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Juros fecham em leve alta com cenário fiscal e dólar no radar

Ajuste técnico promovido nos últimos dias que já vinha perdendo fôlego se esvaiu na segunda etapa

Por Denise Abarca

07/01/2025 | 18:56 Atualização: 07/01/2025 | 18:57

(Foto: Adobe Stock)
(Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros fecharam a terça-feira (7) entre estabilidade e leve alta. O mercado conseguiu esticar o movimento de correção visto desde quinta-feira até meados da tarde, quando, então as taxas passaram a subir. O ajuste técnico promovido nos últimos dias já vinha perdendo fôlego e se esvaiu na segunda etapa quando o dólar, que ajudava a segurar as taxas em baixa, reduziu a queda. Assim, o cenário fiscal preocupante e o cenário externo adverso voltaram a prevalecer. Nos EUA, os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) tiveram avanço firme, em meio a indicadores da economia, além de declarações do presidente eleito, Donald Trump.

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A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 fechou a 14,99%, de 15,00% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2027 subiu de 15,37% para 15,39%. O DI para janeiro de 2029 terminou com taxa de 15,19% (de 15,11% ontem).

Após encerrarem 2024 em níveis considerados extremamente elevados, os juros passaram por um corte de excesso nos prêmios nas primeiras sessões de 2025, muito com a ajuda do câmbio, mas hoje esse movimento parece ter encontrado um limite. No decorrer do pregão, o recuo do dólar, que nas mínimas chegou a R$ 6,05, ajudava a sustentar as taxas futuras em queda, se contrapondo à pressão de alta vinda dos Treasuries. A moeda americana, porém, diminuiu a baixa e chegou a ensaiar uma virada. No fechamento, no segmento à vista, a cotação era de R$ 6,1042 (-0,14%).

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“O dólar subiu um pouquinho, o movimento natural de final de dia, e as taxas reagiram a isso. Não teve nada específico. Já seria esperado juros subirem com as taxas nos Estados Unidos subindo também”, relata o estrategista-chefe da Monte Bravo, Alexandre Mathias. O retorno da T-Note de 10 anos, referência das curvas globais, se aproxima de 4,70%, marcando 4,683% no fim da tarde. Na máxima do dia, a 4,698%, tocou o maior nível desde novembro de 2023.

Os yields dos títulos dos EUA subiram com o PMI de Serviços de dezembro, medido pelo Instituto para a Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês), que superou as previsões, assim como a abertura de postos de trabalho no relatório Jolts cresceu acima do consenso. Houve ainda um leilão de US$ 39 bilhões em T-notes de 10 anos, com demanda abaixo da média. Pelo lado fiscal, Donald Trump, que assume o comando dos EUA no dia 20, disse que adora gastos e defendeu a extensão do teto da dívida americana, mas que não quer um calote. Como resultado, o mercado reduziu as expectativas de queda de juros ao longo de 2025.

Mathias afirmou que, mesmo com o cenário fiscal preocupante e o ambiente externo menos favorável com a posse de Trump se aproximando, o nível de prêmios vinha muito elevado e havia algum espaço para ajuste. “O mercado está tentando encontrar um chão após a decepção com o pacote fiscal, mas para uma melhora consistente é preciso haver novas medidas”, diz.

Havia alguma expectativa de sinais sobre novidades na entrevista do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, à GloboNews, que não se concretizou. O ministro ponderou que não gostaria de passar uma mensagem de que o governo gesta novos pacotes. “Muitas vezes eu não posso antecipar uma medida, porque ela não está madura, porque ela está sendo trabalhada na cozinha da Fazenda para verificar se tem aderência”, disse Haddad, segundo quem a Fazenda não faz “pouco caso quando o Banco Central, o Tesouro alertam a administração sobre os riscos”. “É justamente em função desses exercícios que o governo age.”

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