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Tempo Real

Ibovespa hoje segue cautela externa e recua após sequência de recordes; dólar sobe

Índice da B3 renovou máximas históricas em sete das dez sessões precedentes à desta quinta; IPCA-15 e PIB dos EUA também afetaram negócios

Por Camilly Rosaboni

25/09/2025 | 8:15 Atualização: 25/09/2025 | 18:18

IPCA-15 guiam apostas para Selic no Ibovespa hoje; PIB dos EUA e Fed ficam no foco. (Foto: Adobe Stock)
IPCA-15 guiam apostas para Selic no Ibovespa hoje; PIB dos EUA e Fed ficam no foco. (Foto: Adobe Stock)

Após ter renovado máximas históricas nos dois fechamentos anteriores – em nada menos de sete das dez sessões precedentes à desta quinta-feira -, o Ibovespa hoje operou em conformidade à cautela externa e fechou hoje em baixa de 0,81%, aos 145.306,23 pontos, com giro a R$ 20,1 bilhões. As atenções do mercado ficaram com a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15).

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Além disso, temas políticos e empresariais ficaram no foco, como a derrubada da PEC da Blindagem no Senado, alerta do Tribunal de Contas da União a respeito das contas públicas e aprovação do resultado de simulação da Petrobras (PETR3; PETR4) feita na Foz Amazonas.

Em Nova York, os índices de ações recuaram. Por lá, as atenções ficaram com o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre e em discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Após a fala contida do presidente do Fed, Jerome Powell, recentemente, há dúvidas entre especialistas sobre o ritmo e total da queda dos juros nos EUA.

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Destaque do dia, a leitura revisada do PIB dos EUA no segundo trimestre lançou um tanto de dúvidas quanto ao grau de ajuste da política monetária americana que o Federal Reserve poderá efetivar ainda este ano.

Na agenda doméstica, os investidores tomaram nota do IPCA-15 referente a setembro, considerado a prévia da inflação oficial do mês e que veio abaixo do esperado para o intervalo, em desdobramento apenas em parte favorável. Entre a mínima e a máxima da sessão, o Ibovespa oscilou entre 145.186,77 e 146.519,13 pontos, saindo de abertura aos 146.491,92 pontos. Na semana, com o desempenho desta quinta-feira, oscilou para baixo no agregado do intervalo (-0,38%), aparando o ganho do mês a 2,75%. No ano, o Ibovespa sobe 20,80%.

Entre as blue chips, o dia foi amplamente negativo. Exceção para o principal papel do Ibovespa, Vale ON, que subiu 0,55%, acompanhando avanço do preço do minério na China, na sessão. Em dia no qual o petróleo chegou a ceder mais de 1% – embora com fechamento próximo à estabilidade -, as ações de Petrobras foram destaque de baixa (ON -1,76%, PN -0,80%). Os bancos também foram mal, com perdas de 0,80% (Itaú PN) a 1,45% (Banco do Brasil ON) entre as maiores instituições.

Aqui, foram informados o Relatório de Política Monetária (RPM) e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) de setembro. O RPM trouxe que o Banco Central espera manutenção do IPCA acima do centro da meta de inflação, de 3%, até pelo menos o primeiro trimestre de 2028, considerando o seu cenário de referência. A estimativa pode dificultar apostas de início de recuo da taxa Selic ainda em 2025.

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Quanto ao IPCA-15, houve alta de 0,48% em setembro, após ter recuado 0,14% em agosto, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa ficou abaixo da mediana de 0,51% das expectativas. Em 12 meses, registrou um aumento de 3,76% no acumulado do ano. Em 12 meses, a alta foi de 5,32%, ante taxa de 4,95% até agosto.

Entre as commodities hoje, o minério de ferro subiu 0,25% na China. Já o petróleo recua em torno de 0,10% nesta manhã.

No câmbio, o dólar hoje fechou em alta de 0,69%, cotado a R$ 5,3644.

Ibovespa hoje: o que foi destaque nesta quinta-feira (25)

Dados da economia dos Estados Unidos, mais fortes que o esperado nas mesas de Wall Street, atenuaram a expectativa de uma tesourada adicional de 50 pontos-base nos juros americanos até o fim do ano, embora tal previsão ainda seja majoritária, reporta de Nova York a correspondente da Broadcast, Aline Bronzati. Somados aos riscos inflacionários – em especial por conta das políticas do presidente Donald Trump -, os números também tendem a reforçar a divisão de opiniões sobre o futuro dos juros entre os dirigentes do Federal Reserve, o banco central americano.

Divulgada nesta manhã, a última leitura do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no segundo trimestre mostrou crescimento anualizado de 3,8% no período, bem acima da anterior e das projeções do mercado, de 3,3%. No primeiro trimestre, o PIB dos EUA encolheu 0,5%. Dessa forma, os índices de ações em Nova York mostraram piora ao longo da tarde, especialmente os papéis do setor de tecnologia, colocando pressão extra sobre o ajuste do Ibovespa após uma sequência positiva, de recordes. Em Nova York, no fim do dia, Dow Jones -0,38%, S&P 500 -0,50% e Nasdaq também -0,50%.

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Enquanto isso, as bolsas europeias recuam, puxadas por ações de saúde, após os EUA abrirem novas investigações de segurança nacional sobre importações de equipamentos médicos. Também segue no radar uma reunião entre autoridades dos EUA e da China para “conversas técnicas”.

Apesar do início do ciclo de cortes de juros nos EUA na semana passada, o discurso contido do presidente do Fed, Jerome Powell, na terça-feira (23), sobre os próximos passos da política monetária, continua no foco.

Ontem, porém, a presidente do Fed de São Francisco, Mary Daly, afirmou ser provável que mais ajustes sejam necessários.

Após os avanços da véspera, os juros dos Treasuries (títulos da dívida estadunidense) e o dólar hoje frente a moedas fortes operam próximos da estabilidade.

IPCA-15 cresce em setembro com pressão do custo de energia

Brasileiros enfrentam novo aumento das tarifas de energia. (Foto: Adobe Stock)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), também chamado de prévia da inflação, subiu 0,48% em setembro, após ter recuado 0,14% em agosto, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado anunciado hoje, o IPCA-15 registrou um aumento de 3,76% no acumulado do ano. Em 12 meses, a alta foi de 5,32%, ante taxa de 4,95% até agosto.

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Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, cinco tiveram alta no mês de setembro. A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Habitação (3,31% e 0,50 p.p). Alimentação e bebidas (-0,35% e -0,08 p.p.) registrou a quarta redução consecutiva na média de preços. As demais variações ficaram entre o recuo de 0,25% de Transportes e o aumento de 0,97% em Vestuário.

No grupo Habitação (3,31%), o principal e maior impacto individual no índice do mês veio da energia elétrica residencial (0,47 p.p.), que, após a queda de 4,93% em agosto, subiu 12,17% em setembro com o fim da incorporação do Bônus de Itaipu, creditado nas faturas emitidas no mês de agosto. Cabe destacar a vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2, a partir de 1º de setembro, adicionando R$ 7,87 na conta de luz a cada 100 Kwh consumidos.

Ibovespa reverbera encontro entre Trump e Lula

A agenda carregada no Brasil e as renovadas preocupações fiscais pediram cautela, embora o apetite por risco siga sustentado pela expectativa de encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o norte-americano Donald Trump, previsto para a próxima semana. Segundo Lula, há possibilidade de a reunião ser presencial.

  • Leia mais: Trump, Lula e a conversa que (ainda) não existe

Investidores também digerem o arquivamento da proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem no Senado.

No campo fiscal, o TCU cobrou que o governo persiga o centro da meta de resultado primário — e não apenas o limite inferior do intervalo da meta fiscal — ao executar o Orçamento e decidir sobre congelamento de gastos. Sobre o tema, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo pedirá “esclarecimentos” ao tribunal.

*Com informações de Luís Eduardo Leal, Maria Regina Silva e Luciana Xavier, do Broadcast

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