• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Os sinais que reacenderam as apostas em cortes de juros no Brasil e nos EUA e deram fôlego aos mercados

Ibovespa bateu recorde e índices de NY subiram em sessão marcada por bateria de dados econômicos

Por Beatriz Rocha
Editado por Geovana Pagel

26/11/2025 | 20:30 Atualização: 26/11/2025 | 21:37

Apostas por corte de juros nos EUA e no Brasil voltaram a animar investidores. Foto: Adobe Stock
Apostas por corte de juros nos EUA e no Brasil voltaram a animar investidores. Foto: Adobe Stock

A sessão foi positiva para os mercados acionários nesta quarta-feira (26). Por aqui, o Ibovespa subiu 1,7% e renovou o seu recorde histórico de fechamento, encerrando aos 158.554,94 pontos. No exterior, os três principais índices de Nova York também terminaram no azul: S&P 500, Dow Jones e Nasdaq subiram 0,69%, 0,67% e 0,82%, respectivamente.

Leia mais:
  • Ibovespa hoje avança acima de 158 mil pontos e fecha no maior nível da história
  • Ibovespa hoje: Rumo (RAIL3) dispara 9%; Hapvida (HAPV3) lidera perdas e já cai 49% no mês
  • Dow Jones fecha em alta com Wall Street de olho em Livro Bege
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O otimismo dos investidores cresceu junto com as apostas por um corte de juros nos Estados Unidos em dezembro. Os dados mais recentes da plataforma FedWatch, do CME Group, indicam 85% de chance de uma redução de 25 pontos-base nas taxas no próximo mês.

Marcos Praça, diretor de análise da Zero Markets Brasil, relembra que as expectativas de relaxamento monetário haviam esfriado nas últimas semanas, diante de declarações do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell. No entanto, dados recentes voltaram a animar os investidores. “Também já estão sendo feitas as apostas dos possíveis substitutos de Powell”, destaca.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Informações da Bloomberg apontam que o diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Kevin Hassett, é visto como o favorito para assumir a presidência do Fed. Hassett é encarado como alguém que levaria o banco central americano à abordagem em favor de cortes de juros, algo que o presidente Donald Trump há muito deseja influenciar.

Hoje, uma bateria de dados foi acompanhada nos EUA. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do país, medido pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) de Chicago, registrou forte queda para 36,3 em novembro, ante 43,8 em outubro. Analistas consultados pela FactSet previam recuo bem mais leve do indicador, a 43,5 neste mês. A leitura abaixo da barreira de 50 sinaliza contração da atividade econômica.

Já o número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos na semana encerrada em 22 de novembro foi de 216 mil, com uma diminuição de 6 mil em relação ao nível revisado da semana anterior. O número ficou abaixo da previsão compilada pela FactSet, que era de 230 mil pedidos.

As encomendas de bens duráveis nos Estados Unidos, por sua vez, vieram em linha com as expectativas, subindo 0,5% em setembro ante agosto, a US$ 313,7 bilhões, segundo dados publicados hoje pelo Departamento do Comércio do país.

Publicidade

Ficou no radar ainda o Livro Bege, uma espécie de sumário das condições econômicas das distritais do Fed. Felipe Tavares, economista-chefe da BGC Liquidez, avalia que o documento trouxe, de forma geral, uma sinalização de desaceleração da economia americana, levantando sinais “um pouco mais preocupantes” em relação ao varejo.

“O mercado que não estava acreditando num corte de juros em dezembro voltou a enxergar com alta probabilidade esse cenário, movimento que trouxe fluxo para o Brasil, estimulado a alta da Bolsa hoje“, destaca Tavares.

IPCA-15 concentra atenções no Brasil

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) subiu 0,20% em novembro, acima da mediana das estimativas dos analistas consultados pelo Projeções Broadcast, de alta de 0,18%, com intervalo entre avanços de 0,10% e 0,23%. No ano, o indicador acumula alta de 4,15% e, nos últimos 12 meses, de 4,50%, abaixo dos 4,94% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Apesar do IPCA-15 ter vindo acima da mediana das projeções, Stephan Kautz, economista-chefe da EQI Asset, avalia que a alta foi concentrada em alguns itens, como passagens aéreas, que subiram 11,87% e tiveram o maior impacto individual no indicador no mês, de 0,08 ponto percentual.  “Não tivemos uma leitura ruim no número de inflação. Continuamos vendo a parte de núcleo razoavelmente bem comportada”, diz o especialista.

Em relatório, o Goldman Sachs avaliou que a política monetária apertada está operando como esperado, com moderação do crescimento, desaceleração do crédito e expectativas de inflação avançando lentamente para baixo, gradualmente criando condições para o início de um ciclo moderado de normalização dos juros no começo de 2026.

Publicidade

Marianna Costa, economista-chefe da Mirae Asset, destaca que a publicação do IPCA-15 trouxe pouca mudança de cenário. “O indicador confirma a precificação implícita hoje na curva de juros de que o Banco Central deve iniciar um ciclo de afrouxamento monetário na reunião de janeiro de 2026”, opina.

Na terça-feira (25), o diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, disse que um novo aumento da taxa Selic não faz parte do cenário-base da autarquia. “A questão agora é entender quando será o processo de corte de juros”, frisou, durante participação no evento Brasil Treasury Summit, organizado pela EuroFinance em São Paulo.

O diretor do BC destacou que, dado o nível de incerteza elevada, o Banco Central segue uma postura dependente de dados. O diretor ainda salientou a preocupação do Comitê de Política Monetária (Copom) com uma comunicação que não gere ruídos no mercado. “Nas reuniões do Copom, estamos mais focados em afinar a comunicação”, destacou o diretor.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Brasil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Estados Unidos
  • Ibovespa
  • Juros
Cotações
15/01/2026 1h04 (delay 15min)
Câmbio
15/01/2026 1h04 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

  • 2

    Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

  • 3

    O que pode levar a Vale a novas máximas em 2026 após ação subir 40%?

  • 4

    Caso Master expõe riscos dos CDBs, coloca o FGC sob pressão inédita e dá lição ao investidor

  • 5

    Quem é Greg Abel, sucessor de Buffett que começou vendendo garrafas por 5 centavos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Imagem principal sobre o Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Logo E-Investidor
Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Imagem principal sobre o 4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Logo E-Investidor
4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Imagem principal sobre o Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Logo E-Investidor
Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Imagem principal sobre o Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Imagem principal sobre o Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Logo E-Investidor
Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: em dia de recorde, Vale (VALE3) salta quase 5%; MRV (MRVE3) tomba
Mercado
Ibovespa hoje: em dia de recorde, Vale (VALE3) salta quase 5%; MRV (MRVE3) tomba

Índice da B3 fechou no maior nível de sua história, com apoio da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3;PETR4)

14/01/2026 | 18h52 | Por Beatriz Rocha
MRV (MRVE3) volta a gerar caixa no Brasil, mas operação nos EUA ainda preocupa
Mercado
MRV (MRVE3) volta a gerar caixa no Brasil, mas operação nos EUA ainda preocupa

Prévia do 4º tri tem melhora na geração de caixa no MCMV; subsidiária Resia segue pressionando

14/01/2026 | 13h51 | Por Isabela Ortiz
Balanços de bancos dos EUA testam soft landing e calibram expectativas para 2026
Mercado
Balanços de bancos dos EUA testam soft landing e calibram expectativas para 2026

Resultados de Bank of America, Wells Fargo e Citigroup reforçam a leitura de resiliência da economia americana, mas indicam que o melhor momento do ciclo de juros para o setor bancário pode ter ficado para trás

14/01/2026 | 12h08 | Por Isabela Ortiz
Os setores que ganham e os que perdem
Mercado
Os setores que ganham e os que perdem

Agronegócio e commodities reforçam vantagens competitivas com acesso ao mercado europeu, enquanto indústria química, automotiva e manufaturados enfrentam maior pressão sobre preços e margens

14/01/2026 | 09h36 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador