• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Renda Fixa 2025: Tesouro pode diminuir emissão de títulos públicos, mas leilões recentes fora da curva contrariam apostas

Ambiente favorável e apetite ao risco são fatores que podem manter o forte ritmo dos títulos visto no 1º semestre, mesmo com R$ 1 trilhão em caixa

Por Denise Abarca e Arícia Martins

14/08/2025 | 18:12 Atualização: 14/08/2025 | 18:14

Tesouro Nacional faz maior intervenção com recompra de títulos. (Foto: Adobe Stock)
Tesouro Nacional faz maior intervenção com recompra de títulos. (Foto: Adobe Stock)

A alta intensidade de emissões do Tesouro Nacional no primeiro semestre de 2025 e a moderação das ofertas em boa parte do mês de julho sugere alguma desaceleração nos próximos meses. Mas essa percepção tem sido desafiada pelo volume expressivo dos leilões recentes de títulos da dívida pública, mesmo neste período de hiato dos dealers (negociantes). Neste contexto, profissionais da renda fixa discutem o quanto, de fato, o Tesouro deverá reduzir os lotes.

Leia mais:
  • Carteira defensiva para agosto: onde investir com tarifas dos EUA, juros de 15% e dólar volátil
  • Por que os tubarões da Faria Lima estão de olho neste banco? Veja as top 10 ações dos fundos de dividendos
  • Verde, de Stuhlberger, aumenta posição em Bolsa brasileira apesar de incerteza com tarifas
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No último dia 28, o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Helano Borges Dias, disse que julho veio “para trazer justamente a percepção de que pode haver uma redução do ritmo de emissão”, mas não descartou a possibilidade de o Tesouro “continuar emitindo fortemente” se houver ambiente favorável e apetite ao risco.

A reserva de liquidez do Tesouro em junho, segundo o mais recente Relatório Mensal da Dívida (RMD), atingiu R$ 1,030 trilhão, suficiente para a cobertura de pagamentos em 8,44 meses – quase três vezes maior que o índice de três meses considerado como mínimo prudencial.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Ítalo Franca, economista especialista em política fiscal do Santander Brasil (SANB11), destaca que o ritmo de emissões de títulos públicos do primeiro semestre dá margem para o Tesouro desacelerar um pouco as ofertas na segunda metade do ano para se adequar ao nível da demanda.

Segundo cálculos de Franca, a emissão média semanal de janeiro a junho ficou em R$ 38 bilhões, superior aos cerca de R$ 30 milhões estimados. “A estratégia do Tesouro foi formar um colchão de liquidez para um maior nível de cobertura da dívida“, diz.

  • Confira: Renda fixa atrai 100 milhões de investidores no 2º trimestre

Para ele, a tendência é que o ritmo recue de julho em diante para algo próximo de R$ 35 bilhões por semana – montante bastante superior aos R$ 20 bilhões necessários para manter a reserva de liquidez. Nas projeções do Santander, as reservas podem chegar a R$ 1,4 trilhão até o fim de 2025, o equivalente a mais de 12 meses de cobertura de vencimentos.

Apesar do colchão robusto, o chefe de estratégia Macro e Dívida Pública da Warren Investimentos, Luis Felipe Vital, acredita que o Tesouro Nacional manterá o ritmo forte dos últimos meses.

“Eu não vejo o Tesouro segurando neste segundo semestre. O único elemento que poderia fazer o Tesouro segurar é a condição de mercado, e tem que ser uma piora muito grande”, diz.

Vital considera que julho foi um mês difícil, “talvez um ponto fora da curva”, o que explica a redução nas ofertas, mas lembra que nas últimas operações o volume de papéis voltou a crescer. No último dia 31 o Tesouro vendeu 19 milhões de Letras do Tesouro Nacional (LTN) e 6 milhões de Notas do Tesouro Nacional – Série F (NTN-F). “Era uma semana tipicamente de leilão muito pequenininho e foi bem grande, até para um dia normal. Grande nos papéis longos, grande em risco e em quantidade”, afirma.

Leilões de títulos do Tesouro desafiam expectativa de desaceleração

O período entre 31 de julho e 7 de agosto configura um intervalo em que não há instituições credenciadas como dealers, o que sazonalmente puxa os volumes dos leilões de títulos de dívida para baixo.

“Um leilão desse tamanho numa semana de hiato mostra que há tomador final. Não é dealer pegando papel para girar no secundário. Tudo indica que existe alguém disposto a tomar esse risco prefixado e ficar com o papel, para encarteirar”, afirma Vital.

No último dia 5, o leilão de Notas do Tesouro Nacional – Série B (NTN-B, o chamado Tesouro IPCA+) também veio robusto para um período de hiato, com venda de 1 milhão de títulos.

Publicidade

Ian Lima, gestor de Renda Fixa da Inter Asset, concorda que julho foi um mês fora da curva nas emissões, que perderam ímpeto porque o Brasil estava “sob ataque” dos Estados Unidos na questão tarifária. “O Tesouro já ia ter uma folga importante para enfrentar o segundo semestre e pode se dar ao luxo, em momentos como esse, de desacelerar as emissões”, diz.

  • Leia mais: Tarifas de Trump entram em vigor, mas agora a preocupação do mercado é outra

Para Lima, como já rolou 80% dos vencimentos que ocorrem em 2026, o Tesouro está “bem adiantado” e em posição bastante confortável para enfrentar volatilidade adicional, tendo em vista o ano de 2026, de eleições presidenciais. “Olhando para a frente, esse ritmo adiantado [de emissões] permanece, e vai depender da demanda.”

Papel das LFTs na estratégia do Tesouro

Para o head de Renda Fixa da Porto Asset, Gustavo Okuyama, o colchão construído no primeiro semestre permitiria agora deslocamento do foco para o custo da dívida pública nos próximos meses. “Vimos muitas emissões longas no primeiro semestre e em níveis de preço historicamente muito esticados. Tivemos alguns leilões históricos, com DV01 (risco) muito grande, tanto de prefixado quanto de Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) também. Se a dívida fosse toda rolada nesse nível, o serviço da dívida seria bastante preocupante”, avalia.

“Nesse segundo semestre, faria sentido, sim, ter emissões menores, já que o colchão está mais confortável. E, novamente, acho que com um perfil um pouco diferente, talvez privilegiando Letras Financeiras do Tesouro (LFTs, títulos pós-fixados com rentabilidade atrelada à taxa de juros) e talvez em vencimentos um pouco mais curtos”, diz, ponderando que é necessário que esta estratégia “case” com a demanda do mercado.

Ao contrário das NTN-B, o leilão de LFTs (Tesouro Selic) no dia 5 de agosto foi muito fraco, com o Tesouro reduzindo a oferta para 650 mil e, ainda assim, vendendo apenas 212,6 mil.

Okuyama lembra que a perspectiva de redução da Selic deve contribuir para a redução da dívida como um todo, em especial na parcela pós-fixada, o que, por outro lado, pode abrir uma janela de oportunidade para elevar a colocação do papel. As LFT representam 48,16% do estoque total, segundo RMD de junho, no piso do intervalo definido no Plano Anual de Financiamento (PAF), entre 48% e 52%. Outro estímulo para emissões mais fortes do papel é o vencimento de R$ 230 bilhões no dia 1º de setembro.

  • Como ficam os seus investimentos com a manutenção da taxa Selic em 15%

Custo da dívida nos próximos meses

Borges, do Tesouro, lembrou no dia 28 que grandes vencimentos também interferem no planejamento dos lotes. “Quando a gente tem vencimentos grandes, tem uma tendência maior a emitir em seguida, após esses vencimentos”, disse.

Publicidade

Franca pondera que o custo da dívida, atualmente em 11,4% – abaixo da taxa Selic, em 15% – deve aumentar nos próximos meses, o que traz um desafio ao Tesouro Nacional e reforça a avaliação de que um ajuste fiscal é necessário para reduzir o nível da taxa neutra de juros (aquela que não acelera nem desacelera a economia). “O juro real das NTN-B tem mostrado prêmios maiores no curto prazo. É importante ter uma redução mais para a frente”, diz, pensando no médio prazo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Leilões
  • Renda fixa
  • Tesouro Nacional
Cotações
04/05/2026 6h28 (delay 15min)
Câmbio
04/05/2026 6h28 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    “Não guarde dinheiro”: por que Elon Musk diz que poupar para a aposentadoria será inútil

  • 2

    “Mercado virou cassino”, diz Buffett; Berkshire mantém US$ 380 bi em caixa à espera de oportunidades

  • 3

    Banco do Brasil entra na disputa pela alta renda no aeroporto de Guarulhos e inaugura sala vip própria

  • 4

    Cliente abre app e vê saldo zerado: o que apagou as economias de uma vida inteira?

  • 5

    Berkshire sem Buffett: 60 anos de lições do Oráculo de Omaha para investir melhor

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos conseguem descontos em casas de repouso; veja quanto e como afeta as finanças
Logo E-Investidor
Idosos conseguem descontos em casas de repouso; veja quanto e como afeta as finanças
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: beneficiários da Renda Mensal Vitalícia recebem o dinheiro?
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: beneficiários da Renda Mensal Vitalícia recebem o dinheiro?
Imagem principal sobre o FGTS: pacientes que precisam de órtese podem sacar o dinheiro; entenda como
Logo E-Investidor
FGTS: pacientes que precisam de órtese podem sacar o dinheiro; entenda como
Imagem principal sobre o Bolsa Família: passo a passo para consultar se o benefício já pode ser sacado
Logo E-Investidor
Bolsa Família: passo a passo para consultar se o benefício já pode ser sacado
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Imagem principal sobre o BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Logo E-Investidor
BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Imagem principal sobre o Álbum da Copa do Mundo 2026: veja quanto custam os modelos na pré-venda
Logo E-Investidor
Álbum da Copa do Mundo 2026: veja quanto custam os modelos na pré-venda
Imagem principal sobre o Restituição do IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade?
Logo E-Investidor
Restituição do IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade?
Últimas: Investimentos
‘Ibovespa ainda tem espaço para superar outros mercados’, diz estrategista-chefe do Itaú BBA
Investimentos
‘Ibovespa ainda tem espaço para superar outros mercados’, diz estrategista-chefe do Itaú BBA

Fluxo estrangeiro sustenta a Bolsa após o rali, enquanto petróleo, juros e cenário externo elevam a cautela no curto prazo; confira a entrevista com Daniel Gewehr

04/05/2026 | 03h00 | Por Isabela Ortiz
Da plateia, Buffett elogia novo CEO da Berkshire, que promete manter cultura da empresa
Investimentos
Da plateia, Buffett elogia novo CEO da Berkshire, que promete manter cultura da empresa

Megainvestidor elogia Greg Abel, destaca cultura da companhia e reforça estratégia com caixa bilionário e aposta de longo prazo na Apple

02/05/2026 | 15h45 | Por Julia Pestana e Fernanda Bompan
“Mercado virou cassino”, diz Buffett; Berkshire mantém US$ 380 bi em caixa à espera de oportunidades
Investimentos
“Mercado virou cassino”, diz Buffett; Berkshire mantém US$ 380 bi em caixa à espera de oportunidades

Megainvestidor critica especulação em Wall Street e afirma que prefere não investir a comprar ativos caros ou que não entende

02/05/2026 | 15h12 | Por Fernanda Bompan e Júlia Pestana*
O que esperar da primeira ‘Woodstock para Capitalistas’ sem Warren Buffett
Investimentos
O que esperar da primeira ‘Woodstock para Capitalistas’ sem Warren Buffett

Reunião anual da empresa de investimentos Berkshire Hathaway que acontece neste sábado (2) deve ser mais vazia e será um teste para o novo CEO; empresa sai de modelo informal para um mais estruturado

02/05/2026 | 05h30 | Por Marília Almeida

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador