• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Você não precisa ter ouro na carteira!

Pronto, respondida uma das maiores perguntas que recebo todos os dias no meu instagram

Por Vitor Miziara

11/11/2025 | 14:39 Atualização: 11/11/2025 | 14:39

Receba esta Coluna no seu e-mail
Alta de 57% do ouro em 2025 desperta o FOMO nos investidores. (Imagem: Adobe Stock)
Alta de 57% do ouro em 2025 desperta o FOMO nos investidores. (Imagem: Adobe Stock)

Existe um conceito no mercado (e não exclusivo dele) que se chama FOMO – “Fear of missing out“, que em tradução livre seria “medo de ficar de fora”. Se você investe na Bolsa de Valores com certeza já passou por isso quando viu uma ação, que não tinha na carteira, subindo e subindo sem parar. E aí vem aquele sentimento de “por que eu não tinha ela? Na próxima eu pego”. O mesmo acontece com o ouro hoje.

Leia mais:
  • Enquanto o Bitcoin sobe 8%, uma IA fez +125%
  • OPINIÃO: Não acredite no discurso da Faria Lima versão 2.0 e o cenário claro do juros para o melhor ou pior
  • Dólar cai 15% em 2025: sinal de real forte ou moeda americana fraca?
Cotações
13/04/2026 18h39 (delay 15min)
Câmbio
13/04/2026 18h39 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Nos últimos anos vimos hypes (alvoroços) que trouxeram esse mesmo sentimento, como Magazine Luiza (MGLU3) quando a varejista subiu mais que um foguete do Elon Musk, como investimentos temáticos em healthtech (startups do setor de saúde) e cannabis e até como o bitcoin (BTC), quando a criptomoeda trazia altas mais fortes – já falei disso no meu último artigo.

  • O bom investidor na máxima do ouro: estratégia versus o FOMO

Quando eu falo que esse conceito não é exclusivo do mercado financeiro, uso o exemplo de que a gente sempre quer estar em todas as festas. Você vê seus amigos postando foto em um show que você nem gosta, mas a emoção daquele momento traz o FOMO para você.

Sim, é psicológico e não tem nada a ver com economia, mas aqui há um tempero especial: dinheiro. Uma coisa é não ser convidado para um casamento (provavelmente teve motivo para tal), enquanto outro é você não ter um certo ativo ou classe de ativo na carteira que mostrou forte valorização em um determinado período.

Ouro, o vilão do FOMO em 2025

Em 2025, nada trouxe mais esse sentimento do que o ouro – o ativo “mais seguro”, mas que ao mesmo tempo o que mais performou, com uma alta de quase 57% no acumulado do ano. O motivo ninguém sabe, mas o sentimento é o mesmo para todos: “Deveria ter comprado mais”.

  • Ouro dispara em 2025: por que o metal bate recordes e como montar hoje posição com 5% a 10% da carteira

Hoje parece óbvio, olhando para trás, que o ouro poderia proteger seu dinheiro contra quedas mais fortes diante de guerras comerciais e geopolíticas e juros altos no mundo todo. Mas não foi isso que aconteceu: os mercados subiram, enquanto o ouro avançou mais ainda.

Publicidade

O custo de se investir em ouro é muito diferente quando comparamos o tipo de investidor e o mercado “de origem” do dinheiro. Quando falamos em um investidor americano, por exemplo, as opções de segurança dele são inicialmente títulos públicos americanos e, depois, o metal precioso.

Vale lembrar que o dinheiro dele já está dolarizado, ou seja, o investidor americano não tem muito para onde correr, pois já está na maior economia do mundo e a segurança por conta disso paga “pouco”, algo como 4% a 5% ao ano, em se tratando de títulos públicos.

  • Bolha do ouro? Rali movido pelo medo de ficar de fora pode ter chegado ao limite

No caso do investidor brasileiro, há algumas opções a mais em termos de segurança, como o Tesouro Direto, hoje pagando 15% ao ano (taxa Selic); a dolarização do patrimônio e de rendimentos de títulos de crédito privado – até mesmo em empresas brasileiros, como Itaú (ITUB3; ITUB4); e, por último, ganhar os mesmos 4% a 5% ao ano do título público americano em dólar, muito relevante quando comparamos com a nossa moeda, mais fraca.

Apenas após essas opções avaliaríamos o ouro, um ativo que não “produz nada”, não gera dividendos nem distribui lucros.

Afinal, vale ou não comprar ouro agora?

Ver um ativo que não temos subir 57% no ano em dólar dói? Sim, faz repensar de modo geral a alocação da carteira de investimentos, mas este investimento não serve para todos. Investir no metal precioso se traduz em renunciar a 15% ao ano em títulos públicos no Brasil ou 4% em ativos americanos equivalentes em dólar.

Será que é tão óbvia a alocação em ouro?

Publicidade

Eu acho que não. Hoje, o cenário é de juros altos no mundo inteiro e um dólar mais fraco, principalmente contra o real. Há a possibilidade de dolarizar a carteira e abrir os horizontes, mas rentabilizando em renda fixa americana ou crédito privado em dólar.

  • Leia mais: “Hoje é comum ver investidor com 15% da carteira em ouro”, diz CEO da Investo

Investir, que seja, 2%, 3% ou 5% em ouro significa deixar de render um porcentual da sua carteira na época que os juros estão praticamente na máxima, e para buscar o que, exatamente? Proteção ou alta? Porque, vamos relembrar:

O ouro é um ativo para quem busca proteção, e não alta.

Logo, investir nele serve para diversificar e ter um ativo que, na teoria, não vai cair ou despenca menos em um cenário de crise.

“Poxa, mas subiu 57%”. Sim, já escutei isso algumas vezes e, sinceramente, não me importa. Se você tivesse desde o começo 5% em ouro, a rentabilidade da sua carteira por conta dessa alta seria de apenas 2,5% – o que equivale hoje a dois meses de Certificado de Depósito Interbancário (CDI), praticamente.

No final, e como sempre falo, é tudo uma questão de quanto do seu portfólio você vai direcionar para cada uma das estratégias.

Na minha visão, ter dólar já funciona como uma proteção natural contra o Brasil e contra o mundo. Logo, por que não aproveitar ainda os juros altos por meio de renda fixa americana? Será que a próxima crise vai quebrar os Estados Unidos a ponto de só sobrar ouro no mundo?

Publicidade

Fica a reflexão.

Um abraço!

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Diversificação
  • Investimentos
  • Ouro

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    A última janela para doar bens em vida e reduzir impostos sobre herança em São Paulo

  • 2

    IR 2026: veja o calendário de restituição, quem recebe primeiro e como ter prioridade

  • 3

    Ibovespa bate novo recorde com falas de Trump, dólar abaixo de R$ 5 e petróleo perto de US$ 100

  • 4

    Resgates de crédito privado somam R$ 12,3 bi em 3 semanas — e acendem alerta no mercado

  • 5

    Ibovespa hoje chega aos 197 mil pontos: Hapvida (HAPV3) sobe 13,05% e Azzas (AZZA3) tomba 10,88%

Publicidade

Quer ler as Colunas de Vitor Miziara em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Feriados no Rio de Janeiro: veja os dias e se podem emendar em 2026
Logo E-Investidor
Feriados no Rio de Janeiro: veja os dias e se podem emendar em 2026
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 informações novas na pré-preenchida que facilitam a declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 informações novas na pré-preenchida que facilitam a declaração
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para atualizar o número do celular pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para atualizar o número do celular pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o Feriados municipais no RJ: veja os dias e se podem emendar em 2026
Logo E-Investidor
Feriados municipais no RJ: veja os dias e se podem emendar em 2026
Imagem principal sobre o Feriados estaduais no RJ: veja os dias e se podem emendar em 2026
Logo E-Investidor
Feriados estaduais no RJ: veja os dias e se podem emendar em 2026
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: recebi o FGTS, preciso declarar?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: recebi o FGTS, preciso declarar?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário: perdeu o prazo do saque? Entenda o que acontece com o seu dinheiro
Logo E-Investidor
Saque-aniversário: perdeu o prazo do saque? Entenda o que acontece com o seu dinheiro
Imagem principal sobre o Quer migrar do saque-aniversário para o saque rescisão? Atente-se ao prazo de carência
Logo E-Investidor
Quer migrar do saque-aniversário para o saque rescisão? Atente-se ao prazo de carência
Últimas: Colunas
A dicotomia do mercado: apetite estrangeiro e a trincheira do investidor local
Marco Saravalle
A dicotomia do mercado: apetite estrangeiro e a trincheira do investidor local

Juros elevados travam o capital doméstico, enquanto estrangeiros usam o Brasil como proteção em meio ao choque global de commodities

13/04/2026 | 14h43 | Por Marco Saravalle
Autocuratela: quem decide quando você não pode mais decidir?
Samir Choaib
Autocuratela: quem decide quando você não pode mais decidir?

O caso envolvendo herdeira das Casas Pernambucanas reacende um ponto ignorado por famílias ricas: quem decide quando você não pode mais decidir?

11/04/2026 | 06h00 | Por Samir Choaib
Entre mísseis e commodities: Brasil resiste — mas não está imune ao mundo fragmentado
Eduardo Mira
Entre mísseis e commodities: Brasil resiste — mas não está imune ao mundo fragmentado

Choque geopolítico mexe com petróleo, inflação e juros, enquanto o país se beneficia de commodities e diferencial de taxas — mas segue exposto aos efeitos indiretos da crise

10/04/2026 | 14h50 | Por Eduardo Mira
OPINIÃO. Metade do Brasil trabalha para sustentar os benefícios sociais da outra metade
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Metade do Brasil trabalha para sustentar os benefícios sociais da outra metade

Aumento de gastos públicos voltados à distribuição de dinheiro pode reduzir a capacidade de financiar setores produtivos, impactando a geração de empregos

09/04/2026 | 13h26 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador