A receita total somou US$ 7,008 bilhões no trimestre, também acima das estimativas, de US$ 6,760 bilhões. O avanço reflete crescimento orgânico das taxas básicas, maior nível médio de ativos sob gestão e contribuições das aquisições realizadas ao longo do ano, segundo o relatório divulgado nesta quinta-feira.
O lucro líquido caiu 33% ante o mesmo período de 2024, enquanto a receita subiu 23% na mesma base de comparação.
Os ativos sob gestão (AUM) alcançaram US$ 14 trilhões ao fim de dezembro, após entradas líquidas recordes de US$ 698 bilhões em todo o ano de 2025, incluindo US$ 342 bilhões no quarto trimestre, impulsionadas sobretudo por ETFs iShares, renda fixa e mercados privados.
O Conselho da companhia também aprovou a autorização para recompra de mais 7 milhões de ações dentro do programa vigente e um aumento de 10% no dividendo trimestral, para US$ 5,73 por ação, a ser pago em março de 2026.
O CEO, Larry Fink, afirmou que a companhia entra em 2026 “com momentum acelerado em toda a plataforma”, citando a integração das aquisições e um pipeline mais amplo de oportunidades de crescimento.
Por volta das 8h15 (de Brasília), a Blackrock (BLAK34) tinha alta de 1,31% no pré-mercado de Nova York.