• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Trump volta a mirar Moscou e petróleo dispara: entenda o impacto nas ações e onde investir agora

Analistas projetam queda do barril, com o petróleo entre US$ 50 e US$ 60 em 2026

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

23/10/2025 | 12:10 Atualização: 23/10/2025 | 12:10

Veja os motivos para a queda do preço do petróleo no longo prazo mesmo após as tensões globais (Foto: Adobe Stock)
Veja os motivos para a queda do preço do petróleo no longo prazo mesmo após as tensões globais (Foto: Adobe Stock)

O petróleo dispara, nesta quinta-feira (23), após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impor sanções contra duas das principais empresas de petróleo da Rússia — Rosneft e Lukoil. A justificativa, segundo o governo americano, é a intransigência de Vladimir Putin, que se recusa a negociar o fim da guerra na Ucrânia. Para analistas ouvidos pelo E-Investidor, a medida pode gerar volatilidade e beneficiar as ações petrolíferas no curto prazo, mas a tendência é de queda da commodity ao longo do próximo ano devido ao excesso de oferta global – impedindo uma revisão de fundamentos.

Leia mais:
  • Prévia da Vale acima do esperado deixa dividendos extraordinários mais próximos, mas 3 fatores ainda pesam na decisão
  • Taesa ou Isa Energia: as "vacas leiteiras" ainda valem a pena? Analistas elegem a favorita
  • Ibovespa volta a fechar acima dos 145 mil pontos após petróleo saltar 5% com sanções dos EUA à Rússia
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Por volta das 12h, o petróleo Brent subia 4,83%, a US$ 65,61. As sanções de Trump foram as primeiras do político contra a Rússia desde o seu início de mandato. A decisão marca uma virada na política externa do republicano, que antes pressionava a Ucrânia para aceitar um acordo de paz. Segundo os analistas do setor petroleiro, a commodity pode ir para a faixa dos US$ 70 a US$ 80 por barril caso a crise piore com uma resposta abrupta da Rússia. Mesmo assim, a perspectiva futura é de queda do petróleo.

Humberto Aillon, professor e especialista na Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (FIPECAFI), diz que existem válvulas de escape que podem guiar uma possível queda do petróleo, como o aumento de refino e extração por outros países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Ainda assim, caso a Rússia escale o conflito, ele estima que a commodity poderia chegar ao patamar de US$ 70 por barril.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Felipe Sant’Anna, analista da Axia Investing, estima que o petróleo tende a voltar para US$ 60 por barril após o fim da tensão momentânea. Desse modo, ele prevê esse patamar até o final de 2025, a menos que fatores externos ou novas guerras ocorram.

“O preço do barril é fundamental para manter a inflação global minimamente controlada, portanto a alta do petróleo não é do interesse da maioria dos países”, explica.

Ricardo França, analista da Ágora Investimentos, calcula que o petróleo deve operar na faixa de US$ 64 por barril em 2026. Ele cita um relatório da agência internacional de energia que aponta um desequilíbrio de um excesso de oferta em relação à baixa demanda da commodity no próximo ano.

Adriano Pires, sócio fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), vê o patamar de US$ 80 por barril como um teto para o óleo no curto prazo por esse ser o valor que o ativo chegou quando os Estados Unidos atacaram o Irã.

“No entanto, 15 dias depois ele voltou para os US$ 65, porque hoje não tem explicação de mercado para petróleo acima de US$ 60, devido à forte oferta e a baixa demanda”, comenta.

Pires acredita que o preço do barril tende a cair em 2026 para a faixa dos US$ 50 e US$ 55 devido ao excesso de oferta em relação à demanda. Ele calcula um consumo de 100 milhões de barris de petróleo para 2026 com uma produção de 102 milhões, ou seja, 2 milhões de barris devem ficar em estoque.

“O mundo vive hoje um aumento na produção. A entrada de novas fontes produtoras, como a Guiana e a própria produção dos Estados Unidos, devem puxar o preço para baixo no próximo ano”, explica.

O sócio fundador do CBIE lembra que houve alguns momentos na história nos quais o petróleo subiu e se manteve em patamar elevado por um período mais prolongado, como no início da guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Naquele ano, 2022, o petróleo chegou a ser negociado a US$ 130 por barril e demorou 8 meses para voltar a ser negociado na faixa dos US$ 80 por barril.

“O mundo vivia uma onda ambientalista que pregava a diminuição da produção de petróleo. Hoje, a commodity tem novos produtores e tende a ter novos polos, como a margem equatorial no Brasil. Essas questões puxam o preço do petróleo para baixo rapidamente após o choque inicial do mercado”, argumenta Pires.

Por fim, ele reforça que as sanções americanas podem respingar na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. Isso porque a China é uma grande importadora do gás russo. Desde o início da guerra da Ucrânia, a Rússia deixou de mandar gás para a Europa e o desviou para a Ásia.  Além do gás, o óleo negro também era comprado pela Europa. No entanto, com as sanções da guerra, Moscou passou a vender seu gás e petróleo para a China, Índia e Paquistão.

“Vejo que isso pode ter um impacto na guerra comercial caso Trump pressione a China, mas nada para causar mudanças drásticas nos preços do petróleo. Somente uma guerra muito forte, por exemplo, o próprio Trump invadindo a Ucrânia tende a causar mudanças drásticas no preço do óleo”, diz Pires

Quais ações da Bolsa podem ganhar com a alta do petróleo?

Na visão de Illan Albertman, analista da Ativa Investimentos, empresas expostas à produção e exportação de petróleo são as principais beneficiadas pela alta de curto prazo:

  • Petrobras (PETR4): maior geração de caixa e espaço para dividendos;
  • PRIO (PRIO3): maior alavancagem operacional ao preço do Brent;
  • Brava (BRAV3) e Recôncavo (RECV3) também têm ganho direto de preço.

No entanto, o analista diz não haver espaço para revisar preços-alvo desses ativos, pois o movimento parece concentrado no curto prazo.

“Se a alta se sustentar e a média esperada do Brent subir, poderemos ver revisões positivas de preço-alvo, especialmente para Petrobras e PRIO, mais sensíveis ao Brent. Mas ainda é cedo para incorporar o choque nos modelos”, salienta.

Ricardo França, da Ágora Investimentos, tem preferência para as ações da Petrobras e PRIO entre as empresas do segmento que podem ser beneficiadas. Para a companhia privada, ele estima que o aporte tende a ser positivo pelo fato de a empresa conseguir explorar o campo Wahoo, que tende a trazer ganhos em lucratividade e margem para a empresa.

Segundo o guia de ações da corretora, a Ágora Investimentos tem recomendação de compra para a PRIO com preço-alvo de R$ 56 para os próximos 12 meses, alta de 54,6% na comparação com o fechamento de quarta-feira (22), quando a ação encerrou o pregão a R$ 36,23.

Para a Petrobras, ele também recomenda compra com preço-alvo de R$ 40,00, alta de 34% em relação ao último fechamento. Todavia, ele comenta que o impacto positivo sobre a estatal seria limitado, pois a empresa tende a não repassar a volatilidade de mercado nos preços para o consumidor.

“A menos que o petróleo continue nesse preço por um período prolongado, veríamos alguma diferença nas receitas estatal. Ou seja, como essa é uma volatilidade momentânea, isso não deve se refletir o balanço da companhia”, afirma França.

Já Humberto Aillon, da FIPECAFI, reforça que outra ponta das ações listadas em Bolsa pode subir com a medida: as companhias aéreas. Ele estima que Azul (AZUL4) e Gol (GOLL54) podem sofrer no curto prazo e perderem valor. “Essas são empresas que tem o petróleo como custo, por meio do querosene de aviação. Por isso, a alta do petróleo deve prejudicá-las. O investidor deve evitar essas ações”, afirma Aillon.

Publicidade

Em suma, o investidor deve entender que mesmo com a volatilidade do dia, o petróleo tende a recuar no médio e longo prazo devido ao excesso de oferta global em relação à baixa demanda. Os impactos nas ações tendem a ser no curto prazo, dando pouca margem de atuação. Ainda assim, os especialistas seguem confiantes com as ações das petroleiras e enxergam possibilidades de ganhos em algumas delas.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Commodities
  • Conteúdo E-Investidor
  • Donald Trump
  • Mercados
  • Petrobras (PETR4)
  • Petróleo
  • Prio (PRIO3)
  • Rússia
Cotações
17/04/2026 12h51 (delay 15min)
Câmbio
17/04/2026 12h51 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa ronda os 200 mil pontos: com rali em 2026, é hora de olhar mais para a Bolsa?

  • 2

    Por que o Ibovespa anda em duas direções? Entenda o que mantém o índice em alta enquanto ações locais caem

  • 3

    Cenário é positivo para dividendos da Petrobras, apesar do vaivém do petróleo

  • 4

    O que está por trás do dólar abaixo de R$ 5 e o que esperar do câmbio em 2026, segundo a XP

  • 5

    Ibovespa hoje cai aos 197 mil pontos e fica longe do recorde; dólar fecha abaixo de R$ 5 pelo 4º dia seguido

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: veja o período de pagamento no estado de SP em 2026
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: veja o período de pagamento no estado de SP em 2026
Imagem principal sobre o Idosos podem ter desconto na conta de luz automaticamente; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos podem ter desconto na conta de luz automaticamente; entenda como funciona
Imagem principal sobre o IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade da restituição?
Logo E-Investidor
IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade da restituição?
Imagem principal sobre o 5 benefícios que idosos podem solicitar sem sair de casa
Logo E-Investidor
5 benefícios que idosos podem solicitar sem sair de casa
Imagem principal sobre o Starlink mini: passo a passo simples para instalar o equipamento
Logo E-Investidor
Starlink mini: passo a passo simples para instalar o equipamento
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na luz? Veja se você tem direito
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na luz? Veja se você tem direito
Imagem principal sobre o O que é a Lei do Superendividamento?
Logo E-Investidor
O que é a Lei do Superendividamento?
Imagem principal sobre o Idosos superendividados: entenda se é possível renegociar contas atrasadas pelo Procon
Logo E-Investidor
Idosos superendividados: entenda se é possível renegociar contas atrasadas pelo Procon
Últimas: Mercado
TIM (TIMS3) antecipa pagamentos de juros sobre capital próprio que somam R$ 880 milhões
Mercado
TIM (TIMS3) antecipa pagamentos de juros sobre capital próprio que somam R$ 880 milhões

Inicialmente, os pagamentos estavam previstos para 30 de abril; veja quanto o investidor vai receber por ação

17/04/2026 | 12h32 | Por Crisley Santana
Trump repercute abertura de Ormuz e chama rota de “Estreito do Irã”
Mercado
Trump repercute abertura de Ormuz e chama rota de “Estreito do Irã”

Ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, confirmou que, diante do cessar-fogo no Líbano, a passagem de navios comerciais estará aberta em Ormuz até o término da trégua

17/04/2026 | 11h34 | Por Isabella Pugliese Vellani
CSN Mineração (CMIN3) vai distribuir R$ 768 milhões em dividendos; veja valor por ação
Mercado
CSN Mineração (CMIN3) vai distribuir R$ 768 milhões em dividendos; veja valor por ação

A partir desta sexta-feira (17), as ações passam a ser negociadas “ex-dividendos”

17/04/2026 | 11h31 | Por Crisley Santana
Bolsas de Nova York têm forte alta com Ormuz, mas Netflix (NFLX34) tomba após balanço
Mercado
Bolsas de Nova York têm forte alta com Ormuz, mas Netflix (NFLX34) tomba após balanço

Companhia tombou mais de 11%, após decepcionar com seu último balanço trimestral

17/04/2026 | 11h21 | Por Sergio Caldas

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador