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Investimentos

Veja a estratégia desta classe de ativos e como escolher os mais rentáveis

Produtos cuja referência é renda variável brasileira, como Ibovespa e IDIV, também foram lançados

Por Leo Guimarães

14/01/2025 | 3:00 Atualização: 13/01/2025 | 21:20

ETFs replicam a performance de um índice de mercado, como o S&P500. Foto: AdobeStock
ETFs replicam a performance de um índice de mercado, como o S&P500. Foto: AdobeStock

Em 2024, o mercado brasileiro lançou 27 fundos de índice. Conhecidos como ETFs (Exchange-Traded Funds), são produtos negociados na bolsa, como uma ação, mas que replicam a performance de um índice de mercado. Em comum, os ETFs lançados nos últimos 12 meses, olharam mais para fora, buscando indicadores globais de tecnologia, como o Nasdaq 100 High Beta e o Bloomberg Magnificent 7 Total Return e, claro, criptomoedas.

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A indústria também tentou se aproveitar da renda fixa brasileira e inflação, com produtos correndo atrás de IPCA, IMA-B e IRF-M. O primeiro mede a inflação oficial do Brasil, enquanto o IMA-B é o índice de mercado da Anbima de títulos púbicos atrelados à inflação e o IRF-M mede a performance dos título pré-fixados. Houve também produtos lançados cuja referência foi a renda variável brasileira, buscando Ibovespa e IDIV, o índice de dividendos da B3. Os dois, no entanto, decepcionaram no ano passado, atrapalhados pela crescente preocupação do mercado com o endividamento do governo.

A levantamento foi realizado pela Quantum Finance, confira:

"O principal ponto foi o otimismo em torno do mercado de cripto. O ano de 2024 foi muito positivo, especialmente no segundo semestre, quando surgiram expectativas sobre a vitória do Trump. Isso já movimentou o mercado, e quando ele venceu, impulsionou ainda mais", avalia Alexandre Costa, analista de fundos da Empiricus Research.

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Segundo Costa, o ambiente favorável de desregulamentação, contribuiu para as boas performances do mercado em relação às criptomoedas. Em relação aos ETFs relacionados à bolsa americana, a performance também se conecta ao contexto de ganhos do ano passado.

Fundo do Itaú replica S&P 500 mais diferencial de juros

Um desses fundos, lançado no apagar das luzes de 2024, em 18 de dezembro, foi o ETF It Now S&P 500 Futures Quanto BRL (SPXR11), que não entrou na lista divulgada pela Quantum. Não por acaso, esse produto busca replicar a variação do S&P 500, com um diferencial de juros.

"O SPXR11 foi lançado para atender a crescente demanda por diversificação e acesso ao índice S&P 500, juntamente com o diferencial de juros Brasil e Estados Unidos", diz Renato Eid, superintendente de Estratégias Indexadas e Investimento Responsável da Itaú Asset. Ele lembra que a Itaú Asset foi a primeira gestora a lançar um ETF no mercado brasileiro em 2004, o It Now PIBB11, que replica o desempenho do Índice Brasil 50 (IBrX-50).

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O ETF SPXR11 segue um índice da S&P que reflete contratos futuros do S&P 500 negociados na B3, em vez de investir diretamente nas ações do índice. O fundo oferece exposição ao diferencial de juros entre o Brasil e os Estados Unidos, adicionado ao retorno do S&P 500, sem exposição cambial.

Eid esclarece que a proporção entre contratos futuros e renda fixa varia conforme a estratégia de gestão e condições de mercado. Detalhes atualizados sobre a composição do fundo podem ser consultados no site oficial do ETF na seção "Composição do SPXR11".

Embora o SPXR11 seja novidade, a Itaú Asset já adota estratégias similares há mais de 8 anos, o que permite análise de desempenho histórico. Segundo Eid, o índice replicado apresenta rentabilidade média de S&P 500 + 8% ao ano. Comparado ao SPXI11, outro fundo da casa, o retorno acumulado é menor, mas ambos oferecem exposição ao S&P 500, com a diferença que o segundo tem variação cambial. A taxa de administração do SPXR11 é de 0,25%.

Critérios de escolha de um ETF

Por falar em taxa, esse é um dos critérios que devem sempre ser levados em consideração na hora de investir em um ETF.

Ao investir em fundos de índice, é importante considerar quatro aspectos principais para tomar uma decisão informada. Primeiramente, o custo deve ser baixo, preferencialmente inferior a 0,5%, já que ETFs são produtos passivos e não envolvem gestão ativa, tornando taxas elevadas injustificáveis.

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Além disso, é essencial avaliar se o ETF replica bem o índice de referência, buscando um tracking error baixo, pois sua proposta é seguir com precisão o desempenho do índice-alvo.

Um outro ponto fundamental voltado para investidores maiores é verificar o volume de negociação do fundo, garantindo que ele seja adequado ao tamanho do investimento, já que volumes baixos podem dificultar a entrada ou saída de posições maiores. "Por fim, é importante se certificar de que o ETF conta com um market maker, pois isso proporciona maior liquidez e facilita a negociação das cotas no mercado", comenta Alexandre Costa.

O market maker é uma instituição ou agente que garante a liquidez de ativos, como ações ou ETFs, no mercado. Compram e vendem continuamente, facilitando negociações e assegurando que sempre haja contraparte para transações.

"Ao comparar as opções disponíveis deve-se considerar esses fatores em conjunto para escolher a alternativa mais eficiente", completa o analista da Empiricus.

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