nos investimentos dos brasileiros
Investimentos
Payroll surpreende; veja impactos nos investimentos dos brasileiros

Relatório de emprego nos EUA influencia expectativas para juros da economia norte-americana e ativos brasileiros; confira o que esperar agora

11/02/2026 | 11h29 | Por Isabela Ortiz
Banco do Brasil divulga balanço do 4T25 hoje: o que observar nos números
Investimentos
Banco do Brasil divulga balanço do 4T25 hoje: o que observar nos números

Resultado do Banco do Brasil chega pressionado por crédito no agronegócio, provisões elevadas e expectativa pelo guidance de 2026

11/02/2026 | 09h53 | Por Isabela Ortiz
Suzano entrega 4T25 acima do esperado e geração de caixa reforça desconto nas ações
Investimentos
Suzano entrega 4T25 acima do esperado e geração de caixa reforça desconto nas ações

Ebitda de R$ 5,6 bi e volumes acima do esperado caem bem para o mercado; veja recomendações de XP e Genial Investimentos

11/02/2026 | 09h52 | Por Isabela Ortiz
Resultado da Motiva no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?
Investimentos
Resultado da Motiva no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?

Números confirmam novo ciclo da ex-CCR, com avanço de margens, foco em rodovias e leitura positiva de XP e BTG

10/02/2026 | 14h05 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador