• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Plano de desalavancagem da CSN mira cortar até R$ 18 bi em dívida; Genial adota cautela com CSNA3

Proposta prevê venda de ativos que pode cortar até R$ 1,8 bilhões por ano com despesas de juros; veja a análise o preço-alvo para o papel

Por Isabela Ortiz

16/01/2026 | 9:46 Atualização: 16/01/2026 | 9:46

CSN aposta na venda de ativos de cimento e infraestrutura para reduzir alavancagem, mas investidores cobram execução concreta. (Foto: Adobe Stock)
CSN aposta na venda de ativos de cimento e infraestrutura para reduzir alavancagem, mas investidores cobram execução concreta. (Foto: Adobe Stock)

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) voltou ao centro das atenções do mercado financeiro após anunciar um ambicioso plano de desalavancagem. Em reunião de atualização estratégica acompanhada pela Genial Investimentos, a companhia afirmou que pretende reduzir sua dívida líquida em R$ 15 bilhões a 18 bilhões a partir de 2026 – de um patamar atual de R$ 37,5 bilhões – por meio de um processo estruturado de venda de ativos.

Leia mais:
  • Minério a US$ 110 por tonelada é euforia? Genial vê alta passageira e alerta investidores
  • Ações para dividendos em 2026: as mais citadas nas carteiras e o porquê
  • FGC paga quem perdeu na liquidação da Reag?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A promessa da CSN, no entanto, não foi suficiente para convencer os investidores no curto prazo. As ações CSNA3 reagiram negativamente no pregão de quinta-feira (15) e fecharam em queda de 3,1%, a R$ 9,95.

Segundo a Genial Investimentos, o Conselho de Administração da CSN autorizou formalmente o início desse plano de desinvestimentos com o objetivo de “rebalancear definitivamente a estrutura de capital da holding“. A expectativa é que, com isso, a alavancagem caia para algo entre 1,7 vez e 2,0 vezes na relação dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em 2026, ante cerca de 3,2x no terceiro trimestre de 2025 (3T35).

A lógica apresentada pela companhia é usar praticamente todos os recursos obtidos com as vendas para amortizar dívida, reduzindo também a despesa financeira. De acordo com os analistas, esse movimento poderia cortar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 1,8 bilhão por ano em despesas com juros, o equivalente a uma queda de 21% a 25% em relação ao patamar atual.

  • Leia também: O que pode levar a Vale a novas máximas em 2026 após ação subir 40%?

Na avaliação da Genial, se bem executado, o plano “pode redesenhar a estrutura de capital da empresa para melhor e restaurar a percepção de disciplina na alocação de capital”.

O que falta para o mercado acreditar na CSN?

No dia do evento, realizado ontem, os papéis da CSN caíram 3,1% refletindo dúvidas recorrentes sobre a execução. Para os analistas, os investidores seguem desconfiados principalmente em dois pontos:

  • Quais participações exatamente serão vendidas;
  • Se a companhia conseguirá encontrar compradores dispostos a pagar preços atrativos em um prazo relativamente curto.

“A promessa de vender ativos não é exatamente nova no discurso da CSN”, observa a Genial, o que ajuda a explicar a reação fria das ações.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O plano de desalavancagem está ancorado, sobretudo, em dois movimentos centrais. O primeiro vem da venda do controle do negócio de cimento, segmento em que a CSN é líder no Sudeste e opera com margens Ebitda em torno de 30%, as mais altas do setor.

A administração avalia que transações recentes indicam múltiplos elevados e que uma venda direta a um player estratégico tende a maximizar o valor, especialmente em um momento em que o mercado de Ofertas Públicas de Ações (IPOs, quando uma empresa privada abre seu capital na Bolsa e vende ações a investidores pela primeira vez) segue fechado.

  • Confira: Como tarifas dos EUA e o aço chinês estão afetando a Gerdau

O segundo pilar envolve a monetização parcial do negócio de infraestrutura, por meio da venda de uma participação minoritária em um pacote de ativos logísticos. A CSN, no entanto, quer preservar o controle dessa plataforma, considerada estratégica por sua integração com a mineração.

“A infraestrutura é vista como um veículo de alto valor, construído ao longo de muitos anos”, resume a Genial, destacando que os ativos têm margens comparáveis às da mineração, entre 40% e 50%.

Mineração é o motor: P-15, reservas e potencial de Ebitda

A CSN Mineração (CMIN3) é hoje o sétimo maior exportador global de minério de ferro, com reservas estimadas entre 2,5 bilhões e 3 bilhões de toneladas. O projeto P-15, em especial, é apontado como peça-chave: em plena capacidade, pode adicionar cerca de R$ 4 bilhões por ano em Ebitda, elevando o potencial total do grupo para perto de R$ 10 bilhões, ante cerca de R$ 6,7 bilhões nos últimos doze meses.

Na siderurgia, o discurso ganha contornos mais defensivo. A empresa reconhece que o foco, no curto prazo, não é expansão, mas geração de caixa e recuperação de margens, que já mostram melhora gradual. Parcerias estratégicas e alternativas de capital estão sendo estudadas para modernizar operações e reduzir a pressão de investimentos, permitindo que o aço deixe de consumir recursos e passe a contribuir para o esforço de desalavancagem.

  • Minério a US$ 110 por tonelada é euforia? Genial vê alta passageira e alerta investidores

Outros negócios funcionam como amortecedores de volatilidade. A área de energia, com cerca de 2 gigawatt (GW) de capacidade instalada majoritariamente renovável, garante autossuficiência ao grupo desde 2023 e atua como um “pilar estabilizador” de fluxo de caixa, com margens entre 30% e 40%. Além disso, a companhia também aposta em medidas internas de liquidez, como redução de capital de giro e maior eficiência na gestão de estoques.

Genial prega cautela: recomendação, preço-alvo e riscos

Mesmo reconhecendo que a estratégia aponta “na direção correta”, a Genial optou por manter uma postura cautelosa. A casa reiterou recomendação neutra para o papel, com preço-alvo de R$ 9,50 em 12 meses, o que implica leve potencial de queda de 4,5% frente à cotação atual.

Publicidade

Até que anúncios concretos de vendas e redução efetiva da dívida apareçam, a leitura é de que a CSN ainda precisa transformar promessas do plano de desalavancagem em execução para reconquistar a confiança do mercado.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3)
  • CSN Mineração (CMIN3)
  • Dívida
  • Genial Investimentos
Cotações
26/05/2026 17h16 (delay 15min)
Câmbio
26/05/2026 17h16 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    87 FIDCs aparecem em onda de recuperações judiciais; veja os impactos para os fundos

  • 2

    Dólar abaixo de R$ 5? Mercado divide apostas sobre futuro do câmbio em ano eleitoral

  • 3

    Ibovespa sobe com alívio global após avanço nas nеgociações entre EUA e Irã; dólar cai

  • 4

    Envelhecimento dos baby boomers cria ‘tsunami prateado’ e aquece mercado imobiliário nos EUA

  • 5

    Tokenização tem potencial, mas precisa se materializar para investidor, diz gestora da 21Shares

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos têm mesmo direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos têm mesmo direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para consultar o vale no Atendimento Caixa ao Cidadão
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para consultar o vale no Atendimento Caixa ao Cidadão
Imagem principal sobre o Idosos com contas de telefone atrasadas podem renegociar dívidas, desde que se enquadrem neste caso
Logo E-Investidor
Idosos com contas de telefone atrasadas podem renegociar dívidas, desde que se enquadrem neste caso
Imagem principal sobre o Livros gratuitos pelo MEC: entenda como acessar a plataforma que permite a leitura de diferentes obras
Logo E-Investidor
Livros gratuitos pelo MEC: entenda como acessar a plataforma que permite a leitura de diferentes obras
Imagem principal sobre o Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Logo E-Investidor
Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Imagem principal sobre o FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Logo E-Investidor
FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Imagem principal sobre o Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Logo E-Investidor
Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Imagem principal sobre o MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Logo E-Investidor
MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Últimas: Mercado
Citi eleva preço-alvo de Braskem (BRKM5) apesar de classificar ação como de alto risco
Mercado
Citi eleva preço-alvo de Braskem (BRKM5) apesar de classificar ação como de alto risco

Banco cita incertezas relacionadas à estrutura de capital e lembra que mercados petroquímicos globais passaram por "fortes oscilações" nos últimos meses

26/05/2026 | 16h00 | Por Amélia Alves
BTG vê melhora no portfólio e eleva recomendação da Ambev (ABEV3): “Concorrência não consegue igualar”
Mercado
BTG vê melhora no portfólio e eleva recomendação da Ambev (ABEV3): “Concorrência não consegue igualar”

Banco sobe o preço-alvo da companhia, com potencial de alta de 21,95%

26/05/2026 | 15h45 | Por Cecília Mayrink
Investimento de brasileiros no exterior cai em abril; títulos de dívida lideram recuo
Mercado
Investimento de brasileiros no exterior cai em abril; títulos de dívida lideram recuo

Os destaques de crescimento foram os investimento em ações, ainda com volumes baixos, e em fundos, com evolução no saldo aplicado

26/05/2026 | 13h23 | Por Eduardo Puccioni
Excesso na Ásia abre espaço para Brasil na onda da IA, diz Santander
Mercado
Excesso na Ásia abre espaço para Brasil na onda da IA, diz Santander

Banco vê América Latina como alternativa à concentração em empresas asiáticas e destaca exposição a energia, commodities e infraestrutura

26/05/2026 | 12h57 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador